sábado, 18 de fevereiro de 2017

Aviso importante

Na próxima sexta feira 24, não haverá reunião do Centro Sobralense de Pesquisa Ufológica, pelo fato de eu estar fora de Sobral nessa data. Portanto, este mês ficaremos sem nossa reunião plenária. Só estaremos reunidos novamente no dia 24 de março. Com certeza teremos muitas novidades ufológicas para apresentar nessa data. Muito obrigado pela compreensão. Um grande abraço a todos.

Jacinto Pereira de Souza, Presidente do CSPU.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Caso Frederick Valentich

Caso Frederick Valentich - aconteceu na região de Melbourne - Austrália, em 21/10/1978.
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12 de fevereiro às 00:22
Caso Frederick Valentich, com os diálogos abaixo:
Em 21 de outubro de 1978, na região de Melbourne, na Austrália, ocorreu um dos mais assombrosos casos de registro de OVNI da história da Ufologia Mundial. Na ocasião um piloto, Frederick Valentich, perseguiu um OVNI gigantesco antes de sumir das telas dos radares. Até hoje não foram encontrados sinais de Valentich e seu avião.
Tudo começou no final da tarde de 21 de outubro, quando Valentich decolou a bordo de um Cessna-182-L do aeroporto de Moorabbin, em Melbourne, com destino à Ilha King. Valentich tinha planejado seu vôo com antecedência e pretendia passar sobre o Cabo Otway, nas proximidades do Estreito de Bass. Valentich conhecia esta região muito bem pois já tinha efetuado vôos sobre esta região em várias ocasiões. O vôo deveria durar aproximadamente 90 minutos, devendo chegar por volta das 19:50 em seu destino.
Diálogo:
Quando passava sobre o Cabo Otway Valentich comunicou-se com o centro de controle aéreo local informando que estava a 4500 pés de altura, sobre o mar. Eram 19:00 hs e o céu estava limpo possibilitando ampla vista de toda a região. Seis minutos depois Valentich contatou novamente a torre solicitando informações sobre luzes que ele estava vendo a quilômetros de sua posição. O controlador afirmou desconhecer a natureza da luz observada. Valentich resolveu aproximar-se da estranha luz para identificá-la. Ele manteve contato por rádio com a torre de controle informando tudo o que acontecia. Confira trechos do diálogo:
19:06:44
FV: Melbourne, aqui é Delta Sierra Juliete. Há algum tráfego abaixo de mim a 5 mil?
C: Delta Sierra Juliete, não há nenhum tráfego conhecido.
FV: Delta Sierra Juliete, aqui. Parece ser uma grande aeronave abaixo de mim 5 mil.
19:06:44
C: Delta Sierra Juliete, que tipo de aeronave é essa?
FV: Delta Sierra Juliete, aqui. Eu não posso precisar. Apresenta 4 luzes. É como as luzes de pouso de uma aeronave.
19:07:00
C: Delta Sierra Juliete.
19:07:31
FV: Melbourne, aqui Delta Sierra Juliete. A aeronave acaba de passar sobre mim a pelo menos mil pés.
C: Delta Sierra Juliete, "roger". E é uma grande aeronave? Confirme?
FV: Desconheço devido à sua velocidade. Existe alguma aeronave da Força Aérea nas vizinhanças?
C: Delta Sierra Juliete. Não há nenhum tráfego nas vizinhanças.
19:08:18
FV: Melbourne, está se aproximando agora, vindo do leste na minha direção.
C: Delta Sierra Juliete
19:08:41 – (...) microfone ficou aberto por 2 segundos.
19:08:48
FV: Delta Sierra Juliete, aqui. Me parece que a coisa está jogando algum tipo de jogo. Está voando duas ou três vezes a velocidade que eu não posso identificar.
19:09:00
C: Delta Sierra Juliete, "roger". Qual o seu nível atual?
FV: Meu nível atual é 4,5 mil; 4,5,0,0.
C: Delta Sierra Juliete. E você confirma que não pode identificar a aeronave?
FV:: Afirmativo
C: Delta Sierra Juliete, "roger". Aguarde.
19:09:27
FV: Melbourne, aqui Delta Sierra Juliete. Aquilo não é uma aeronave; aquilo está...(microfone aberto por 2 segundos)
19:09:42
C: Delta Sierra Juliete, você pode descrever a aeronave/
FV: Delta Sierra Juliete, aqui. Quando passa, parece ser enorme, comprido...(microfone aberto por mais 3 segundos); não posso identificar mais que...aquilo é muito rápido; (microfone aberto por mais 3 segundos)...está bem na minha frente agora, Melbourne!
19:10:00
C: Delta Sierra Juliete, "roger". Me informe qual o tamanho que o objeto pode ter.
19:10:19
FV: Delta Sierra Juliete, Melbourne. Parece que está estacionário. O que eu estou fazendo bem agora é orbitar, e a coisa está orbitando sobre mim também; a coisa tem luzes verdes e algum tipo de superfície metálica, pois toda ela brilha por fora.
C: Delta Sierra Juliete.
19:19:46
FV: Delta Sierra Juliete aqui. (...) (microfone aberto por 5 segundos). A coisa simplesmente desapareceu.
C: Delta Sierra Juliete.
19:10:46
FV: Melbourne, vocês saberiam informar que tipo de aeronave é aquela? Seria uma nave militar?
C: Delta Sierra Juliete. Confirme que a aeronave desapareceu.
FV: Repita por favor.
C: Delta Sierra Juliete, a aeronave ainda está aí com você?
FV: Delta Sierra Juliete. Está...oh, não...(microfone aberto mais 2 segundos). Está agora se aproximando, vindo de sudoeste.
C: Delta Sierra Juliete.
19:11:50
FV: Delta Sierra Juliete, aqui. O aparelho é muito estranho. Agora eu o tenho e 23 ou 24...e a coisa está...
C: Delta Sierra Juliete, "roger". Quais são as suas atitudes agora?
FV: Minha atitude agora é para a Ilha King, Melbourne...Aguarde...a estranha aeronave está sobrevoando-me agora, bem acima, novamente...(microfone aberto por 2 segundos); Está acima de mim e não é uma aeronave...
C: Delta Sierra Juliete
19:12:28
FV:: Delta Sierra Juliete, Melbourne...(microfone aberto por mais 2 segundos)
19:12:55 – Fim das comunicações após 17 segundos de ruídos metálicos de origem desconhecida.
https://www.facebook.com/groups/pesquisasufo/permalink/1643588722603171/

