Na última reunião do CSPU, no auditório do Senac de Sobral. Dois fatos importantes aconteceram neste encontro pesquisadores ufológicos. O primeiro foi uma palestra do Prof. José Amorim de Sousa sobre Astronomia, uma verdadeira aula para ufólogos e simpatizantes presentes. Usando recursos didáticos modernos para ilustrar seus argumentos, fez ver a evolução e a importância da Astronomia, para nos situarmos na nossa Via-Láctea, no nosso sistema solar e em nosso planeta. Falou da evolução do telescópio, desde pequenos binóculos até os mais poderosos Rádio-telescópios. O outro fato interessante foi a visita que recebemos dos Professores: Ana Célia Abreu Tomé e Luiz Gilson da Silva, que trouxeram uma equipe composta de doze alunos (dois por cada sala), representando o Colégio Vale do Curtume, da cidade de Nova Russas. O citado Colégio estará realizando sua tradicional Feira de Ciências no dia 16/10/09 e terá como tema “Sozinho, desconhecidos ou vigiados”. A Professora Ana Célia tomou conhecimento das atividades do Centro Sobralense de Pesquisa Ufológica, entrou em contato pedindo permissão para participar, no que foi prontamente atendida.
Veja o e-mail que ela nos enviou após a participação na citada reunião:
“O Colégio Vale do Curtume – CVC de Nova Russas, vem na pessoa de Ana Célia (professora de Química) agradecer a equipe do CSPU, de Sobral, pela contribuição dada aos alunos referentes ao tema de ufologia, através da palestra do dia 30/10 - A importância da astronomia na pesquisa ufológica - ministrada pelo professor José Amorim de Sousa. E desde já, aproveita a oportunidade para convidar-lhes a participar de nossa XIX Feira de Ciências, Artes e Cultura - CVC que acontecerá no dia 16 de novembro, a partir das 19h, na quadra de esportes do colégio, com o tema “Sozinho, desconhecidos ou vigiados? Qual a nossa situação no universo? A presença de vocês significará muito pra toda a nossa equipe”.
Segue abaixo a opinião dos alunos sobre a palestra e o endereço do colégio:
- Parabéns pelo interesse de vocês e pela responsabilidade com que vocês fazem! Adorei a palestra. Só lamento ter durado pouco. Eu, particularmente já adorava ufologia e hoje já estou mais apaixonada pelo assunto. A palestra superou minhas expectativas no quesito organização e participação com os ouvintes. Não canso de dizer pra o pessoal aqui da escola o quanto eu aprendi na palestra e como valeu a pena ter viajado. Enfim, o modo como vocês trabalham me encantou e espero voltar outras vezes. Parabéns! (Railha Lopes, 9° Ano)
- Meus parabéns pelo belo trabalho que vocês fazem. Além de ser um tema muito interessante, é bastante polêmico, precisa ter coragem e principalmente conhecimento para se falar em ufologia. Eu tinha bastantes dúvidas sobre alguns temas ufológicos, mas com a palestra tudo se esclareceu. Fiquei encantada com o assunto, o modo como vocês falam de ufologia, ET's, naves, é bastante sério e esclarecedor. Obrigado pela bela palestra e mais uma vez parabéns pelo trabalho realizado. ( Karla Thamiris, 9° Ano)
- Adorei a palestra! Tirei minhas dúvidas sobre a química da vida terrestre e me interessei muito com o que falaram sobre astronomia. Surpreendi-me com os curiosos casos de aparições de OVNIs. Observei também a organização e o empenho dos professores; eles são muito educados e simpáticos. Aprendi muito na palestra, gostaria muito de ir novamente. ( Maria Júlia, 7° Ano).
