quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Óvni Passou sobre a Praia do Preá ás 21 horas de hoje

Estava na calçada da casa da minha irmã Isabel no Preá, conversando com meu cunhado Pedro, quando minha filha Jacimara me chamou a atenção para uma estrela de brilho forte que se deslocava em direção ao Mar. Ficamos olhando ela se deslocar. Era como a estrela Sírios ou maior um pouco, era uma luz branca constante em uma velocidade também constante. Não parecia ir muito alto, como os aviões que fazem trajeto sobre o oceano em direção à Europa.

Voltei rápido para o sitio para verificar através do sistema de localização de aeronaves, levei uns 15 minutos até entrar no sistema. Não vi nenhuma aeronave sobre o oceano que correspondesse ao deslocamento em que o objeto luminoso  se dirigia, as aeronaves mais próximas tinham suas rotas sobre Mossoró-RN em direção ao Cabo Verde.

Vi pelo sistema uma nave de formato redondo, quando eu coloquei a seta em cima, aparecia a seguinte legenda: no call sign, que significa, nenhum indicativo. O interessante é que eu voltei para olhar mais uma vez sobre o oceano, não vi nada, então resolvi ver se descobria mais alguma coisa a tal nave em Feira de Santana na Bahia e a mesma já tinha desaparecido. Assim encerrei minha pesquisa encontrar mais nada interessante.

Giorgio enumera 10 evidências alienígenas na América Latina | ALIENÍGENA...

COMEÇOU O PLANO PARA ESCRAVIZAR A RAÇA HUMANA!

sábado, 12 de janeiro de 2019

Um visitante estelar trabalhando entre nós: O Caso Valdar

ovnihoje.com


Um visitante estelar trabalhando entre nós: O Caso Valdar

Estávamos pescando uma noite. Havia um céu claro e as estrelas estavam apagadas, quando de repente um satélite veio navegando pelo céu. Lembro de ter dito a George:

-Eu me pergunto se é um Sputnik ou um daqueles Discos Voadores que todo mundo está falando hoje em dia?

George respondeu:

-O que você acha da possibilidade da existência da vida
no espaço sideral?

Você acredita que poderia haver vida em Vênus ou outros planetas?

Eu disse que tinha uma mente aberta sobre o assunto e que, no que me dizia respeito, seria estranho se fôssemos a única vida no universo. Mas eu pensava mais em pescar naquela época do que em vida no espaço, e então o assunto passou. Mas George continuou a levantá-lo de vez em quando.

Então, um dia, cerca de três meses depois de nos conhecermos, George me
disse:

Suponhamos, Edwin, eu lhe dei uma prova de vida visível no espaço, mostrando a você uma espaçonave extraterrestre: você acreditaria então?

Eu disse:

Sim, se eu puder ver uma espaçonave com meus próprios olhos, eu acreditaria.

George disse:

Certo, vamos pescar no sábado à noite.

No dia da pescaria, George carregava uma maleta e Edwin perguntou para
que servia. Ele disse que depois saberia.

No final da pescaria, quando todos os outros pescadores da área foram embora, George tirou de dentro da maleta o que parecia ser uma espécie de rádio com antenas. Então ele ligou o aparelho e uma voz pode ser ouvida:

Eu me chamo Wy-Ora, sou o comandante de uma nave que agora está próximo a vocês.

Edwin pôde observar um a luz branco-azulada que pairava no céu, um pouco distante.

Pelo aparelho, a voz continuou:

George na verdade não é humano, ele se chama Valtar e é um de nós, enviado para difundir algumas informações sobre os extraterrestres às
pessoas que escolhemos.

Foi assim que Edwin W. (o sobrenome nunca foi revelado) conheceu Valtar, o extraterrestre de um planeta distante, chamado por eles de Koldas.

Edwin tinha cursado eletrônica em 1960, e com 18 anos passou a trabalhar
na manutenção em uma fábrica de grande porte no sul da cidade de Durban, África do Sul, na costa do Oceano Índico.

Uma vaga de superintendente foi aberta no setor da fábrica onde Edwin trabalhava, e um homem chamado George foi contratado. Edwin e George logo se tornaram amigos, e Edwin sempre dava carona para George, pegando-o no hotel em que morava, sozinho.

Depois da pescaria e da revelação de ser um extraterrestre infiltrado entre nós, George, ou Valtar como se chamava, passou muitas informações a Edwin W., que as relatou anos depois ao investigador Carl Von Vieden, que trabalhava na MUFON:

Valdar me falou muito sobre o seu planeta natal, Koldas, e sobre uma
confederação de planetas ou civilizações avançadas. Me disse que um outro ser do planeta dele, chamado Wy-Ora, também havia passado dois anos aqui e liderava um comitê de seres espaciais designado para o planeta Terra.

Valdar disse: “Se vocês terráqueos soubessem quantos visitantes do espaço estão entre vocês, ficariam muito surpresos.”

Segundo ele, quase todos os países são visitados por eles. Todos esses
visitantes do espaço são voluntários, que são primeiramente treinados na língua e costumes do país que visitam. Quando eles são desembarcados em algum lugar isolado, eles são recebidos por pessoas da Terra, que foram preparadas para a sua chegada. Então eles vivem e circulam entre nós, às vezes por anos. Obviamente, eles têm que esconder suas verdadeiras origens extraterrestres, mas é fácil para eles pelo fato de que eles podem parecer idênticos a nós.

Como sabemos que suas intenções são pacíficas? Bem, em mais de uma
ocasião Valdar enfatizou o fato de que eles vêm em paz. Eles estão por aí há milhares de anos. Se eles tivessem realmente qualquer intenção agressiva, poderiam ter invadido nosso planeta há muito tempo, mas seres hostis do espaço existem e fui avisado sobre eles em ocasiões diversas. Mas esses seres não são da Confederação dos Doze Planetas, de onde Wy-Ora e Valdar vêm.

Nos dois anos em que estivemos juntos, Valdar me contou muitas coisas
sobre a vida na Confederação. Ele era gentil e atencioso. Também era muito forte fisicamente. Eu me lembro de uma ocasião na fábrica quando uma máquina pesada teve que ser movida. Normalmente, eram necessários quatro homens para pegá-la e trocá-la. Valdar, discretamente, pegou a máquina sozinho e colocou-a onde ela era
necessária!!!!

Então, depois de ficar cerca de dois anos, Valdar me disse: “Está na hora do meu retorno”.

Foi um dia triste, de fato, quando o levei de carro para a baía de
Richards antes de Páscoa naquele ano. Valdar afirmou que ele tinha que estar em um local perto de um afloramento de rochas na praia, às 22 horas.

“Será maré baixa e a praia será mais larga”, disse ele.

Às 22 horas, a praia estava deserta. Este trecho do litoral era
frequentemente visitado por turistas, mas estávamos sozinhos naquela noite. Valdar portava uma roupa azul-clara apertada. Parecia para mim como um macacão com um fecho de um lado de cima para baixo. Valtar disse que era feita de um material especial – protegia da radiação no espaço.

Uma luz veio em nossa direção sobre o mar, aumentando de intensidade à medida que se aproximava. Agora eu podia ver a forma claramente, como um disco com uma cúpula no topo. A cúpula tinha janelas através das quais uma luz brilhante brilhava. Eu avistei uma figura em uma das janelas.

Antes que a nave se aproximasse muito, Valdar me disse para me afastar o máximo possível, já que não estava usando roupa de proteção. Então, recuei para o lado das dunas.

Mas antes de nos separarmos, apertamos as mãos e as últimas palavras de Valdar foram: “Eu vou ficar longe por um bom tempo, mas vamos nos
encontrar novamente”.

Quando a nave chegou mais perto, pude ver o quão enorme era. Devia ter perto de 50 metros de diâmetro (Isso eu verifiquei mais tarde, quando voltei ao local com uma fita métrica e medi a distância entre alguns pontos de referência que eu lembrei.)

A embarcação estava na praia. Ela começou a se elevar. Ouvi um zumbido baixo e então a nave se elevou e partiu. Tudo acabou em cerca de um minuto. Seu exterior era de cor cinza-aço mas brilhante. Não se via nenhum rebite ou junção ou solda, parecia um molde completo, como dois discos colocados um sobre o outro.

(Fonte)


Embora o caso tenha suscitado dúvidas sobre a autenticidade por parte de
alguns pesquisadores, o ufólogo Vlierden não viu em Edwin um sujeito que queria aparecer ou ganhar dinheiro com a história. Também descobriu que uma pessoa chamada George havia trabalhado dois anos na fábrica em que Edwin trabalhou.

No dia em que a nave teria levado George, várias pessoas perto da praia
relataram ter visto uma grande luz alaranjada fazendo manobras pela área, o que é um indicio adicional de que um OVNI efetivamente havia estado nesse mesmo local onde, segundo Edwin, os aliens vieram buscar Valdar.