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

450 geoglifos localizados na Floresta Amazônica intrigam cientistas

DA REDAÇÃO08/02/2017 17:21 - Atualizado em 08/02/2017 18:01
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Os monumentos no Brasil (à esquerda) parecem fases iniciais em Stonehenge, em Wiltshire (à direita), afirmam especialistas Crédito: Salman Kahn e José Iriarte - Fotos: SALMAN KAHN AND JOSÉ IRIARTE / EXETER UNIVERSITY
Os misteriosos círculos de pedra, achados em Wiltshire, na Inglaterra, intrigam arqueólogos há séculos. Stonehenge começou a ser construído por volta de 3.000 a.C. por homens pré-históricos do período neolítico – também conhecido como Idade da Pedra Polida. Mas, até hoje, cientistas questionam a função dessas ruínas. Apesar de famoso, o monumento não é único. Uma característica muito peculiar da construção são os círculos que a delimitam. Eles têm cerca de 98 metros de diâmetro e seriam uma espécie de fosso. E diversos círculos semelhantes já foram descobertos pelo mundo – inclusive no Brasil, no interior do Acre. Desta vez, porém, pesquisadores encontraram vestígios na Floresta Amazônica. E não é apenas um, mas 450 círculos. As imagens foram feitas com a ajuda de drones e mostram geoglifos [desenhos feitos na terra] na região oeste da Amazônia – área que, durante séculos, ficou escondida pelas árvores.
Os notáveis geoglifos, descobertos recentemente no Acre, ficaram por muito tempo escondidos sob a copa das árvores da Floresta Amazônica, mas o desmatamento nos anos últimos anos revelou as misteriosas figuras. De acordo com estudo realizado pela arqueóloga Jennifer Watling, da Universidade de Exeter, as formas são parecidas com a de Stonehenge, embora sejam mais regulares. Em entrevista ao Telegraph, Watling explicou que o formato dos geoglifos, com uma vala externa, descreve estrutura semelhante ao monumento.