- Adorei a palestra, tirei minhas dúvidas. Gostaria de aprender mais sobre o assunto, quero muito ficar por perto nos estudos que vocês fazem e vão fazer. Por favor se comuniquem conosco. Se Deus quiser, a nossa feira vai ser linda, graças a vocês. Convite: Venham ver a nossa feira, tenho certeza que vão gostar. Beijos e vou pedir pra mãe para eu ir na última sexta desse mês pra Sobral de novo. ( Inaê Alves – 8° Ano)
- Eu adorei! Foi muito interessante. Achei curioso os casos de objetos não identificados. Antes eu me sentia indecisa no caso de existir seres em outros planetas. Agora não tenho dúvidas de que pode existir. Fiquei surpresa quando soube que as cores da bandeira nacional não significavam as matas, as riquezas e o céu azul. Pra mim foi bem educativa e bastante curiosa. ( Ana Lívia, 6° Ano).
- Senhor Jacinto, gostaria de dizer que sua palestra foi bastante proveitosa. Consegui tirar muitas coisas para minha feira cultural, e aprendi muitas coisas, tipo a cor da bandeira, entre muitos assuntos. Resumindo, sua palestra foi muito boa, agradeço-lhe pela atenção que nos deu, por suas explicações e dúvidas que eu tirei. Por favor, fiquem se comunicando conosco ( Danielle Mano, 8° Ano)
- Seu Jacinto, gostei muito da palestra. Descobri muitas coisas e tirei muitas dúvidas. Gostei também da explicação e do material que foi mostrado. Espero aproveitar esse material para as aulas do meu colégio. (Michael Sampaio de Carvalho, 8° Ano)
- Querido Jacinto e todos os professores do CSPU, antes queria dizer muito obrigado pela paciência de vocês e pela colaboração e por disponibilizar o conhecimento de vocês para nós e por tirar todas as minhas dúvidas. A palestra foi muito proveitosa. Achei o trabalho de vocês muito lindo e interessante. Espero participar de outras reuniões. Queria que vocês disponibilizassem o documentário que fala de um caso que ficou conhecido como o Caso da Aurora. (Lara Rodrigues, 8° Ano)
Fonte: Matéria divulgada no Jornal A FOLHA sobre a Reunião
domingo, 8 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Escola Participa de Reunião do CSPU
No dia 30/10/09 o CSPU promoveu mais uma de suas reuniões no auditório do Senac de Sobral. Dois fatos importantes aconteceram neste encontro pesquisadores ufológicos. O primeiro foi uma palestra do Prof. José Amorim de Sousa sobre Astronomia, uma verdadeira aula para ufólogos e simpatizantes presentes. Usando recursos didáticos modernos para ilustrar seus argumentos, fez ver a evolução e a importância da Astronomia, para nos situarmos na nossa Via-Láctea, no nosso sistema solar e em nosso planeta. Falou evolução do telescópio, desde pequenos binóculos até os mais poderosos Rádio-telescópios. O outro fato interessante foi visita que recebemos dos Professores: Ana Célia Abreu Tomé e Luiz Gilson da silva, que trouxeram uma equipe composta de doze alunos (dois por cada sala), representando o Colégio Vale do Curtume, da cidade de Nova Russas. O citado Colégio estará realizando sua tradicional Feira de Ciências no dia 16]10/09 e terá como tema “A Vida Fora da Terra”. A Professora Ana Célia tomou conhecimento das atividades do Centro Sobralense De Pesquisa Ufológica, entrou em contato pedindo permissão para participar, no que foi prontamente atendida. Nós que fazemos o CSPU temos imenso prazer de receber em nossas reuniões, qualquer pessoa interessada no assunto, principalmente professores e alunos. Nossos objetivos enquanto pesquisadores são: Descobrir a verdade sobre os contatos ufológicos e divulgar os resultado das pesquisas, qualquer que sejam as conclusões a que chegarmos.
O CSPU estará aberto para recebermos outras equipes.
Por Jacinto Pereira
sábado, 31 de outubro de 2009
Suposto Óvni foge de míssil do Irã
Fonte: Site do Youtube, essa matéria nos foi indicada por Moises Arruda Linhares
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Caso Salyut-6
Em uma reunião convocada pelo GOSPLAN (Ministério de Planejamento da ex-URSS), cosmonautas declararam que passaram por experiências estranhas a bordo da estação Salyut-6.