Essa é uma história interessante. Particularmente me chamou a atenção um
detalhe informado pelo tal alien Valdar a Edwin H.: “Quando eles [os aliens] são desembarcados em algum lugar isolado, eles são recebidos por pessoas da terra, que foram preparadas para a sua chegada.

Eu conheço um caso em Porto Alegre, relatado a mim por e-mail, no qual a
pessoa conta sua incrível experiência em 1972. Segundo ela, teria sido convidada para um jantar por uma mulher loura, que conhecera no escritório em que trabalhava a sua irmã, e que era colega de trabalho dela.

Nesse jantar, a mulher loura lhe apresentou a outras três pessoas. Uma delas era um pouco estranha, excessivamente branca e bem alta. Os outros dois se identificaram como pertencendo à Ordem Rosacruz, e segundo eles o homem alto era um alienígena, que teria chegado um dia antes em um disco voador que pousou na cidade.

Para comprovar o que diziam, esse indivíduo fez algumas manipulações
incríveis de objetos, aparentemente usando a mente, e pouco depois uma nave apareceu na altura da janela do apartamento, lançando um raio de luz que deixou a testemunha desacordada.

Então, aqui temos o mesmo relato do caso de Edwin W.: pessoas humanas
recebendo o alien deixado aqui. No caso de Porto Alegre, Rosacruzes, portanto pessoas mentalmente mais aptas a um contato e a uma acolhida em segredo.

Isso é interessante, pois pode ser associado ao que disse o alien a Edwin W.: “recebidos por pessoas da terra, que foram preparadas para a sua chegada.”

Uma segunda fonte a ser considerada é um visitante aqui do OH, chamado
Charlie Alfa, segundo o qual conheceu nos anos 70 um indivíduo que dizia ser um humano encarregado de receber alienígenas que vinham à Terra e circulavam por aqui.

Eis o relato de Charlie Alfa:

Conheci este caso de perto e já conhecia Barbosa antes desse evento
marcante para a história da Ufologia e da própria cidade de Casimiro de Abreu.

Edilcio Barbosa era um cara sério, calmo, simples e misterioso. Segundo ele próprio revelou, nunca sabia onde poderia estar no dia seguinte,
porque ele era um “agente” dos “extras”, encarregado de providenciar aluguel de imóveis para eles em suas missões na Terra e isso era em todo o mundo!

Na época, ele tinha como endereço um apartamento na Praia do Flamengo. Ele desaparecia por tempos e era sempre ele quem fazia contato.

Desde a primeira vez que ele apareceu na base de um grupo do qual eu fazia parte, houve uma grande expectativa quanto à ocorrência desse encontro, embora não conhecêssemos quase nenhum detalhe, mas sabíamos que seria algo de alto risco se a notícia se espalhasse como se espalhou.

Certa vez ele avisou que viria acompanhado de uma mulher extraterrestre, causando enorme expectativa nos membros do grupo.

E veio mesmo!

Não era nada diferente das garotas que vemos por aqui e passaria e passa despercebida facilmente no meio da multidão. A jovem era linda, simpática, não muito alta, pele morena, sorridente, cabelos lisos e presos em rabo de cavalo, roupas normais. Seu rosto lembrava uma egípcia, com olhos levemente oblíquos, um pouco parecida com aquela que figura em vídeos como tendo sido encontrada dentro de uma nave acidentada na Lua há milhares de anos, só que mais bonita e de feições mais refinadas.

Não falou absolutamente nada; apenas sorria.

De nossa parte, curiosamente ficamos “travados” naquele momento e sequer ousamos perguntar maiores detalhes sobre ela, talvez porque deveria ser assim mesmo…

Seu olhar era penetrante de tal forma que todos percebemos que, quando ela olhava em nossos olhos, suas pupilas faziam estranho movimento, como que ‘dançando’, como se quisesse sondar o que havia em nosso interior.

Foi a última vez que vi Barbosa.

Eu só não entendi porque eles não foram capazes de avaliar que uma
possível histeria popular poderia resultar em uma tragédia.

Para se ter uma ideia, nós também íamos para lá, mas dois dias antes, não existiam mais ônibus para locação em nenhuma empresa do RJ! Estavam TODOS alugados e estávamos sem carro.

Se observarem bem, em relação àqueles “dez mandamentos”, vários foram infringidos, tais como não levar crianças, não ingerir bebida alcoólica, não fumar. E o que se viu foram pessoas fumando até maconha e bebendo cerveja etc. Tinha gente demais da conta e fora de seu juízo perfeito!

Desconheço essa estatística, mas acho que eles não abduzem quem fuma,
bebe ou cheira. Talvez seja essa uma forma eficaz de se precaver de uma futura abdução… rsrs

Isso é uma coisa muito séria! Essa é, talvez, a maior dificuldade que eles terão se e quando pretenderem fazer contato programado e em larga escala, pois, se num primeiro momento as pessoas se comportam em clima de ‘paz e amor’, logo em seguida, ante a abertura de uma porta ou mesmo na própria aproximação da nave, as coisas podem fugir ao controle, por isso a operação foi abortada, mas uma nave esteve presente naquela região.

O contato deverá ser progressivo, no princípio, limitado a poucas pessoas.

Depois disso, mais uma vez Barbosa desapareceu e só viemos saber o que aconteceu com ele pelos jornais. Havia rumores de que ele foi vítima dos extras do mal…

Todos esses diferentes casos, envolvendo experiências em diferentes épocas, pessoas que frequentam o OH, associados ao caso de Edwin H., sugerem algo interessante: alienígenas que chamamos nórdicos tem estado entre nós, vivendo e até trabalhando aqui, e são recebidos por humanos devidamente preparados para isso.

Essa é uma situação interessante e parece não se limitar aos nórdicos. O
famoso pesquisador Dr. David Jacobs, a partir de longos anos de investigação, concluiu que os grays tem produzido híbridos cada vez mais parecidos com humanos. Os da última geração são praticamente idênticos a nós… eles estão sendo enviados à Terra para viverem e aprenderem tudo sobre nós. Os grays obrigam abduzidos a receberem e orientarem esses híbridos. Esses abduzidos são manipulados e controlados telepaticamente por esses híbridos, auxiliando-os em tarefas do dia a dia, arranjando um local para morarem e transitando com eles por diferentes locais, de maneira que os híbridos passam a aprender e compreender os inúmeros detalhes desse mundo desconhecido para eles.

Qual o propósito dessa agenda gray? Ninguém sabe ainda…

Com base em tudo isso, a conclusão é que aliens estão vivendo entre nós, e alguns podem mesmo estar sendo recebidos e acolhidos por pessoas escolhidas por eles, pessoas devidamente preparadas para isso. Esse acolhimento pode ser consciente, se eles se revelarem ao “anfitrião” como sendo alienígenas, como foi no caso de Edwin W., mas é possível que em outros casos a pessoa nem suspeite que está conhecendo, fazendo amizade, ou mesmo acolhendo e até trabalhando com um ser de outro mundo!!!!!!

PREDADOR


Se você tem alguma experiência ufológica ou conhece algum caso envolvendo pessoas próximas ou conhecidas, e não quiser contar aqui, escreva para meu e-mail: guyana.luis@hotmail.com

Fonte: https://ovnihoje.com/2019/01/12/um-visitante-estelar-trabalhando-entre-nos-o-caso-valdar/

Policial britânico flagrou "seres extraterrestres" em Agroglifo



É um fato muito curioso e pouco repercutido, mas em 2009 um policial britânico testemunhou supostos “seres alienígenas” inspecionando um agroglifo recém formado em um campo próximo.

Um sargento da polícia local estava fazendo sua ronda, quando notou “seres” incomuns no campo.

O policial encostou seu carro e caminhou até o campo para ver o que estava acontecendo, pois tinha um pressentimento estranho sobre aquilo.  Porém, quando se aproximou dos que pensou se tratar de pessoas, se deparou com seres com quase 2m de altura e com cabelos longos e claros. Então, ao se aproximar o sargento também escutou “o som de eletricidade estática” e o trio fugiu “mais rápido do que qualquer homem poderia fugir“, de maneira quase irreal.

Deixando o local do estranho evento, o policial entrou rapidamente em seu carro e retornou para sua casa, em Marlborough, Wiltshire, e contatou especialistas em paranormalidade, contando a eles o que havia visto.

De maneira previsível, o policial na época se recusou a comentar com a imprensa e com outros ufólogos, declarando que “isso é um assunto pessoal!