Formas dos misteriosos círculos são parecidas com a de Stonehenge, embora sejam mais regulares - Foto: Reprodução/Twitter
“É provável que fossem usados para reuniões públicas ou para rituais.” Stonehenge é cerca de 2.500 anos mais velho do que os geoglifos brasileiros, mas todos devem representar o mesmo período no desenvolvimento social. Pesquisadores também descartaram a possibilidade de os cercos representarem fronteiras de aldeias indígenas, uma vez que não foram encontrados artefatos do tipo durante a escavação.
Os membros da equipe utilizaram técnicas que permitiram reconstruir 6.000 anos de história da vegetação em torno de dois sítios, e descobriram que as áreas foram alteradas inúmeras vezes.
A descoberta, publicada na revista Proceedings da National Academy of Sciences, questiona a suposição de que a floresta tropical permaneceu intocada até a chegada da civilização moderna. “A região ficou escondida por muitos séculos por uma floresta madura e isso desafia a ideia de que a Amazônia é um ecossistema imaculado”, ressaltou Watling.


Com informações do Telegraph e da Superinteressante
http://m.tnonline.uol.com.br/noticias/cotidiano/67,402249,08,02,450-geoglifos-localizados-na-floresta-amazonica-intrigam-cientistas.shtml

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Arquivos secretos da Aeronáutica sobre OVNIs em Natal-RN.