No dia 24 de setembro de 1984, a Revista Manchete trouxe com destaque em suas páginas uma notícia impressionante.
No dia 18 de junho de 1981, o Gosplan (Ministério do Planejamento da ex-URSS) convocou uma reunião extraordinária. Na ocasião estavam presentes diversos ufólogos, cosmonautas e autoridades soviéticas, inclusive militares. Seu moderador foi o próprio chefe do programa espacial soviético, General Georgi Timofeevict Beregovoy. Ao seu lado estava Vladimir Kovalyonok, o cosmonauta que, em companhia de Viktor Savinikh, permanecera 77 dias no espaço, a bordo da estação Salyut-6, em 1981.
Na reunião, os cosmonautas teriam declarado que a Salyut-6 fez contato com uma nave de origem desconhecida durante 4 dias (com interrupções) que orbitou junto com ela, a uma distância de 400 km de nosso planeta. O evento teria envolvido os astronautas, Kovalyonok e Savinikh, e três seres desconhecidos a bordo do veículo misterioso que tinha a forma de uma esfera e apenas a metade do tamanho da Salyut-6, de 16 metros de comprimento.
Segundo a descrição dos cosmonautas, o veículo também não apresentava saliências como painéis solares, dos quais as espaçonaves normais costumam extrair energia. As duas naves encontraram-se em 14 de maio de 1981, quase no fim da prolongada estada dos dois astronautas russos.
No encontro, após uma breve introdução do general Beregovoy, todos teriam visto um impressionante filme, um documento feito por cosmonautas soviéticos durante o período em que as duas naves mantiveram contato. O filme foi rodado através de uma das portinholas da Salyut-6. A nave desconhecida, às vezes, aparece a uma distância de apenas 40m.
Conta a reportagem que os dois astronautas estavam trabalhando em suas experiências científicas, após 75 dias de permanência no cosmo, quando Kovalyonok observou um objeto esférico, surgindo de repente a uma distância de mais ou menos 1.000 m, e alertou Savinikh. Ficaram algum tempo observando através de duas portinholas separadas. Kovalyonok apanhou uma câmara e rodou os primeiros fotogramas do que acabou se tornando um filme de 45 minutos. Ele não tinha a menor explicação plausível para o que estava acontecendo. Com a ajuda de binóculos percebeu portinholas na outra nave.
Durante as primeiras 24 horas, isto é, todo o dia 14 de maio de 1981, o objeto misterioso permaneceu em posição estacionária em frente a Salyut-6, sem demonstrar sinais de vida. De repente, ao acordarem, no dia cósmico seguinte, os dois astronautas viram a nave não identificada mais de perto, a menos de 100 metros de distância.
Segundo os cosmonautas, a nave não identificada se movera sem usar jatos, impulsos ou quaisquer outros recursos visíveis. Mesmo de perto, não denotava nenhum deslize na sua superfície suave, uniforme, prateada. Os astronautas identificaram uma série de janelas, 24 ao todo, em três níveis, e, três cabeças de aparência humana atrás, respectivamente, de três portinholas.
Pelas janelas, puderam observar seres que usavam capacetes leves, parecidos com capuzes apertados, tendo, assim, os rostos parcialmente cobertos. Mas três quartas partes das faces eram visíveis através de visores transparentes. Tinham sobrancelhas compridas, grossas e narizes retos. Mas o que mais impressionou os cosmonautas foram os olhos - enormes, azuis, duas vezes maiores que os dos humanos – fixos, sem mostrar o menor sinal de emoção. Nenhum músculo se mexia nos seus rostos.
Mais tarde, no mesmo dia, e durante o dia seguinte, como os seres se mostravam amistosos, dispostos a entrar em comunicação, Kovalyonok teria pedido autorização à Terra para estabelecer contato mais imediato. Recebeu permissão para tentar trocar mensagens visuais, mas perguntando sobre a possibilidade de um contato físico, o controle da missão respondeu com um NYET.