O policial solicitou apoio de Andrew Russel, que é um investigador britânico de agroglifos.  Andrew descreveu em detalhes o que o policial viu naquele estranho dia:

“Primeiramente, ele pensou se tratar de policiais forenses, pois estavam vestidos com macacões brancos.  Ele parou seu carro e se aproximou do campo.  ‘As figuras tinham mais de 1,8 metros de altura e cabelos loiros.  Eles pareciam estar inspecionando a lavoura. Quando ele chegou na beira do campo, escutou o que acreditou ser um som não diferente de eletricidade estática.

“Este som de estalos parecia estar passando por todo o campo e a plantação estava se movendo delicadamente, próximo de onde o ruído vinha.

“Ele gritou para os elementos que, inicialmente, o ignoraram, nem olhando para ele.  Quando ele tentou entrar na plantação, eles levantaram suas cabeças e começaram a correr.

“Ele disse: ‘Eles correram mais rápido que qualquer homem que eu já tenha visto.  Não sou nenhuma lesma, mas eles estavam se movendo muito rapidamente. Olhei para outro lado por um segundo e quando olhei de volta eles tinham sumido.  Então fiquei assustado.  O ruído ainda estava ao redor, mas fiquei nervoso e fui para o carro.  Pelo resto do dia, tive uma enorme dor de cabeça e não pude continuar a trabalhar’ “.

Este estranho incidente aconteceu em 6 de julho, quando o policial estava dirigindo por uma estrada.  Aparentemente os três elementos altos estavam inspecionando um agroglifo na plantação.  Eles todos pareciam profundamente interessados e estavam analisando o agroglifo.  Teriam sido eles que fizeram o agroglifo, ou possivelmente foram seus colegas de longe?

O agroglifo já estava no campo dias antes deste incidente.

Um outro especialista em agroglifos, Colin Andrews, que investigou o incidente junto com Andrew Russell, disse acreditar na história do policial e não vê nenhuma razão para ele ter inventado essa história.

Estou bem convencido que o policial teve uma experiência aquele dia e uma que ainda não exploramos em sua totalidade.“ – Afirmou ele.

Algumas pessoas suspeitam que o policial testemunhou a presença de ‘Alienígenas Tall Whites’. Ou ‘Brancos Altos” têm até mesmo sido reconhecidos por Edward Snowden, o qual acredita que eles estejam em contato com o nosso planeta e monitorando nossos movimentos.

2009 Foi marcado por muitos agroglifos naquela região específica da Inglaterra.

Contudo, é muito interessante o fato deste avistamento ter ocorrido em Wiltshire. Pois, esta é uma área bastante ativa com agroglifos e avistamentos de OVNIs. Enfim, surge a questão: Seriam os seres flagrados pelo policial os autores destes pictogramas? Ou estariam eles apenas curiosos quanto ao tipo de mensagem que aquelas marcações representavam e quem de fato foram os responsáveis por elas?

Certamente, muitas pessoas ainda alegam que agroglifos não passam de farsas elaboradas por estudantes desocupados ou fazendeiros bêbados. No entanto, olhando para a grande quantidade de detalhes, nota-se claramente ser impossível para quaisquer humanos criarem tal espetáculo. Até mesmo, de uma hora para outra como em um caso ocorrido no Brasil.

Aqui no Brasil, o fenômeno agroglifo chegou tarde. A se considerar que os primeiros registros pictográficos percebidos nas plantações são do início dos anos 70.

Então, no distrito de Ipuaçú, localizado no estado de Santa Catarina o fenômeno vem se apresentando com regularidade todos os anos desde 2016. Contudo os agroglifos brasileiros apresentaram anomalias como infertilidade do solo e emissão de pulsos eletromagnéticos. [Revista UFO]

Fonte: https://www.outromundo.net/policial-flagrou-aliens-em-agroglifo/

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Globalistas Planejam Escurecer o Sol - (Oculto Revelado)

Figura parnaibana diz ter sofrido tentativa de abuso por alienígenas



Uma figura bastante conhecida da cidade litorânea do Piauí diz ter sofrido assédio e até tentativa de estupro por parte de ET's. O caso foi parar até na delegacia, pois o mesmo relata ter feito registro de boletim policial.

Segundo ele, mais conhecido como Machado O gritador, andava em sua bicicleta pelas redondezas do centro, pelas 21h da noite, quando avistou um clarão e de lá uma forte imagem de um personagem desses de filme. O mesmo diz ter pensado ser uma brincadeira e continuou pedalando no sentido contrário.

Machado conta que neste momento um ser com cabeça grande e 7 dedos em cada mão surgiu em sua frente como um raio e pediu que ele tirasse suas vestes.

Machado ainda conta que acordou só meia hora depois, desnorteado e sem seus pertences debaixo.

Fonte: https://leiaparnaiba.blogspot.com/2019/01/figura-parnaibana-diz-ter-sofrido.html?fbclid=IwAR0JSjLpECbNRTMJhN1HpC3rpH4lcVaTU-wcrNhFy1TvzgW18wZ0hUPgUwE

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

O caso Exeter que inspirou o filme Contatos Imediatos de Terceiro Grau



O caso Exeter foi tão incrivel na época que serviu de inspiração a Stephen Spielberg para produzir o filme intitulado "Contatos Imediatos de 3 Grau" ! Os eventos são realmente impactantes e são uma grande prova de que existe mais coisas do que podemos imaginar ..

Em 3 de Setembro de 1965, ocorreu um dos mais importantes casos da Ufologia .  Tudo começou por volta das 2 horas da manhã e envolveu dois policiais da localidade de Exeter, New Hampshire, e um morador local. A repercussão do caso foi tão grande na época que chamou a atenção das autoridades e da mídia. A Força Aérea dos Estados Unidos investigou profundamente o caso, através de seu projeto Blue Book, e utilizando-se de seu protocolo padrão tentou inutilmente desmistificar o caso que permaneceu um mistério até os dias de hoje .

A primeira testemunha do incidente, o jovem Norman Muscarello, estava pedindo carona na estrada que vai de Amesbury, Massachusetts, a Exeter, New Hampshire, onde morava. Naquele horário havia poucos carros transitando na rodovia 150, sendo que Norman percorreu parte do caminho a pé. A aproximadamente 3 quilômetros de Exeter, Norman observou luzes misteriosas avermelhadas, de grande tamanho, surgindo por trás da escura floresta que cercava o local . O estranho objeto pairou sobre uma casa próxima, propriedade de Clyde Russel, iluminando-a com uma intensa luz avermelhada. O objeto era bem maior do que a residência sobre a qual pairava, tendo um tamanho estimado de 30 metros de comprimento. Ao longo da fuselagem do objeto haviam luzes vermelhas que piscavam constantemente . Era uma visão sem duvida bizarra e inacreditavel !!

O estranho OVNI seguiu na direção da testemunha que assustada jogou-se em uma valeta lateral da estrada. Ao olhar novamente na direção da residência, Norman percebeu que o objeto havia desaparecido completamente de seu campo de visão . Ele correu em direção à casa da família Russel para verificar se estavam bem, mas ninguém da familia atendeu à porta. Ele então foi para à estrada e sinalizou para um carro que passava no momento. Um casal deu-lhe carona até Exeter onde chegou rapidamente, totalmente em panico e assustado com o que tinha presenciado. Ao chegar na delegacia narrou todo o evento para eles .

O oficial de plantão, Reginald Toland, de início não deu muito credito ao relato do rapaz, porem resolveu chamar um carro de patrulha pois notou que ele estava realmente muito assustado . O policial patrulheiro Eugene F. Bertrand, logo ao chegar à delegacia relatou que durante sua patrulha encontrou um carro parado numa rodovia e dentro dele uma senhora apavorada por ter sido seguido por um cintilante objeto de luz vermelha intensa. Ela foi seguida por 20 Km, de Epping, New Hampshire até as proximidades de Exeter, onde desapareceu em alta velocidade em direção ao céu. Em seguida, Bertrand e Muscarello seguiram para a região onde o jovem havia observado o aparelho.

Ao chegar na area onde o incidente ocorreu, tudo parecia estar em ordem. Bertrand contatou Toland pelo rádio. Em seguida seguiu com Norman em direção à propriedade de Carl Dining verificando que tudo estava em perfeita ordem. Bertrand acreditava na possibilidade de Muscarello ter visto um helicóptero com canhão de luz ligado e tentava convencê-lo disso. O jovem negou esta possibilidade pois conhecia bem helicópteros e aviões e não teria confundido. Durante esta discussão, cavalos que estavam num curral próximo começaram a relinchar e a dar coices, ao mesmo tempo em que cachorros das redondezas começaram a uivar e ficar agitados . Um clima macabro e assustador começou a pairar, foi nesse momento que o objeto reapareceu de repente .