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Ontem às 17:43
ARQUIVOS SECRETOS DA AERONÁUTICA SOBRE ÓVNIS EM NATA/RN.
Noite de 13 de outubro de 2015. Áudios que começam a circular pelo Whatsapp dão conta de um “disco de voador” sobrevoava a cidade de Angicos, a 170 km de Natal. Os relatos de moradores assustados ao verem as luzes do que posteriormente seria identificado como um drone que fazia fotos aéreas do município foram reproduzidos em inúmeros sites de todo o país.
O inusitado caso no município da Região Central potiguar virou chacota, mas a ocorrência de Objetos Voadores Não-Identificados (OVNIs) é caso sério. Sim, eles existem e já apareceram algumas vezes no Rio Grande do Norte segundo os registros confidenciais recentemente liberados pela Força Aérea Brasileira (FAB) e disponibilizados através do Arquivo Nacional.
Para se ter uma ideia, a Aeronáutica brasileira possui arquivos de aparições de objetos não-identificados desde o início da década de 1950. Os documentos liberados pela FAB dizem respeito a um período de 1952 a 2010. O Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra) apontou, em dois relatórios, 710 ocorrências em todo o país entre 1954 e 2005.
A reportagem do NOVO encontrou, em consulta ao Sistema de Informações do Arquivo Nacional (Sian), alguns documentos relativos a OVNIs avistados nos céus potiguares, muitos dos quais fora dos relatórios do Comdabra.
E diferentemente do caso em Angicos, um dos casos documentados pela Força Aérea no RN envolve um profissional dos ares, especificamente um piloto da companhia aérea Varig, extinta em 2006.
Passava pouco das 6h30 do dia 28 de junho quando o vôo 2348 da Varig, entre Recife-PE e Natal se encaminhava para chegar à capital potiguar. O piloto, que não é identificado na ocorrência com “tráfego hotel” – eufemismo utilizado pela Aeronáutica para avistamento de OVNI – anotada pelo Sargento Aragão, relatava um céu “cavok”, um termo utilizado pelos aviadores para o popular “céu de brigadeiro”.
A pouco menos de 40 km de Natal e já em processo de diminuição de altitude, em contato com a torre de controle do Aeroporto Augusto Severo, o comandante do vôo passa a relatar que uma luz de intensidade variante estava seguindo o avião, pelo lado esquerdo. “Pela apresentação radar não havia nada, nenhum outro tráfego naquele local”, anotou o Sargento Aragão. A luz seguiu o avião da Varig até ele descer no antigo aeroporto internacional, em Parnamirim, por volta das 6h50.
A ocorrência mais recente de avistamento de OVNI apontada nos documentos liberados da Aeronáutica foi em 19 de julho de 2009.
Por uma hora e 30 minutos, a geógrafa Josiane Moura da Rocha relatou ao 1º Tenente Antônio Maerton de Medeiros Lopes ter visto dois objetos de cores azul e vermelho trafegando em zigue-zague por cima da Lagoa do Carcará, em Nísia Floresta.
De acordo com o relatório encaminhado para o Comdabra, os objetos tinham formato de estrela e alternavam momentos de movimentação rápida e lenta, sem deixar rastros ou emitir sons.
Contato de rebocador com “luzes” no RN foi parar no comando da FAB
O único caso envolvendo o RN incluído nos relatórios liberados do Comdabra sobre OVNIs foi em 1980. O documento de 43 páginas produzido pelo Tenente-Coronel Aviador Francisco José Hennemann Filho, diretor do Centro de Lançamento de Foguetes da Barreira do Interno (CLFBI), foi parar no gabinete do Tenente-Brigadeiro Délio Jardim de Mattos, então comandante da Aeronáutica, marcado com o assunto “OVNI”. O relatório também envolveu o 3º Distrito Naval da Marinha, que repassou inicialmente o caso para a FAB.
O rebocador Caioba Seahorse reportou, através de mensagem por rádio, por volta das 19h do dia 27 de julho daquele ano terem avistado “objeto todo iluminado exclusivamente com luzes branca a cerca de 100 metros de distância pela proa”, a uma altura entre 50 e 60 metros. O barco estava a cerca de 12 milhas (19,3 km) da praia de Pititinga, no Litoral Norte potiguar.
Os relatos feitos pelo marinheiro Ivan de Souza Melo e o imediato português Fernando Fangueiro indicam que uma luz parecida com a “estrela d’alva” pairava sobre o oceano, entrava na água, sumia e depois voltava a brilhar. O objeto também emitia luzes azul e laranja, além de reluzir um facho branco em direção ao mar.
A lancha Teche Seahorse, que dava apoio logístico com sinal de rádio e radar, não relatava nenhum outro navio na região, apesar dos ocupantes do rebocador verem as luzes – ocupantes da lancha também relataram ter visto uma iluminação branca muito forte, próxima ao rebocador. Tanto a lancha como o rebocador faziam parte da frota Seahorse no Brasil, operada pela Arthur Levy INC.
O alerta sobre a luz foi dado por pelo marinheiro Ivan de Sousa Melo ao comandante do rebocador, José da Silva. “Comandante, olhe esta luz à proa do rebocador, parece um farol”, falou Ivan. Após avistarem o objeto, os marinheiros resolveram desligar o barco, que ficou à deriva e há cerca de 50 metros do objeto até enquanto o contato não terminou.