Os cosmonautas estavam se sentindo perfeitamente à vontade ante o comportamento muito humano dos estranhos, cuja nave mudava de posição freqüentemente, sem dificuldade. Numa ocasião chegou a distar 30 metros da estação soviética. Os astronautas podiam não só ver os estranhos, mas também observar seus movimentos, que pareciam humanos, embora muito rígidos, mecânicos e artificiais.
Os cosmonautas, então, teriam aberto um grande mapa celeste próximo à portinhola. A carta mostrava nosso sistema solar no centro. Kovalyonok se admirou quando um dos seres puxou seu próprio mapa. Kovalyonok viu o sistema solar num lado. Não restava dúvidas que eles estavam equipados com os mapas de navegação de absoluta exatidão e apontavam para a parte de nossa Galáxia com toda a precisão. Kovalyonok fez um sinal, pondo o dedo polegar para cima, e,o estranho ser, sem sorrir, fez a mesma coisa. Em seguida, a nave deles se afastou a uma velocidade muito alta. Na órbita seguinte, estava de volta. Ela se afastou seis vezes, ao todo, jamais por uma razão aparente.
Usando uma lanterna potente, Kovalyonok teria tentado se comunicar, primeiro em russo, através de Código Morse, sinalizando: "Cosmonautas soviéticos saúdam visitantes à Terra". Os estranhos seres não entenderam. Tentou então uma mensagem em inglês: "Are you receiving us?", também em Morse. Nenhuma resposta. Então ele tentou uma figura matemática, usando uma luz breve para ZERO e uma longa para UM, e sinalizou o número 101101. Logo depois veio um sinal luminoso em resposta. A mensagem não era apenas mera repetição da cifra de Kovalyonok e foi decifrada com sendo um logaritmo da base usada por Kovalyonok.
No dia seguinte, os seres teriam saído da nave e andado pelo espaço. Tinham mais ou menos dois metros de altura e usavam a mesma roupa. Os cosmonautas teriam então pedido permissão para também saírem, o que lhes foi negado. No quarto dia a nave desapareceu.
Por alguma razão, segundo o relato reproduzido pela Revista Manchete, Kovalyonok e Savinikh haviam se acostumado àqueles seres estranhos, silenciosos e antiemotivos.
Apesar da importância que um evento desses teria, vindo a público e se confirmado verdadeiro, muito pouco repercutiu a bombástica reportagem da Revista Manchete. Nem mesmo a própria fez muito alarde após isso, o que contribuiu para ter deixado o episódio -- e até se uma eventual investigação teria sido levada a cabo para revela-lo -- totalmente no obscurantismo...
Este caso foi retirado de uma reportagem publicada na Revista Manchete de 24 de setembro de 1984, com adaptações da Redação da Revista Vigília.
Fonte: Portal Revista Vigília
No dia 24 de setembro de 1984, a Revista Manchete trouxe com destaque em suas páginas uma notícia impressionante.
No dia 18 de junho de 1981, o Gosplan (Ministério do Planejamento da ex-URSS) convocou uma reunião extraordinária. Na ocasião estavam presentes diversos ufólogos, cosmonautas e autoridades soviéticas, inclusive militares. Seu moderador foi o próprio chefe do programa espacial soviético, General Georgi Timofeevict Beregovoy. Ao seu lado estava Vladimir Kovalyonok, o cosmonauta que, em companhia de Viktor Savinikh, permanecera 77 dias no espaço, a bordo da estação Salyut-6, em 1981.
Na reunião, os cosmonautas teriam declarado que a Salyut-6 fez contato com uma nave de origem desconhecida durante 4 dias (com interrupções) que orbitou junto com ela, a uma distância de 400 km de nosso planeta. O evento teria envolvido os astronautas, Kovalyonok e Savinikh, e três seres desconhecidos a bordo do veículo misterioso que tinha a forma de uma esfera e apenas a metade do tamanho da Salyut-6, de 16 metros de comprimento.