Desta vez, Norman Muscarello e Bertrand observaram o OVNI surgir por trás de algumas árvores. Era redondo e bem brilhante e foi lentamente se aproximando das testemunhas. Bertrand, assustado, sacou sua arma e ficou pronto para disparar, mas desistiu e puxando Muscarello pelo braço seguiu em direção ao carro para se proteger. Ao chegar no veículo contatou a central e impactado com o avistamento relatou o que estava acontecendo. O objeto, por sua vez manteve-se flutuando a 100 metros distância, a 30 metros de altura, silenciosamente e piscando suas luzes avermelhadas iluminando bastante tudo ao seu redor . As luzes eram tão intensas que era impossível estabelecer com exatidão a forma do objeto. “Era como tentar descrever um carro à noite com os faróis acesos diante dos seus olhos”, declarou mais tarde. O clima de terror só aumentava a cada segundo, seria uma noite inesquecivel para todos alí !!

Devido ao estado de espanto demonstrado pelo rádio, um outro patrulheiro preocupado chamado David Hunt, resolveu seguir até o local onde o avistamento estava ocorrendo. Ao chegar ao local o objeto ainda estava lá era sem duvida uma visão unica . “Eu vi mesmo aquelas luzes pulsando. Ouvi os cavalos agitando-se na estrebaria. Os cachorros latindo e correndo de um lado para o outro. Aí ela começou a se mexer, devagar, logo acima das copas das árvores. Enquanto fazia isso, balançava. ERA ALGO DE DAR ARREPIOS . Isso é coisa que um avião não é capaz de fazer”, declarou mais tarde .

Eugene Bertrand, apesar da estranheza do evento, tentava manter os pensamentos em ordem. “Sua razão lhe diz que aquilo não pode ser verdade, mas você continua vendo. Eu dizia ao Dave: O que é isso Dave? O que você acha? Ele dizia não sei. Nunca vi um avião assim, sei que eles não mudaram tanto desde a minha baixa”. Eugene Bertrand foi oficial da Força Aérea Americana, portanto muito apto a reconhecer aeronaves civis e militares. Resumindo era uma testemunha altamente confiavel, e seria impossivel que fosse ver algo que não reconhecesse no ceu

O objeto seguiu em direção a leste desaparecendo sobre o Oceano Atlântico. Pouco depois, um avião B-47 passou sobre o local em direção a Base Aérea de Pease. A diferença era muito clara entre o OVNI e a aeronave comercial .

Nesse meio tempo, o oficial de plantão Toland, recebia inumeras ligações relatando novos avistamentos do objeto misterioso . Uma das ligações era realizada por uma telefonista que atendera um homem que estava tão assustado que mal conseguia descrever o que estava ocorrendo. Não sabe-se se a ligação caiu ou o homem fugiu depois de declarar à telefonista que um disco voador brilhante e avermelhado estava se aproximando de sua posição. A ligação havia sido realizada a partir de um telefone público na região de Hampton, a 12 quilômetros a leste de Exeter. Após receber este relato, Toland comunicou policiais da área de Hampton e da base aérea de Pease. Um cenario de invasão extraterrestre, bem parecido como nos filmes começou a ganhar forma na noite em questão . "Algo inexplicavel estava ocorrendo"

No dia seguinte, oficiais da Força Aérea Americana entrevistaram os envolvidos mas não prestaram qualquer declaração. A mídia acompanhou com entusiasmo o caso, divulgando o evento nos dias seguintes. Não tardou para que céticos se manifestassem negativamente em relação ao caso. Um repórter local publicou uma versão em que atribui o avistamento do OVNI à um piloto que costumava voar na região de Exeter puxando uma faixa publicitária iluminada. Em sua versão ignorou a ausência de detalhes, a capacidade de pairar estaticamente sobre qualquer local e a intensidade luminosa do OVNI. Mais tarde, durante investigações contatou-se que o avião alegado encontrava-se em terra no momento em que se deu o episódio.

Algum tempo depois, a USAF emitiu outra versão, tentando desacreditar o caso. Nesta versão alega que o objeto observado era na verdade um B47 aproximando-se para pouso na Base. Essa explicação foi rapidamente refutada pois todos na cidade estava acostumados com a presença deles, visto que em Pease, era sede de um esquadrões de B47 e de B-52. Além disso, outras testemunhas do OVNI de Exeter denunciaram a presença de aviões de caça que realizaram manobras no local por volta das 2:30 (O incidente com os UFOs iniciou as 2:00, possivelmente mostrando o interesse de interceptar os objetos, já que após meia hora caças foram enviados para investigar) . A Base Aérea de Pease não era sede de esquadrões de caças, portanto estes aviões foram enviados de outra base aérea com objetivos claros logo que o OVNI surgiu sobre a região.

O chamado Incidente de Exeter permanece como um dos mais importantes casos da Ufologia, e como um exemplo claro do modus operandi do governo americano em sua política de acobertamento de fatos ufológicos.

fonte

Leia mais: https://www.new-age-gamer.com/news/o-caso-exeter-que-inspirou-o-filme-contatos-imediatos-de-3-grau/?fbclid=IwAR2UYhZ_dnubYjdkbkvitlLb0dQnNctJOfv15O6XZAJjdfME8CupufvawTs

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Operadora de rádio conta suas experiências com extraterrestres em Feira de Santana (BA)

Arquivo Ovni: Dona Milu - Operadora de rádio conta suas experiências com extraterrestres em Feira de Santana (BA)

maio 15, 2018


Matéria publicada no Jornal A Tarde Municípios- Salvador-Ba em 06/03/98
Feira de Santana (Zanir Porto, da Sucursal) - Há 49 anos trabalhando como operadora de transmissor da Rádio Sociedade de Feira, primeira emissora de rádio do estado fora da capital (que no dia 7 de setembro completará 50 anos de fundada), dona “Milu” (Maria Amélia Souza Gomes) acompanhou de perto todas as etapas de desenvolvimento da rádio, guardando boas lembranças de diretores e radialistas com os quais teve a oportunidade de conviver.
Mais do que isso, os seus quatro filhos e dois dos seus netos nasceram próximo aos transmissores da Rádio Sociedade, no bairro Santa Mônica II,onde ela diz ter visto naves alienígenas e até conversado com um extraterrestre.
Aos 73 anos,mostrando invejável disposição para o trabalho - só se queixa de dores vocacionais na coluna-, dona Milu é um símbolo do rádio em Feira de Santana. Natural de Ipirá, ele chegou a Feira em 1948, quando a Rádio Sociedade era inaugurada pelo comerciante Pedro Matos. No ano seguinte foi trabalhar com o marido, Rosalvo Ferreira Cunha (falecido), nos transmissores da emissora, na época localizados no antigo Campo do Gado,área onde hoje fica o Fórum Filinto Bastos.
Extraterrestres

A mais antiga operadora de transmissor de rádio da Bahia (ganhou um troféu por isso) já teve experiência com alienígenas. O local ermo, onde fica o parque de transmissores da Rádio Sociedade, fora do centro da cidade, e a radioatividade que existe na área em razão da radiofreqüência dos transmissores, além da concentração de energia elétrica, podem ser os fatores que atraem esses visitantes.
Ela conta casos, como o da “bola de fogo” pousada sobre um grande reservatório de água que fica a 100 metros dos transmissores. Os vários objetos luminosos e misteriosos que ela já viu com a família,além de um “homenzinho” de cerca de 60 centímetros, todo de branco, que ela encontrou na estrada do transmissor, após a passagem de uma nave desconhecida.
Isto aconteceu na década de 80, por volta de um hora da madrugada,quando ela foi dar um recado em uma casa próxima ao transmissor. “Era um homem,pequeno,cerca de 60 centímetros, todo e branco, encostado na cerca”. Dona Milu garante que não teve medo,mas católica como é, falou ao homenzinho que nem se mexeu: “Chega pra lá Exu”.Todavia nenhuma experiência é comparável à ocorrida num verão do final da década de 70.
“Era uma tarde de domingo, calor intenso. Eu estava sentada na porta dos transmissores com meus netos Anderson e Gersivan,hoje com 21 e 22 anos.
De repente um aparelho desceu próximo a um poste de energia elétrica dentro da área dos transmissores. Fui até o local,com os dois meninos, havia um aparelho, que parecia uma motocicleta, sem rodas e maior, todo fechado.
Ao lado estava um rapaz, parecia ter uns 22 anos, magro pescoço comprido, pele feia da cor de formiga, como se fosse enrugada e usava um capuz. Uma das mãos, que estava, visível, só tinha os dedos até as falanges.
Lembrei logo de Roquinho, um rapaz de Ipirá, que havia perdido os dedos em um acidente, só que no caso do desconhecido a mão parecia normal”
, relata Dona Milu.

A seguir veio um diálogo que ela reproduz:
“Eu perguntei, algum problema? Ele respondeu: faltou combustível. Então eu perguntei, tenho óleo diesel, serve? Ele disse sim. Fui então até o transmissor coloquei cinco litros em um galão (que até hoje ela guarda) e voltei.