A distância estimada era de seria de três milhas náuticas do Caioba e a uma altura de 60m, segundo os relatos do comandante. O objeto tinha forma de um prato, grande, parado no espaço, e cujo diâmetro aparente seria o dobro do diâmetro da lua. “Olha gente, se existe disco voador nós estamos vendo um”, falou o comandante aos marinheiros, antes de comunicar o fato por rádio.
Após alguns minutos de avistamento, de acordo com o relato do comandante à FAB, a luz afastou-se no rumo sudoeste, para a terra, com “uma velocidade incrível, subindo, ganhando a altura, desaparecendo em menos de um segundo”.
O Tenente-Coronel Francisco José Hennemann Filho terminou por concluir, em novembro de 1980, que não se tinha “nenhuma evidencia de que houvesse a presença de algum veículo aeronavegante nas imediações do Gaioba Seahorse”.
Aeronáutica tem manuais para tratar de OVNIs
A Força Aérea trata os casos de avistamento de OVNI com extrema seriedade. Existem protocolos, manuais e questionários desde a década de 1960. A última leva de documentos liberados pelo órgão supera as 4,5 mil páginas de relatórios, croquis e depoimentos apontados por oficiais da FAB em mais de cinco décadas.
E isso seria, de acordo com os ufólogos, só uma parte dos documentos oficiais. Como no caso da Operação Prato, no Para, quando um grupo da Aeronáutica passou mais de um ano entre 1977 e 1978 registrando as “naves chupa-chupa” na região de Colares.
O capitão Uyrangê Bolivar Soares Nogueira de Hollanda Lima, que comandou o grupo e presidiu o relatório, chegou a contar anos depois que teve contatos de primeiro grau com supostos extraterrestres durante a operação. Os ufólogos reclamam mais de 900 páginas de documentos e fotos da Operação Prato teriam sido suprimidas pela FAB da divulgação recente.
A força armada também teria escondido informações da “noite dos discos voadores”, em 19 de maio de 1986, quando foram vistos OVNIs em diversos locais do Brasil.
A Aeronáutica chegou a formar um órgão específico para investigar os OVNIs nos céus do Brasil. Criado em 1969, o Sistema de Investigação de Objetos Aéreos Não Identificados (Sioani) atuou de forma secreta por três anos, com membros da Força Aérea e civis ligados à ufologia. O Sioani registrou mais de quando mais de cem casos, até ser extinto pelo governo militar. O protocolo do órgão era rígido. Quem relatava ter visto algo passava até por exames psiquiátricos.
Uma “coisa de outro mundo” aparece no Forte dos Reis Magos
Muito mais do que os relatos oficiais, as histórias “oficiosas” abastecem há tempos a questão dos OVNIs. Uma busca rápida na internet aponta uma série de histórias, vídeos e imagens de objetos não-identificados que foram vistos por potiguares nos anos recentes. E boa parte desses relatos extraoficiais – até o astronauta brasileiro Marcos Pontes conta um caso da época que era piloto da FAB que não foi registrado oficialmente – alimenta tanto os trabalhos dos ufólogos, assim como o ceticismo dos contrários. A própria Aeronáutica estima que apenas 10% dos avistamentos sejam relatados.
O NOVO ouviu um homem, morador de Natal, que decidiu contar dois casos de avistamento de OVNIs na capital potiguar. O relatante, um militar aposentado, não quis se identificar, com temor de que seus relatos tornem-se motivo de ironia e gozação. “Mas não tem nenhuma mentira. Não tenho para que mentir”, garantiu o homem de 49 anos.
O primeiro foi no fim da década de 1970. Ele pescava com mais duas pessoas nas imediações do Forte dos Reis Magos, em uma madrugada de céu claro. Enquanto jogavam redes e linhas na região de encontro do oceano com o Rio Potengi, de repente uma grande bola com luzes amarelas e laranjas surgiu do mar. Por alguns segundos ela pairou, suspensa na água, e seguiu em alta velocidade na direção de Ponta Negra. Minutos depois ele diz ter visto caças da Força Aérea passando pela região.
“Eu jamais vou esquecer da frase de seu Manoel: corra meu filho, que isso é coisa do outro mundo. Deixamos todo o material de pesca lá e fomos correndo na direção de Brasília Teimosa. Só voltamos no dia posterior, para recolher o material. Foi um susto muito grande”, relembra ele.
O outro avistamento da fonte ouvida pela reportagem foi um pouco mais “tranquilo”. Em meados de 1985, ele estava na casa da então namorada, na Zona Oeste da capital potiguar, quando começou a ver, junto com ela e o cunhado, luzes giratórias no céu.
“Pelo movimento não era avião, nem helicóptero. Eu era militar e meu cunhado também. Resolvemos ligar para a Base Aérea de Natal e contar a situação. Um tempo depois vieram uns caças, mas as luzes já tinham seguido em direção ao Oeste”, conta.
#Gepurn
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O estranho Caso do Voo 169 da VASP