Segundo a descrição dos cosmonautas, o veículo também não apresentava saliências como painéis solares, dos quais as espaçonaves normais costumam extrair energia. As duas naves encontraram-se em 14 de maio de 1981, quase no fim da prolongada estada dos dois astronautas russos.
No encontro, após uma breve introdução do general Beregovoy, todos teriam visto um impressionante filme, um documento feito por cosmonautas soviéticos durante o período em que as duas naves mantiveram contato. O filme foi rodado através de uma das portinholas da Salyut-6. A nave desconhecida, às vezes, aparece a uma distância de apenas 40m.
Conta a reportagem que os dois astronautas estavam trabalhando em suas experiências científicas, após 75 dias de permanência no cosmo, quando Kovalyonok observou um objeto esférico, surgindo de repente a uma distância de mais ou menos 1.000 m, e alertou Savinikh. Ficaram algum tempo observando através de duas portinholas separadas. Kovalyonok apanhou uma câmara e rodou os primeiros fotogramas do que acabou se tornando um filme de 45 minutos. Ele não tinha a menor explicação plausível para o que estava acontecendo. Com a ajuda de binóculos percebeu portinholas na outra nave.
Durante as primeiras 24 horas, isto é, todo o dia 14 de maio de 1981, o objeto misterioso permaneceu em posição estacionária em frente a Salyut-6, sem demonstrar sinais de vida. De repente, ao acordarem, no dia cósmico seguinte, os dois astronautas viram a nave não identificada mais de perto, a menos de 100 metros de distância.
Segundo os cosmonautas, a nave não identificada se movera sem usar jatos, impulsos ou quaisquer outros recursos visíveis. Mesmo de perto, não denotava nenhum deslize na sua superfície suave, uniforme, prateada. Os astronautas identificaram uma série de janelas, 24 ao todo, em três níveis, e, três cabeças de aparência humana atrás, respectivamente, de três portinholas.
Pelas janelas, puderam observar seres que usavam capacetes leves, parecidos com capuzes apertados, tendo, assim, os rostos parcialmente cobertos. Mas três quartas partes das faces eram visíveis através de visores transparentes. Tinham sobrancelhas compridas, grossas e narizes retos. Mas o que mais impressionou os cosmonautas foram os olhos - enormes, azuis, duas vezes maiores que os dos humanos – fixos, sem mostrar o menor sinal de emoção. Nenhum músculo se mexia nos seus rostos.
Mais tarde, no mesmo dia, e durante o dia seguinte, como os seres se mostravam amistosos, dispostos a entrar em comunicação, Kovalyonok teria pedido autorização à Terra para estabelecer contato mais imediato. Recebeu permissão para tentar trocar mensagens visuais, mas perguntando sobre a possibilidade de um contato físico, o controle da missão respondeu com um NYET.
Os cosmonautas estavam se sentindo perfeitamente à vontade ante o comportamento muito humano dos estranhos, cuja nave mudava de posição freqüentemente, sem dificuldade. Numa ocasião chegou a distar 30 metros da estação soviética. Os astronautas podiam não só ver os estranhos, mas também observar seus movimentos, que pareciam humanos, embora muito rígidos, mecânicos e artificiais.
Os cosmonautas, então, teriam aberto um grande mapa celeste próximo à portinhola. A carta mostrava nosso sistema solar no centro. Kovalyonok se admirou quando um dos seres puxou seu próprio mapa. Kovalyonok viu o sistema solar num lado. Não restava dúvidas que eles estavam equipados com os mapas de navegação de absoluta exatidão e apontavam para a parte de nossa Galáxia com toda a precisão. Kovalyonok fez um sinal, pondo o dedo polegar para cima, e,o estranho ser, sem sorrir, fez a mesma coisa. Em seguida, a nave deles se afastou a uma velocidade muito alta. Na órbita seguinte, estava de volta. Ela se afastou seis vezes, ao todo, jamais por uma razão aparente.