Ele entrou no aparelho colocou o óleo me devolveu o galão e o aparelho começou a subir. Anderson, que era mais traquina ficou pendurado no aparelho, que subia e descia.
Eu ainda peguei uma pedra e fiz que ia atirar no menino para que ele soltasse o aparelho que subiu em alta velocidade e evaporou (desapareceu)”.

Dona Milu garante que “esqueceu” totalmente o caso durante vários anos e só há pouco tempo, seus netos, agora dois rapazes, lembraram o fato.
“Foi aí que eu comecei a me lembrar daquele aparelho estranho,que parecia uma moto grande, e do moço magro, encapuzado e com os dedos cortados. Mas meus netos pediram para mantermos o caso em segredo,com medo que nos considerassem doidos”, conclui dona Milu.


FONTE: Jornal A Tarde Municípios- Salvador-Ba com pesquisas de Alberto Romero e demais membros do grupo ufológico UfoBahia.

Fonte: https://ufos-wilson.blogspot.com/2018/05/arquivo-ovni-dona-milu-operadora-de.html?fbclid=IwAR0YHnh87HetMPgez1aXSZp_W1Nfqb7YGkyHLW7xWKejKLo25MG-oRTBSmc

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Caso de abdução ocorreu no Canadá este mês (12/2018)


Caso de abdução ocorreu no Canadá este mês

O artigo abaixo, que foi publicado no site orionsunset.com, apresenta aquilo que uma mulher canadense teria passado durante sua alegada experiência de abdução por alienígena.

Embora não haja comprovação alguma de que o evento, ou mesmo a testemunha sejam reais, é importante colocar estas informações aqui para que pessoas que tenham passado por experiências similares possam comparar os eventos.

Veja:

Abduzida pela primeira vez

Essa abdução por alienígenas foi relatada por uma mulher de 28 anos que mora em Toronto, no Canadá. Tanto quanto ela sabe, esta é sua primeira experiência em ser uma abduzida alienígena. Ela disse que o sequestro aconteceu durante a noite de sexta-feira, 14/12/2018. Ela não sabe exatamente quanto tempo durou a experiência. Suas lembranças da abdução são nebulosas na melhor das hipóteses. Felizmente, ela foi corajosa o suficiente para tentar encontrar a verdade sobre a experiência, em vez de simplesmente ignorá-la, como muitas pessoas fazem.

Não é um sonho, mas um pesadelo

Nossa testemunha estava dormindo e tudo parecia normal. Ela teve o que ela presumiu que era um sonho estranho no começo. A menina teve o que descreveu como uma experiência fora do corpo. A um dado momento, ela sentiu como se pudesse se ver na cama. De repente, os cobertores lentamente se afastaram dela como se uma pessoa invisível estivesse puxando-os. Seu corpo foi rolado de modo que ela estava deitada de costas. Depois disso, ela começou a flutuar em direção ao teto. Ela se lembra de estar preocupada com o fato de ficar presa no telhado, mas seu corpo passou direto pelo topo da casa. Ela também se lembra de ter pensado que deveria estar sonhando, mas depois percebeu como era estranho pensar que estava sonhando, enquanto está sonhando.

A bordo de um OVNI em uma sala de exame alienígena

Alienígenas estão definitivamente experimentando em seres humanos!
A próxima coisa de que a abduzida se lembra é entrar no que parecia ser uma sala de exames. Ela tentou olhar ao redor e ver o que estava acontecendo, mas não conseguiu mover o pescoço. Ela sabia que não estava sozinha na sala, mas não conseguia ver quem mais estava lá com ela. Neste ponto, ela perdia e recobrava a consciência o tempo todo, tentando ao máximo lembrar o que estava sendo feito com ela. Sua experiência não foi dolorosa, mas ela se lembra de ter sentido pressão em diferentes partes de seu corpo.

Uma decisão importante

A próxima coisa que a nossa testemunha de abdução lembra, é que ela estava sentada na sua cama com o Sol a nascer. Nesse ponto, ela percebeu que tinha uma decisão muito importante a tomar. Ela sabia lá no fundo que o que ela tinha passado durante a noite não era nenhum sonho. Ela também sabia que admitir isso para si mesma significava que ela pareceria louca aos olhos de qualquer um que ela compartilhasse sua experiência.

Alienígenas existem

Se isso não era foi sonho, então significava que alienígenas realmente existem. Não só esses alienígenas existem, mas eles podem levar qualquer um que queiram, a qualquer hora, e não há nada que possa ser feito para detê-los. Todos nós sabemos o que é acordar de um sonho ruim e ficarmos felizes quando percebemos que tudo era apenas um pesadelo. Infelizmente, essa abduzida disse que soube instantaneamente que sua abdução não era um sonho. Ela não consegue explicar como ela sabe disso. Ela apenas nos disse que você sabe, quando você acorda, se o que você experimentou era um sonho ou não. Ela nos disse que essa experiência é apenas algo que você tem que passar para entender. Somos gratos por sua bravura.

Fonte: http://ovnihoje.com/2018/12/19/caso-de-abducao-ocorreu-no-canada-este-mes-12-2018/

Disco voador gigante sobre Manaus: Uma história apagada pelo tempo, mas ainda na memória de testemunhas


Disco voador gigante sobre ManausImagem meramente ilustrativa, não relacionada ao caso. C’redito: Revista UFO

No final de outubro de 1974 (pelo que andei pesquisando o fato teria ocorrido entre 27 e 30 daquele mês), um evento extraordinário ocorreu nos céus de Manaus, entre o entardecer e a noite: uma imensa nave sobrevoou lentamente a cidade por várias vezes. Nesse espaço de tempo, pessoas de todos os cantos da cidade presenciaram, abismadas, o imenso objeto.

Manaus então era uma cidade pequena ainda (com uns 300.000 habitantes eu acho; hoje tem quase 2 milhões), provinciana. Muitos bairros tinham iluminação precária e a vida era tranquila. O avistamento de uma nave daquele tamanho não conseguiu ser bem assimilado pela maioria; algo que quebrava os paradigmas, a razão, as crença; algo que assim precisou ser esquecido, uma forma de lidar com o inexplicável, o desconhecido, como
entende o Pastor Caio Fábio, conhecido nacionalmente e na época um jovem estudante.

E assim, a história, depois de ter ganho as manchetes de jornais da época por vários dias tamanho foi o assombro de milhares de pessoas que viram o objeto imenso sobrevoando a cidade, acabou no esquecimento. O tempo se encarregou de apagar da memória e as próprias pessoas entre a dúvida sobre o que seria aquilo e o apego à razão e ao senso comum
marcado pela religiosidade, ou pela simples negação de existir algo inexplicável que poderia ser visitantes de outro mundo, acharam melhor deixar para lá e tocar a vida.

Não fosse uma alma inquieta, um espírito sempre avesso à acomodação, o Pastor Caio Fabio, como revela sua autobiografia, era um jovem rebelde, às vezes provocador, e com certeza de que aquilo que viu com centenas de outros colegas de escola naquela noite de verão não podia ter sido simplesmente jogado num canto da memória. Foi graças ao seu relato, disponível no Youtube, que hoje sabemos da história. E, em razão disso, outras pessoas se manifestaram na Internet, comprovando o relato, seja em razão de avistamento pessoal ou de parentes.

Mas vamos ao relato pessoal do Pastor Caio Fabio, que está no livro de sua autobiografia, em um capítulo próprio:

A aula de física estava acontecendo. O relógio marcava aproximadamente nove e meia da noite.

— Meu Deus, o que é aquilo ali no céu? — perguntou em tom de total estupefação um rapaz sentado próximo à janela da sala.

Todos nós, inclusive o professor, corremos para uma das janelas, de onde vimos que no pátio em frente à escola já havia uma pequena multidão, olhando para o céu, em silêncio e perplexidade.

— O que é aquilo Jesus? Será um sinal de Tua vinda? Como é que eu posso entender esse espetáculo à luz de Tua existência como Senhor de tudo e todos? — perguntei a Deus em choque com aquilo que estava ali, bem em frente a todos nós e para cuja realidade não tínhamos nenhuma explicação plausível.

— Não é avião, nem helicóptero, e muito menos balão meteorológico — disse o professor.

A coisa que pairava no céu, como se fosse uma imensa rocha cheia de luz, não era lisa nem uniforme em sua aparência. Na verdade, parecia uma imensa traça de parede, só que porosa e com irregularidades em seu corpo, como se fosse o dorso de um animal pré-histórico.

A luz saía de dentro da coisa como se vazasse de seus poros. O movimento era lento, porém visivelmente determinado. O objeto passou bem devagar no céu em frente à escola. Sua distância em relação a nós parecia ser de uns três mil metros, mas a sensação de tamanho que aquilo passava era esmagadora. Lembrava alguns dos aparelhos estranhos dos filmes Star Trek. Era como se uma enorme base interplanetária, do tamanho de uns três Jumbos colados um ao outro, estivesse cruzando lentamente o céu de Manaus.