por Renê Fraga

Um dos casos de avistamentos de UFOs mais estudados pelos pesquisadores no Brasil ocorreu no dia 8 de fevereiro de 1982, no que ficou conhecido pelo título de “Incidente do Vôo 169”.
Este vôo partiu da cidade de Fortaleza, Ceará, com bom tempo e céu claro, num boeing 727, de prefixo PP-SNG, conforme narra o próprio comandante da aeronave, Gerson Maciel de Britto.
O avião decolou à uma hora e cinqüenta minutos da madrugada e não houve qualquer novidade até chegar nas proximidades da cidade de Petrolina, em Pernambuco, quando Britto observou um foco luminoso à esquerda da aeronave.
O comandante, então, entrou sem contato com o solo, tentando saber que avião seria aquele – e descobriu que não havia sinal de qualquer aeronave nas proximidades.
Britto sinalizou os faróis do Boeing e reduziu a iluminação da cabine para melhor observar o objeto, pensando ainda que poderia ser algum avião não identificado.
Ainda assim, o objeto continuava voando próximo ao Boeing, em silêncio, e as suas evoluções eram notadas tanto pelo comandante quanto pela tripulação.
Era noite clara, de luar, e as condições eram perfeitas para o avistamento, de forma que em momento algum o comandante Britto chegou a confundir aquela luz com a lua ou com o planeta Vênus.
Britto lembra-se de que o objeto que seguia o seu avião mudava de cor, de vermelho para laranja, sendo que a parte central era branca e azulada.
Outro detalhe da nave que também chamou a atenção do comandante era seu deslocamento no ar: ela passava ao lado, por sobre e abaixo do avião; como se brincasse com o Boeing.
Britto continuava tentando confirmar o que seria aquele objeto, através de contatos seguidos com Brasília. No entanto, a resposta era sempre a mesma: não havia nada surgindo no radar.
Duas outras aeronaves, no entanto – uma das Aerolineas Argentinas e outra da Transbrasil – confirmaram que havia feito um contato visual com um objeto estranho.
Britto notou, então, que teria que buscar a resposta ele próprio e passou a sinalizar seguidamente para o objeto, esperando alguma resposta. O UFO, no entanto, continuava fazendo as mesmas evoluções no espaço, ora aproximando-se, ora distanciando-se do avião.
Poucos minutos após passar por Belo Horizonte, Britto teve a confirmação que buscava: o radar, em Brasília, anotava a presença de um ponto próximo ao Boeing do comandante.
Só depois de todo esse tempo e de sua certeza, Britto chamou a atenção do restante da tripulação e dos passageiros sobre a presença do objeto.
Teve, no entanto, o cuidado de falar calmamente, para não criar pânico entre os passageiros: todos eles puderam ver o objeto, inclusive alguns nomes conhecidos da sociedade brasileira.
O voo ligava Fortaleza a Rio de Janeiro, e praticamente em todo o percurso o avião foi seguido pelo UFO, que só desapareceu quando o comandante Britto se preparava para pousar no Rio de Janeiro.
Alguns passageiros do voo confirmaram inteiramente as palavras do comandante, e a própria VASP, que fez a sua própria investigação sobre o fato, que não conseguiu comprovar que tenha havido qualquer engano ou mentira deliberada por parte daqueles que viram o UFO.
O mais curioso em toda essa estória é que alguns passageiros que acompanharam o vôo do UFO, ao lado do avião, não esconderam seu espanto diante do que assistiram durante horas.
Uma passageira, Silézia Del Rosso, conta que o objeto “brilhava como uma lâmpada de mercúrio, de iluminação pública. Fiquei empolgada e todos os passageiros procuravam inteirar-se do avistamento, disputando as janelas do avião. Mesmo assim estavam todos calmos, como se estivessem acostumados a ver todos os dias os UFOs”.
Vários outros passageiros confirmaram o encontro, com exceção de alguns religiosos, que saíram de Fortaleza para a XX Assembléia Geral da CNBB.
Estavam no vôo o bispo auxiliar de Fortaleza, Dom José Teixeira, Dom Edmilson Cruz, bispo Crato, Dom Pompeu Bessa, de Limoeira do Norte e Dom Aloísio Lorscheider, cardeal arcebispo de Fortaleza.
Curiosamente os religiosos não quiseram sequer olhar para o que se passava ao lado da nave, e Dom Aloísio chegou a dizer que “não queria saber dessas coisas”.
Os jornais, o rádio e televisão se interessaram de todas as formas pelo avistamento, e durante alguns dias este foi o tema principal dos meios de comunicação no Brasil.
Em pouco tempo, no entanto, começaram a surgir os desmentidos: o comandante estava enganado, o objeto era o planeta Vênus, todos confundiram um simples reflexo com o objeto. O comandante Britto, porém, jamais negou nada do que havia dito: para ele, um piloto experiente e sereno – o voo 169 foi seguido por um UFO.
Leia mais em: https://arquivoufo.com.br/2016/10/26/o-estranho-caso-do-voo-169-da-vasp/
https://arquivoufo.com.br/2016/10/26/o-estranho-caso-do-voo-169-da-vasp/