Usando uma lanterna potente, Kovalyonok teria tentado se comunicar, primeiro em russo, através de Código Morse, sinalizando: "Cosmonautas soviéticos saúdam visitantes à Terra". Os estranhos seres não entenderam. Tentou então uma mensagem em inglês: "Are you receiving us?", também em Morse. Nenhuma resposta. Então ele tentou uma figura matemática, usando uma luz breve para ZERO e uma longa para UM, e sinalizou o número 101101. Logo depois veio um sinal luminoso em resposta. A mensagem não era apenas mera repetição da cifra de Kovalyonok e foi decifrada com sendo um logaritmo da base usada por Kovalyonok.
No dia seguinte, os seres teriam saído da nave e andado pelo espaço. Tinham mais ou menos dois metros de altura e usavam a mesma roupa. Os cosmonautas teriam então pedido permissão para também saírem, o que lhes foi negado. No quarto dia a nave desapareceu.
Por alguma razão, segundo o relato reproduzido pela Revista Manchete, Kovalyonok e Savinikh haviam se acostumado àqueles seres estranhos, silenciosos e antiemotivos.
Apesar da importância que um evento desses teria, vindo a público e se confirmado verdadeiro, muito pouco repercutiu a bombástica reportagem da Revista Manchete. Nem mesmo a própria fez muito alarde após isso, o que contribuiu para ter deixado o episódio -- e até se uma eventual investigação teria sido levada a cabo para revela-lo -- totalmente no obscurantismo...
Este caso foi retirado de uma reportagem publicada na Revista Manchete de 24 de setembro de 1984, com adaptações da Redação da Revista Vigília.
Fonte: Portal Revista Vigília
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Seres extraterrestres estiveram na Terra na Antiguidade e estabeleceram comunicação com as sociedades humanas primitivas?

Um dos primeiros a divulgar amplamente a idéia de que podemos ter mantido contato com civilizações extraterrestres na Antiguidade foi curiosamente um dos mais conhecidos céticos. No livro “Vida Inteligente no Universo” (1966) o astrônomo Carl Sagan, em colaboração com o colega soviético Iosif Shklovsky dedica um capítulo inteiro para defender seriamente a possibilidade de um contato em eras passadas.
Já então a dupla indicou um possível deus astronauta: o enigmático personagem da mitologia suméria, Oannes. Quimera metade peixe, diz a lenda que a criatura surgiu no Golfo Pérsico por volta de 4.000AC e ensinou várias artes e ciências aos homens. Seriam os ecos longínquos do contato com um alienígena benevolente?
Talvez, apenas talvez. A dupla de cientistas foi sóbria e cautelosa ao deixar claro que eram apenas especulações sem comprovação. E é aqui que reside a diferença entre especulação e a enganação. Logo depois um hoteleiro suíço venderia exatamente as mesmas idéias como se fossem fatos comprovados, e o resto, como dizem, é história. Ou melhor, ficção vendida como história.
As supostas evidências que permitiriam o pulo de especulação para fato já foram exaustivamente exploradas ao longo das últimas décadas, e seria impossível abordar todas em detalhe neste espaço. Cada uma delas é um caso específico em que traficantes de mistérios nunca contam toda a história. Fiquemos então com a que, segundo o próprio cético Sagan seria uma das melhores evidências concretas de contatos na antiguidade.
São os rituais e lendas do povo Dogon na África. Coincidência ou não, esta tribo distante também fala da chegada de uma quimera peixe-serpente, chamada Nummo, vinda diretamente do sistema estelar de Sírio. Não apenas o mito faz referência astronômica ao sistema estelar, ele inclui alguns detalhes que só foram confirmados pela ciência no século passado. A especulação se torna subitamente sólida quando as “lendas” possuem elementos que apenas grandes telescópios – ou viajantes extraterrestres – poderiam conhecer. Seria este o caso perfeito? Pelo menos é o que enganadores vendem.