O espetáculo durou cerca de dois longos minutos. Depois, o objeto fez a curva, ganhou velocidade com uma propulsão extraordinária e desapareceu na direção do horizonte escuro como breu do rio Negro.

Fiquei completamente chocado com o episódio.

— Professor, o que era aquilo? — perguntei.

— Não tenho a menor ideia. Mas que não era qualquer coisa que a gente conheça neste planeta, isso eu sei que não era — ele respondeu com humildade, consciente de suas limitações humanas.

Pedi licença e saí da sala. No pátio não se falava em outra coisa.

— Era disco voador, cara! — diziam uns.

— Que nada, era algum supermeteoro — afirmava outro.

— Tá maluco, bicho, meteoro num cai assim, passeando e fazendo manobras lentas na frente da gente. Aquilo ali tinha movimento inteligente — dizia um outro com olhos cheios de mistério.

Fosse o que fosse, causou-nos um imenso impacto.

Montei na moto e corri para a casa de Alda, na Capitania dos Portos, bem às margens do Negro. Quando cheguei lá, encontrei-a com os irmãos, os pais e os marinheiros, enfim, com todo mundo, do lado de fora, olhando para o céu.

— Cê viu a coisa? Que incrível! — disse Rose, irmã mais nova de Alda.

Conversando com eles é que vim a saber que aquela aparição demorara muito mais do que eu havia imaginado, e que as evoluções daquele objeto tinham sido mais longas e sofisticadas do que tínhamos percebido lá da janela da escola. Na verdade, parece que o que vimos foi apenas o final daquelas demonstrações misteriosas.

Para Alda e para muitas outras pessoas na cidade, o espetáculo durara pelo menos uns seis ou oito minutos, e houve idas e vindas daquela manifestação, ora desaparecendo no horizonte, ora reaparecendo suave e majestosamente, exibindo-se ante os olhos estupefatos de milhares de amazonenses.

No dia seguinte, os jornais amanheceram cheios de histórias sobre as visões coletivas da noite anterior. Estranhamente, não havia fotografias ou filmes de nada. Apenas o testemunho de milhares de pessoas é que permitia à própria cidade falar daquilo sem que ninguém se sentisse ridículo.

A descrição do pastor é interessante: o objeto não era uma nave tradicionalmente relatada, aquela que parece alumínio, lisa, polida, mas um objeto de textura não uniforme, superfície irregular, rugosa. Mas isso não contradiz a casuística. Sei de outros casos, como um ocorrido no Canadá, onde a testemunha, uma mulher, também fala dessa característica e a nave era igualmente imensa. Talvez seja um padrão de naves-mães, ao contrário dos discos voadores que delas saem e que tem superfícies lisas.

Na Internet, outras pessoas se manifestaram além do Pastor sobre esse evento fantástico que ocorreu sobre Manaus naquele entardecer e noite de 1974:

15 de maio de 2014

José Carlos disse:

Gostaria de saber informações sobre o ovni imenso que cruzou o céu de Manaus em outubro de 1974 visto por mim e milhares de pessoas na época, o mesmo foi tema de notícias de todos os jornais na época por vários dias e hoje pouco se consegue informações sobre o fato até mesmo um vídeo que falaria sobre o assunto não está mais disponível? (sic)

25 de janeiro de 2016

Unknown disse:

Meu pai trabalhava de canoeiro nessa época na beira da Manaus moderna, ele disse ter visto um ovni gigante cruzando o rio negro, ele achou que só ele tinha visto pois não soube de nenhuma notícia na época, isso foi por volta das 17:30 para as 18 hs. (sic)

Como mostra esse último relato, e como disse o Pastor Caio Fabio, apesar dele e a escola terem presenciado a nave gigante por volta das 21h30, ele soube pela namorada que o objeto já estava aparecendo sobre a cidade bem antes. Provavelmente fez diversos sobrevoos entre o final da tarde e a hora em que foi avistado pelos alunos e professores da escola do Pastor Caio Fabio.

O mais estranho é que o Pastor, e outras pessoas, afirmam que os jornais da cidade, na época, tinham manchetes sobre o caso e por vários dias foi objeto de publicações de matérias sobre o evento.

A questão é: existem exemplares para resgatar esse caso tão incrível?

Fiz algumas pesquisas na Internet procurando exemplares disponíveis on line da época. Consegui entrar na Biblioteca Nacional, e procurei jornais de Manaus, encontrei uma seção do Jornal do Commércio de Manaus, que existe desde o final do século XIX. Constatei que existem exemplares de todos os meses desde a época.

Ansioso, entrei no ano de 1974, mês a mês, até chegar a outubro, mês do avistamento em massa na cidade.

Embora os outros meses estivessem completos, NÃO HAVIA NENHUM EXEMPLAR dos últimos dias do mês, JUSTO QUANDO TERIA OCORRIDO O EVENTO!!!

Mas por que os outros meses estavam completos?

A questão que ficou no ar é: teriam providenciado o acobertamento retirando-os da Internet? Haveria algum indício sobre isso?

Essa teoria “conspiracionista” parece ser confirmada quando li na Internet que uma pessoa que teria se interessado pelos relatos resolveu ir na biblioteca pública e também afirmou que NÃO ENCONTROU NENHUM JORNAL DO PERÍODO.

Resta saber se é possível encontrar em algum arquivo privado ou público, ou em alguma empresa jornalística que ainda existe, algum exemplar da época para esclarecer o caso. Se nada houver, isso aumenta ainda mais minha desconfiança que houve um acobertamento.

Se algum morador de Manaus da época que testemunhou o evento ou alguém que tem parentes que viram essa nave imensa sobre a cidade ler essa matéria, gostaria que comentasse e se manifestasse. Seria importante reabrir esse caso esquecido e, talvez, devidamente ocultado do conhecimento das pessoas hoje.

Se você tem alguma experiência ufológica e não quer comentar aqui, pode escrever para o meu e-mail: guyana.luis@hotmail.com. Todo relato é importante para compreendermos melhor o fenômeno OVNI e seus igualmente intrigantes ocupantes.

PREDADOR

Fonte: http://ovnihoje.com/2018/12/19/disco-voador-gigante-sobre-manaus-uma-historia-apagada-pelo-tempo-mas-ainda-na-memoria-de-testemunhas/

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

'Discoporto': como relatos de eventos sobrenaturais levaram cidade brasileira a criar aeroporto para disco voador


dezembro 17, 2018


Barra do Garças, em Mato Grosso, criou um 'discoporto' para facilitar contatos com extraterrestres e atrair turistas
Vinícius Lemos
De Cuiabá para BBC News Brasil
Detalhes de uma noite de 1996 ainda continuam presentes na memória do empresário Lauro Aquino, de 41 anos. Ele relata que jogava baralho com os amigos, em 3 de março daquele ano, quando avistou uma luz intensa passando pelo céu. "Toda a vila onde moro ficou iluminada. A avenida ficou lotada de gente apontando para cima e tentando entender o que era aquilo que sobrevoava a nossa cidade", relembra.
"Era algo muito grande, mas ninguém sabia o que era", diz o empresário. Para Lauro e os amigos, tratava-se de um objeto voador não identificado, um óvni.
O suposto evento aconteceu em Barra do Garças, em Mato Grosso, cidade natal de Lauro. No município, que tem pouco mais de 60 mil habitantes, relatos sobre óvnis são constantes. Entre as inúmeras lendas sobre o assunto, há moradores que contam casos de pessoas que teriam sido abduzidas. Os casos, porém, nunca foram comprovados.
A situação que Lauro conta ter vivenciado em 1996 não foi o primeiro relato do tipo feito por moradores da cidade mato-grossense, localizada na divisa com Goiás. Muitos outros habitantes do município também afirmam ter avistado óvnis na região.
"Esses relatos são milenares. Há muito tempo, eles estão presentes em contos de indígenas que vivem na região", diz o psicólogo Ataíde Ferreira, presidente da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas (Ampup), à BBC News Brasil.
Há décadas, ufólogos e pesquisadores brasileiros vão a Barra do Garças para investigar os inúmeros relatos sobre óvnis na região.
As constantes narrativas de moradores sobre óvnis e os diversos estudos feitos na cidade motivaram a criação de um local destinado a possíveis pousos dos objetos voadores: o discoporto.
O aeroporto para discos voadores foi um projeto apresentado por Valdon Varjão, já falecido, então vereador da cidade. Em setembro de 1995, os parlamentares da Câmara do Município aprovaram a iniciativa por unanimidade.
Varjão costumava explicar que o discoporto era uma forma de fomentar o turismo do município - além de facilitar contatos com extraterrestres.