O interessante Caso Tiago Machado

Na manhã do dia 06 de fevereio do ano 1969, Tiago Machado foi alertado por sua mãe enquanto dormia sobre um objeto luminoso que estava rondando a região do Bairro Pinheiro em Pirassununga (SP), não sabia ele que naquela mesma manhã, teria um Contato Imediato de Terceiro Grau.
Tiago foi até o local com outro amigo tentando avistar o estranho objeto, pouco depois ele consegue avistá-lo. De dentro do ovni saíram dois seres estranhos onde pareciam se locomover através de algo que conhecemos como “flutuação”.
A testemunha perguntou aos seres de onde eles vinham, e os mesmos começaram a fazer gestos com as mãos. Quer saber mais sobre os estranhos acontecimentos deste avistamento? Acesse o vídeo …

Simulação de um ser visto por Tiago Machado na manhã do dia 06 de fevereiro de 1969.
http://contatoufo.com/avistamentos/o-interessante-caso-tiago-machado

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

O Mistério do documento mais acessado do FBI

Memorando fala sobre objetos voadores não identificados encontrados no Novo México, EUA.
Conhecido como “O Cofre” (The Vault), a biblioteca digital do FBI traz arquivos digitalizados de diversas épocas disponíveis para consulta pública. Tem documento a respeito de gângsteres, Segunda Guerra, máfia e, especialmente, sobre fenômenos sem explicação.
O arquivo mais acessado do Cofre acirrou a discussão a respeito da existência da presença alienígena na Terra: teria o Governo norte-americano realmente feito contato com seres de outros planetas?
O documento é um memorando de Guy Hottel, chefe de operações de campo, dirigido a J. Edgar Hoover, diretor do FBI, e descreve uma misteriosa descoberta feita em 1950, no Novo Mexico, apenas três anos depois do famoso Caso Roswell.
Veja o que diz o memorando:
Um investigador da Força Aérea afirma que três supostos objetos voadores foram resgatados no Novo México. Os objetos foram descritos como tendo forma circular, centro elevado e 15 metros de diâmetro. Cada um deles era ocupado por três seres humanoides com apenas 90 centímetros de altura e vestidos em tecido metalizado de fina textura. A vestimenta era similar àquelas que os pilotos profissionais usam em provas de corrida.
De acordo com xxxx [nome riscado], o informante, os objetos voadores foram encontrados no Novo México devido aos radares de alta potência do Governo naquela área. Acredita-se que o radar tenha provocado interferência nos mecanismos de controle dos discos.”
Com o rebuliço causado pelo memorando, o FBI teve que publicar uma nota explicando que Hoover havia descartado o memorando por se tratar de informação de terceiros (o famoso “disse-me-disse”).
Para os amantes da teoria da conspiração, o descarte do memorando foi feito apenas para despistar o que realmente aconteceu. Fica o mistério.
Veja a íntegra do documento online clicando aqui.
http://contatoufo.com/noticias/o-misterio-do-documento-mais-acessado-do-fbi

domingo, 5 de fevereiro de 2017

VÍDEOS OVNIS – ILUMINATI – EXTRATERRESTRES


 
 
·        Alianigenas; querem reduzir a população. A NASA esconde o plano maligno dos Iluminati
 
·        Foi revelado, alienígenas existem. A verdade que a NASA esconde um plano maligno dos Iluminatis.
 