O que nunca contam é que a história não pára aí. Há algo muito estranho quando descobrimos que os Dogon acreditam que o Nummo foi crucificado (!) e ressuscitou, e que deve retornar uma segunda vez à Terra. Soa familiar? Demasiadamente familiar. Em verdade as lendas astronômicas Dogon mais extraordinárias têm uma única fonte, o antropólogo Marcel Griaule que manteve contato com a tribo nos anos 1930 e 40. Outros antropólogos em contato com a mesma tribo antes e depois falharam em confirmar as extraordinárias lendas.
Não se suspeita que Griaule inventou as histórias, mas é revelador que os supostos mitos ancestrais espelhem os mitos e conhecimentos do próprio europeu. Os supostos conhecimentos astronômicos Dogon também contêm alguns erros, idênticos aos da astronomia européia no início do século passado. Pelo visto a tribo Dogon não devia estar tão isolada dos europeus, e como Sagan notou, a civilização alienígena com conhecimentos astronômicos sofisticados em contato com os Dogon que o antropólogo descobriu era… sua própria civilização.
O melhor caso a apoiar a idéia de “deuses astronautas” revela-se frágil quando informação crucial é adicionada. Infelizmente, é assim com todos os outros casos que já conheci. O pilar de ferro de Délhi está sim enferrujado, a Grande Pirâmide possui o nome do faraó Quéops inscrito várias vezes em câmaras interiores seladas desde sua construção, o mapa de Piri Reis não é mais acurado que outros mapas da época…
A possibilidade de que tenhamos sido contatados persiste e deve ser tomada a sério. O pulo do possível para o provável, e deste para o comprovado no entanto ainda não foi dado.
Fonte: Site CeticismoAberto
Nasa acha molécula orgânica em planeta fora do Sistema Solar
Pesquisadores da Nasa anunciaram a descoberta de química básica para a vida em um segundo planeta quente e gasoso, muito distante do nosso Sistema Solar. Feito na terça-feira (20), o anúncio da pesquisa também informa que isso permite aos astrônomos avançar quanto à identificar planetas onde a vida possa existir.
O planeta, que leva o nome de HD 209458b, não é habitável, mas possui a mesma química que, se encontrada em um planeta rochoso no futuro, pode indicar a presença de vida.

Química básica para a vida foi encontrada no exoplaneta HD 209458b (na foto, em concepção artística)
“É o segundo planeta fora do nosso sistema solar em que água, metano e dióxido de carbono foram encontrados –elementos potencialmente importantes para processos biológicos em planetas habitáveis”, disse o pesquisador Mark Swain, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa. “A descoberta de componentes orgânicos nos dois exoplanetas já traz a possibilidade de que será corriqueiro encontrar planetas com moléculas que podem ser vinculadas à vida.”
Os pesquisadores usaram dados de dois observatórios em órbita: os telescópios espaciais Hubble e Spitzer, para estudar o HD 209458b –que, além de quente e gasoso, é gigante (maior do que Júpiter) e orbita em uma estrela semelhante ao Sol por volta de 150 anos-luz de distância da constelação de Pegasus.
A descoberta segue a uma outra, ocorrida em dezembro de 2008, que mostrou a presença de dióxido de carbono (CO2) em outro planeta do tamanho de Júpiter, o HD 189733b. Observações anteriores do Hubble e do Spitzer também tinham revelado que o planeta contém água em vapor e metano.
Para rastrear as moléculas orgânicas, a Nasa usou espectroscópios, instrumentos que dividem a luz em componentes para mostrar a “assinatura” de diferentes elementos químicos. Dados da câmera infravermelha do Hubble e do espectrômetro de multiobjetos mostraram a presença de moléculas, e dados do fotômetro e do espectrômetro infravermelho do Spitzer mediram as respectivas quantidades.
“Isso demonstra que nós podemos identificar as moléculas importantes nos processos de vida”, disse Swain. Os astrônomos podem, a partir de agora, comparar as duas atmosferas de ambos os planetas, pelas diferenças e similaridades. Por exemplo: as quantidades de água e dióxido de carbono relativas a ambos os planetas são similares, mas o planeta HD 209458b mostra ter metano em abundância, quando comparado com o HD 189733b. “A alta abundância de metano está nos dizendo alguma coisa”, disse Swain. “Pode significar que houve algo especial sobre a formação deste planeta.”