Narrativas frequentes de moradores sobre óvnis motivaram a criação do discoporto
Os relatos sobre óvnis
Depois da experiência em 1996, Lauro comenta ter avistado outros objetos voadores não identificados no céu de Barra do Garças. "São muitas histórias que presenciei por aqui. Antes, eu não acreditava, era cético, até que comecei a ver essas luzes com frequência."
Ele comenta que uma das vezes mais recente em que viu um suposto disco voador foi em 7 de agosto do ano passado. Na data, estava com a família, em uma comemoração, quando viu um objeto sobrevoando Barra do Garças. "Nós estávamos em uma festa e vimos algo passando pelo céu com muita rapidez", diz.
O jornalista Genito Ribeiro dos Santos, de 47 anos, também relata ter avistado objetos não identificados no céu de Barra do Garças. "Eu era totalmente cético em relação a isso, até ver pela primeira vez. Fui surpreendido quando fui fazer uma gravação na Serra do Roncador, aqui na cidade, e uma luz veio para cima do carro em que eu estava com outros profissionais. Por trás da luz, que mudava de cor a todo instante, havia algo sólido e brilhoso. Esse objeto perseguiu o nosso veículo por, mais ou menos, três minutos", conta à BBC News Brasil.
"Quando descemos a serra e retornamos à cidade, estávamos completamente espantados. As pessoas pensavam que tínhamos usado algum tipo de droga, mas nunca consumimos essas coisas. O que vimos era algo muito real, que ficou a, mais ou menos, 100 metros de distância do nosso carro", acrescenta.
Os relatos sobre os óvnis na cidade têm uma característica em comum: envolvem a Serra do Roncador - que tem início em Barra do Garças e vai até o Sul do Pará. O lugar, que possui cachoeiras, trilhas e grutas com pinturas rupestres, é considerado místico por muitas pessoas.
Localizada no paralelo 15 graus Sul, linha imaginária que passa por lugares considerados místicos, a Serra do Roncador acumula histórias misteriosas. A mais conhecida é o desaparecimento do coronel inglês Percy Fawcett, em 1925. Ele estava em busca de uma suposta cidade perdida, a qual denominou de Z, quando adentrou a serra. Foi a última vez em que foi visto.
"A Serra do Roncador está entre as regiões milenares de acontecimentos estranhos. As histórias inusitadas ajudam a povoar a imaginação das pessoas, especialmente os esotéricos, que fazem interpretações que são, comumente, baseadas no achismo", afirma Ataíde Ferreira.
Em razão dos inúmeros relatos sobre possíveis óvnis relacionados à serra, estudiosos interessados no assunto e ex-militares da aeronáutica criaram, há cerca de 18 anos, o Núcleo Araguaia de Pesquisas Ufológicas do Roncador (Napur).
"Nosso principal objetivo é discutir os assuntos ufológicos da região", explica o engenheiro civil Rubens Machado, que há 15 anos preside o Napur. Segundo ele, as reuniões do núcleo, que costumavam ser semanais, não acontecem há meses, em razão da falta de tempo dos membros do grupo.
O núcleo de pesquisas nunca chegou a uma conclusão sobre os relatos de óvnis na região. "O que temos de concreto são apenas os relatos de pessoas que dizem ter visto naves com luzes. Há, inclusive, um amigo que diz ter visto um ser extraterrestre", comenta Machado.

No discoporto, há um painel representando espaçonaves e alienígenas verdes (ASSOCIAÇÃO MATO-GROSSENSE DE PESQUISAS UFOLÓGICAS)
O discoporto
Em meio às constantes narrativas sobre objetos não identificados na cidade, Valdon Varjão propôs a criação do discoporto. Para alguns, tratava-se de uma sandice. Outros, porém, apoiaram a iniciativa. Para o então vereador, que dizia nunca ter avistado um óvni no céu de Barra do Garças, o projeto era uma estratégia para legitimar os relatos de moradores e atrair turistas.
O discoporto foi inaugurado em abril de 1997, em uma área de 2,2 mil metros quadrados do Parque Estadual da Serra Azul, que possui cachoeiras e serras. O parque, localizado em Barra do Garças, está na mesma região da Serra do Roncador.
Para a criação do discoporto, em meio a céu aberto, foi feita uma réplica de um disco voador, além de uma pintura de uma reprodução de um extraterrestre e um painel com um objeto voador e um ET, no qual há um espaço para as pessoas colocarem a cabeça. Segundo a Prefeitura do município, não foram utilizados recursos públicos, pois os itens que compõem o lugar foram concedidos por Varjão.
Moradores de Barra do Garças contam que o vereador cedeu duas antenas parabólicas de sua empresa, para a criação da réplica do disco voador, e outros objetos para as artes colocadas na área do aeroporto de óvnis. Outras pessoas também doaram materiais recicláveis para a construção do espaço.
Os painéis e a réplica de disco voador foram feitos por Genito Ribeiro, que também é artista plástico. Ele afirma que se inspirou em artes que viu pela televisão em grandes estúdios de animação, como o da Walt Disney. "A nave foi feita a partir de sucatas. Na época, o Varjão havia dito que não tinha disponibilidade financeira para construir o discoporto. Ele dizia que mesmo sem recursos, teríamos que fazer algo. Então, juntamos o que tínhamos no momento."
"Para os primeiros painéis, utilizamos itens como chapas de compensado e tinta acrílica. A nave foi feita com aproveitamento de materiais como chapas de zinco, tela de galinheiro, rodas de carros para a base, entre outros objetos", diz Ribeiro. Segundo o jornalista, Varjão pagou os serviços artístico com recursos próprios. "Foi um valor irrisório, porque eu já fazia trabalhos para as empresas dele. O Varjão não queria usar dinheiro público na obra."
Os painéis e a réplica de disco voador, colocados em abril de 97, eram considerados provisórios. Na época, eles foram feitos em virtude da repercussão causada pela aprovação do projeto de criação do discoporto na cidade.
Havia a expectativa de que fosse feita uma obra maior. No entanto, segundo a secretária de Turismo do município, Mônica Porto, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema) não permitiu a realização de uma intervenção maior, em razão de possíveis danos ambientais.
"Esses ícones iniciais foram colocados apenas para não frustrar os visitantes, até que fosse feita a construção na área. Mas como o parque é estadual, a Sema não autorizou, não foi possível fazer uma intervenção conforme planejado", explica Mônica. Assim, a estrutura que era para ser provisória, tornou-se fixa, com algumas pequenas alterações, como substituições de materiais, ao longo dos anos.
"Anos depois da inauguração do discoporto, fizemos algumas reformas, aproveitando o que estava lá e incluindo uma estrutura um pouco mais resistente. Nesta época, a Prefeitura pagou cerca de R$ 5 mil para a manutenção do lugar", diz Genito Ribeiro.

O jornalista Genito Ribeiro mostra um quadro que pintou, baseado na experiência que relata ter tido com óvnis - no quadro, uma nave oval brilhante sobrevoa um carro (ASSOCIAÇÃO MATO-GROSSENSE DE PESQUISAS UFOLÓGICAS)
Aumento no turismo
O discoporto atraiu a atenção da imprensa e fez com que Barra do Garças conquistasse fama como a cidade do aeroporto para óvnis. "Até veículos internacionais vieram aqui para mostrar a história do primeiro aeroporto para discos voadores", diz o biólogo e guia turístico da secretaria de Turismo do Município, Fernando Penteado.
As notícias sobre o fato impulsionaram o crescimento do turismo na cidade, conta Penteado. "Muitas pessoas queriam conhecer o discoporto. Algumas vieram de outros países", comenta.
Entre aqueles que iam ao município mato-grossense, alguns tinham o objetivo de presenciar um fenômeno ufológico. No entanto, conforme Penteado, nunca houve registro de óvni sobrevoando o discoporto. "Até porque é uma área que sempre ficou fechada à noite, que é o período em que normalmente são vistos os objetos não identificados", explica.
Para o segmento do turismo de Barra do Garças, a época de inauguração do discoporto foi um dos melhores períodos. Mesmo com estrutura precária e com atrativos considerados simples, o aeroporto de óvnis atraía turistas e fazia com que eles também conhecessem outros pontos da cidade, como cachoeiras, trilhas aquáticas e rios.
O incentivo ao turismo ufológico na cidade é tamanho que em novembro de 2015 foi sancionada uma Lei municipal que criou o Dia do ET. A data é comemorada em todo segundo domingo de julho. Conforme a Secretaria de Turismo da cidade, não há nenhum tipo de comemoração no dia, pois, segundo a pasta, é apenas uma forma de reverenciar uma das características mais conhecidas da região.