·        O pior está por vir. Os Iluminatis tem ligação com Extraterrestres
 
·        Segredos da NASA. HD T02-7
 
·        Ritual Iluminati. Saiba como funciona pactos de sangue.
 
Gerson Hardy
 
 "Nenhum homem poderá revelar-vos nada
senão o que já estava adormecido na aurora
                do vosso entendimento".    

Avião da Azul teria sido acompanhado por UFO em janeiro


A Revista UFO esta investigando o caso de um avião da Azul acompanhado por um UFO no final de janeiro
Por Revista Ufo
Informação vem à tona após registros confidencias feitos pelo piloto à Aeronáutica, mas o caso ainda está sob sigilo
A Revista UFO tem dedicado muito tempo e energia na investigação de avistamentos testemunhados por pilotos de aeronaves, sejam civis ou militares. Uma pessoa precisa passar por um intenso treinamento, a fim de que possa conduzir qualquer aeronave com segurança, o que torna tais profissionais altamente qualificados e as mais confiáveis testemunhas de avistamentos ufológicos. O mesmo se pode dizer de controladores de voo, dos quais dependem as vidas de milhares de pessoas todos os dias nos céus brasileiros.
Diversos casos importantes chegaram ao conhecimento da Revista UFO graças a tais profissionais, que, resistindo à pressão de seu ambiente de trabalho e por vezes confrontando até mesmo as próprias regras de sigilo, relatam casos impressionantes envolvendo UFOs e aeronaves por todo o Brasil. E a Revista UFO acaba de receber um relato envolvendo um avião da companhia aérea Azul que foi seguido por um UFO durante dez minutos, na noite de 21 para 22 de janeiro. A aeronave se localizava na região de Brasília, quando o piloto relatou a presença de duas luzes, uma azul e outra prateada, ambas de forte intensidade.
Os dois UFOs faziam movimentos muito rápidos no sentido vertical, e passados os dez minutos desapareceram em alta velocidade, rumando para a Região Nordeste. Esse fato levou o Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta), em Brasília, a reportar o caso para a unidade de Recife, onde teria sido inclusive apontado no livro de registro de ocorrência do oficial de serviço.
DEFESA AÉREA ACIONADA
Outro importante fato relatado a respeito da ocorrência foi o acionamento do sistema de defesa aérea nacional, mobilizando o Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (Comdabra). O caso está sendo investigado e a Revista UFO está realizando diligências junto à empresa aérea Azul e ao Cindacta em busca de maiores informações. Esta informação foi passada à UFO por uma fonte militar que pediu anonimato.
FONTE: REVISTA UFO
http://ufos-wilson.blogspot.com.br/2017/02/aviao-da-azul-teria-sido-acompanhado.html

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Por que asteroides representam grande perigo para a Terra?

Asteroides perigosos para a Terra
© Sputnik/

Segundo a NASA, a Terra não está preparada para asteroides ou cometas que possam chegar a destruí-la de surpresa. O que fazer já que não podemos prever a queda dos asteroides ou reagir à catástrofe?

Segundo cientistas, a solução pode ser encontrada através da construção de um foguete que ficaria de prontidão para interceptar objetos perigosos. Isso poderia nos proteger de asteroides vindos de lugares difíceis de observar, como o Sol. Mas até isso, confira nosso infográfico e se prepare para surpresas que podem trazer os asteroides ao nosso planeta Terra!
https://br.sputniknews.com/infograficos/201702017568295-asteroides-perigo-terra/