Fonte: Encontrado no IG blog Área 51
O planeta, que leva o nome de HD 209458b, não é habitável, mas possui a mesma química que, se encontrada em um planeta rochoso no futuro, pode indicar a presença de vida.

Química básica para a vida foi encontrada no exoplaneta HD 209458b (na foto, em concepção artística)
“É o segundo planeta fora do nosso sistema solar em que água, metano e dióxido de carbono foram encontrados –elementos potencialmente importantes para processos biológicos em planetas habitáveis”, disse o pesquisador Mark Swain, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa. “A descoberta de componentes orgânicos nos dois exoplanetas já traz a possibilidade de que será corriqueiro encontrar planetas com moléculas que podem ser vinculadas à vida.”
Os pesquisadores usaram dados de dois observatórios em órbita: os telescópios espaciais Hubble e Spitzer, para estudar o HD 209458b –que, além de quente e gasoso, é gigante (maior do que Júpiter) e orbita em uma estrela semelhante ao Sol por volta de 150 anos-luz de distância da constelação de Pegasus.
A descoberta segue a uma outra, ocorrida em dezembro de 2008, que mostrou a presença de dióxido de carbono (CO2) em outro planeta do tamanho de Júpiter, o HD 189733b. Observações anteriores do Hubble e do Spitzer também tinham revelado que o planeta contém água em vapor e metano.
Para rastrear as moléculas orgânicas, a Nasa usou espectroscópios, instrumentos que dividem a luz em componentes para mostrar a “assinatura” de diferentes elementos químicos. Dados da câmera infravermelha do Hubble e do espectrômetro de multiobjetos mostraram a presença de moléculas, e dados do fotômetro e do espectrômetro infravermelho do Spitzer mediram as respectivas quantidades.
“Isso demonstra que nós podemos identificar as moléculas importantes nos processos de vida”, disse Swain. Os astrônomos podem, a partir de agora, comparar as duas atmosferas de ambos os planetas, pelas diferenças e similaridades. Por exemplo: as quantidades de água e dióxido de carbono relativas a ambos os planetas são similares, mas o planeta HD 209458b mostra ter metano em abundância, quando comparado com o HD 189733b. “A alta abundância de metano está nos dizendo alguma coisa”, disse Swain. “Pode significar que houve algo especial sobre a formação deste planeta.”
Fonte: Encontrado no IG blog Área 51
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
UFOs na Fazenda São Joaquim

Pesquisadores do Centro Sobralense de Pesquisas Ufológicas, realizaram no Distrito de Aracatiaçu, na localidade de Poço Redondo, na Fazenda São Joaquim de propriedade do Sr. Xavier Viana uma vigília ufológica. Os pesquisadores Jacinto Pereira, Elenilton Roratto, Professor Amorim e Cláudio Dias, realizaram uma visita àquela localidade com o intuito de avaliar e observar as casuísticas que vêm ocorrendo naquela região. Segundo os entrevistados (José Josenildo e Xavier Viana), há aproximadamente 5 anos os casos vêm se intensificando e os moradores estão assustados com os eventos ocorridos. Segundo o Vaqueiro Sr. José Josenildo, uma espécie de bola de fogo aparece e persegue os moradores. “Um deles uma vez ficou próximo a mim e tinha uma luz intensa que me deixou com muita sede. Os casos acontecem mais nos verões, em noites muito escuras. Gostaríamos de saber o que é e por isso chamamos o CSPU para nos ajudar a esclarecer estas dúvidas. Não sabemos ao certo o que eles querem, mas sempre estão aqui no interior”.
A equipe realizou vigília também nas proximidades da Serra do Barriga e nada foi constatado. Sabemos que os eventos vêm ocorrendo, mas é muito difícil visualizarmos, mas um dia, com certeza teremos a oportunidade de registrar tais eventos.
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