Discoporto costumava receber cerca de 400 visitantes por dia, mas está fechado desde agosto de 2014 (ASSOCIAÇÃO MATO-GROSSENSE DE PESQUISAS UFOLÓGICAS)
Parque fechado
Mesmo sendo uma das principais atrações da cidade, o discoporto não recebe visitantes desde agosto de 2014. Na época, um incêndio, supostamente iniciado em um sítio da região, queimou cerca de 80% da cobertura vegetal do Parque Estadual Serra Azul.
A queimada na área de preservação fez com que o local fosse fechado, após ação recomendatória do Ministério Público Estadual (MPE) de Mato Grosso.
De acordo com o MPE, não havia condições de garantir a conservação do parque para o uso público. A entidade apontou que o lugar somente poderia ser reaberto em caso de haver readequações para garantir a proteção da biodiversidade da região.
O fechamento do parque, que em alta temporada costumava receber 400 visitantes por dia, prejudicou o turismo local. "Isso teve grande impacto na cidade, pois o parque sempre foi um grande atrativo. Mas ainda temos alta ocupação de hotéis em grandes eventos da cidade", comenta Monica Porto.
O Serra Azul está recebendo obras de readequação. Atualmente, a única parte aberta ao público é um mirante no qual é possível avistar toda a cidade. As demais áreas podem ser acessadas somente por grupos de estudantes autorizados a realizar pesquisas no local.
Um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre o MPE de Mato Grosso e a Secretaria de Meio Ambiente do Estado (Sema) prevê a destinação de R$ 1,25 milhão ao Serra Azul, ao longo de quatro anos, para readequação e gestão do espaço.
Grande parte dos recursos para as obras foram obtidos por meio de autuação aplicada à JBS Friboi de Barra do Garças, que teve de pagar R$ 1 milhão, em razão de danos ambientais causados na cidade. Já os R$ 250 mil são valores pagos por uma empresa de loteamento, por meio de medidas indenizatórias e compensatórias definidas no licenciamento ambiental de um condomínio que será construído em Barra do Garças.
Segundo a analista de Meio Ambiente da Sema e gerente regional do parque, Christiane Schnepfleitner, o Serra Azul deve ser reaberto em janeiro. "Estamos nos planejando para que todas as áreas, inclusive o discoporto, sejam reabertas para o público no próximo mês", pontua.
Desde que o parque foi fechado, o discoporto não recebeu mais nenhum tipo de manutenção. Em razão disso, os itens que o compõem se deterioraram.
Antes de voltar a receber visitas, a expectativa é de que o aeroporto para óvnis passe por revitalização. "A ideia é melhorar aquilo que já existe", pontua Christiane. Segundo ela, a princípio devem ser feitos procedimentos para melhorar a atual situação dos itens do discoporto. Depois, a gerência do Parque da Serra Azul e a prefeitura de Barra do Garças planejam realizar obras para ampliá-lo. Para isso, deverão solicitar autorização à Sema.
Para muitos moradores Barra do Garças, a reabertura do discoporto terá extrema importância para a cidade. "Mesmo sendo um lugar simples, as pessoas tinham curiosidade de conhecer, nem que fosse apenas para tirar uma foto e dizer que visitou o primeiro aeroporto de discos voadores do mundo", comenta Genito Ribeiro.
FONTE: BBC BRASIL

Fonte: https://ufos-wilson.blogspot.com/2018/12/discoporto-como-relatos-de-eventos.html?fbclid=IwAR1IYfU7CtX_xHFt_7WSC1lhIUSAB0xxyS7CvfAykBGBkZpTMU5IE0aDrO8

domingo, 16 de dezembro de 2018

Sadhguru explica como Shiva era um extraterrestre e pode ainda estar visitando a Terra


12/12/2018 n3m3

Shiva era um extraterrestre e pode ainda estar visitando a Terra

A história antiga é repleta de contos sobre seres de outros mundos, objetos voadores e relatos de tecnologia altamente avançada. Isso vai muito além da mera ‘imaginação’ e do folclore, simplesmente porque há muitas evidências, em várias formas, de que estamos sendo visitados e fomos visitados anteriormente. Tome este exemplo de Erick Von Daniken sobre os esquimós:

A mitologia dos esquimós diz que as primeiras tribos foram levadas para o norte por “deuses” com asas de bronze. As mais antigas sagas dos nativos americanos mencionam um Thunderbird (Pássaro do Trovão) que apresentou fogo e frutas para eles. A lenda maia, com o Popol Vuh, nos diz que os ‘deuses’ foram capazes de reconhecer tudo: o universo, os quatro pontos cardeais da bússola e até a forma redonda da Terra. O que os esquimós estão fazendo falando sobre pássaros de metal? Por que os índios mencionam um Thunderbird? Como os ancestrais dos maias supostamente sabiam que a Terra é redonda? – Erich Von Daniken (Carruagens dos Deuses)

Outro exemplo sobre possíveis figuras extraterrestres no folclore antigo é a história de Quetzalcoatl. Esta figura foi considerada ser um conto mítico. O cronista espanhol Juan de Torquemada afirma que Quetzalcoatl era “um homem louro e de barba longa”.

Outro descreve-o da seguinte forma: “Uma pessoa misteriosa … um homem branco com forte corpo, testa larga, olhos grandes e barba longa. Ele estava vestido com uma longa túnica branca chegando a seus pés. Ele condenou os sacrifícios, exceto frutas e flores, e era conhecido como o deus da paz… Quando se fala sobre o assunto da guerra, ele teria tapado os ouvidos com os dedos. ” (fonte)

Novamente, há relatos como esses ao longo da história, de vários períodos de tempo, em várias culturas…

Novas informações que ameaçam o paradigma atual de pensamento, não importa o quão convincentes, sempre enfrentaram o ridículo e a supressão por nossas supostas “autoridades intelectuais”… Se não por causa da ignorância absoluta, essas histórias não recebem credibilidade porque existe um esforço intencional para escondê-las por aqueles que estão no conhecimento, aqueles que estão no poder. E assim as verdades e fatos mais importantes sobre o nosso mundo raramente nos são apresentados acima do quadro. Na maioria das vezes, eles só podem ser descobertos se realmente tivermos vontade de cavar para encontrá-los e digeri-los com uma mente aberta. De outra forma, dedicamos nossas mentes à manipulação da percepção dominante que ainda hoje passa despercebida…

Sadhguru falando sobre Shiva

Ao final do artigo está um vídeo de Sadhguru, um dos muitos estudiosos no campo que, quando você o ouve, revela-se como um verdadeiro estudante de filosofia antiga esotérica, física e metafísica. Ele conta uma pequena história sobre Shiva, que era considerado um deus pelo povo da antiga Índia.

Sadhguru explica como a história de Shiva e suas origens, e até mesmo a Montanha onde ele supostamente residia, está cheia de evidências sugerindo alta inteligência provavelmente de outro lugar. Ele fornece vários pontos citados na história de Shiva que o levam a essa conclusão.

Ele explica como Shiva estava cercada por amigos que pareciam estranhos, diferentes e não humanos. Na maioria das vezes eles eram descritos como demônios pelo povo, simplesmente porque pareciam diferentes. Shiva também não podia engravidar uma mulher humana da maneira tradicional, porque seu esperma alienígena não funcionava. Seus filhos nasceram de uma maneira diferente. Ele explica como várias mulheres não humanas foram trazidas para ajudar no processo.

Todas essas coisas sugerem que ele veio de outro lugar, fez o que queria fazer e voltou e periodicamente vai e volta em momentos diferentes. Isso poderia ter acontecido ao longo de muitos milhares de anos…

Sadhguru cita várias referências na literatura, explicando como Shiva não é humano, e até descreve uma vasta inteligência que deve ter estado por trás da criação de Monte Kailash, uma montanha atribuída a Shiva como sendo sua casa, como mencionado acima. Sadhguru explica como Kailash não é um lugar na Terra também. Ele também descreve algumas experiências paranormais que teve com esses seres. “Literalmente, esses seres foram atrás do meu dedo anelar… com tanta força.”

Eles conhecem nossas maneiras, ou eles nos ensinaram essas maneiras, ou eles nos fizeram assim. Não sabemos o quanto papel eles tiveram em nossa criação, mas definitivamente… não veio daqui, houve um entendimento mais profundo em outros lugares e foi simplesmente trazido até aqui. Ele chegou em um determinado momento, quando jovem, e partiu quando jovem. Ele não nasceu aqui nem morreu aqui…

(Fonte)

Aqui está o vídeo de Sadhguru, infelizmente sem legenda:

A história antiga da Índia é riquíssima em manifestações que podem ser associadas à atividade alienígena. Para mais detalhes, veja o artigo abaixo:

n3m3

http://ovnihoje.com/2018/12/12/sadhguru-explica-como-shiva-era-um-extraterrestre-e-pode-ainda-estar-visitando-a-terra/