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sexta-feira, 2 de abril de 2021

Gostei e coloco á disposição de vocês

Pode ser um grande plano de 1 pessoa

Carla Barreto

O UFO



Muitas pessoas ainda duvidam da existência de vida extraterrestre inteligente e acham que somos a única dádiva divina para todo este Universo físico. Mas, se formos levar em consideração as probabilidades quando examinarmos alguns dados, fica óbvio que a ideia da não existência de ETs inteligentes é simplesmente ridícula. Veja:

1) O número de galáxias

Estima-se que 50 bilhões de galáxias sejam visíveis através do uso de telescópios e o número total destas no Universo certamente deve exceder este número. Porém, para termos um número conservador, vamos somente dobrá-lo. Isto é 100.000.000.000 de galáxias no Universo.

2) O número médio de estrelas contidos numa galáxia

Há tantas estrelas em cada galáxias quanto o número de galáxias no Universo previsível. Vamos dizer que este número seja de 100 bilhões de estrelas em cada galáxia.

3) O número de estrelas no Universo

Levando-se os números acima em consideração, temos aproximadamente 100 bilhões de galáxias X 100 bilhões de estrelas em cada um, ou seja, 10.000.000.000.000.000.000.000 de estrelas. Isto significa 10 sextilhões de estrelas, e este é um número muito conservador.

4) O número de estrelas que possuem sistemas planetários

Uma das tecnologias atuais de caça aos planetas extra-solares, ou exoplanetas, dita que uma estrela precisa estar muito próxima de nós para que um exoplaneta seja detectado, geralmente através do ‘balanço’ de um estrela. Melhores tecnologias, que nos permitem mensurar a diminuição do brilho de uma estrela quando um planeta passa na frente de seu disco, têm agora revolucionado a caça por exoplanetas. Até hoje, já entramos na casa de milhares de exoplanetas descobertos com esta tecnologia. Mesmo este número sendo pequeno, os cosmólogos acreditam que a formação planetária ao redor de estrelas seja um processo muito comum. Assim, vamos dar a este cálculo um fator de um exoplaneta em um milhão de estrelas, e dizer que exista somente um planeta ao redor de cada estrela que possa possuir um planeta, para manter este número exageradamente.

O resultado é 10.000.000.000.000.000, ou seja 10 quatrilhões de planetas no Universo.

5) O número de planetas que podem abrigar a vida.

Vamos presumir que condições para abrigar a vida sejam muito raras entre os planeta e dar a isto também o fator de um em um milhão. Uma simples divisão resulta em 10.000.000.000 (10 bilhões) de planetas no Universo capazes de abrigar a vida.

O que você acha? Ainda estamos sós no Universo? Teria esta vastidão sido criada simplesmente para abrigar só um planetinha azul com um bando de malucos nele?

Os números falam por si mesmos. Se formos considerar todas estas probabilidades, fica muito fácil discernir que nós humanos somos menos do que “uma minúscula fibra de algodão desprendida da camiseta do Universo, no fundo do umbigo do mesmo”.Pode ser uma imagem de 1 pessoa e texto que diz "menteaberta15 E VOCÊ? ACREDITA EM NOSSA EXISTENCIA?"


Fonte: https://www.facebook.com/

sábado, 14 de novembro de 2015

EUA não têm o direito de explorar sozinhos os recursos naturais do espaço

As montanhas de textura esquisita nomeadas informalmente Tartarus Dorsa mostram as cores do planeta anão.

© NASA. NASA/JHUAPL/SWRI

 

 

O Governo dos Estados Unidos anunciou sua decisão, ratificada pelo Congresso, de explorar os recursos naturais do espaço. José Monserrat Filho, ex-chefe da Assessoria de Cooperação Internacional da AEB – Agência Espacial Brasileira, critica a posição norte-americana, que “exige um amplo debate internacional”.

Com a aprovação do Congresso, os Estados Unidos se dizem referendados para iniciar a exploração de corpos celestes, mas Monserrat Filho, em entrevista exclusiva à Sputnik Brasil, sustenta que a posição dos Estados Unidos não poderia ter sido adotada unilateralmente, pois tudo que envolve a pesquisa e a exploração do espaço exige um amplo debate internacional nos organismos especialmente criados para estas negociações.

José Monserrat Filho é professor de Direito Espacial e durante alguns anos chefiou a Assessoria de Cooperação Internacional da AEB – Agência Espacial Brasileira e também a Assessoria Internacional do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Ele é ainda vice-presidente da Associação Brasileira de Direito Aeronáutico e Internacional.

A seguir, a conversa com o especialista brasileiro em Direito Espacial.

Sputnik: Existem acordos, convenções ou instrumentos legais que permitam aos Estados Unidos ou a qualquer outro país fazer a exploração de recursos naturais no espaço?

José Monserrat Filho: Esta questão ainda não foi resolvida internacionalmente. Trata-se de uma questão internacional e não nacional. O espaço e os corpos celestes são considerados bens abertos a toda a humanidade. Logo, ninguém pode se apossar do espaço. O Tratado do Espaço de 1967, que é o código maior das atividades espaciais, diz claramente em seu Artigo 2 que o espaço cósmico, inclusive a Lua e os demais corpos celestes, não poderá ser objeto de apropriação nacional, por proclamação de soberania, por uso ou ocupação e nem por qualquer outro meio. A questão da propriedade privada para a exploração industrial e comercial dos recursos naturais dos corpos celestes, inclusive dos asteroides, ainda precisa ser devidamente regulada por ser uma questão específica.

S: Mas esta iniciativa dos EUA, inclusive referendada pelo Senado do país, é aceitável por parte da comunidade internacional?

JMF: Não sei como vão se portar os países aliados dos EUA, mas no geral se pode dizer que a maioria dos países será contra porque a lei internacional é muito clara neste sentido. Além do Tratado do Espaço de 1967, há também o Acordo da Lua, que foi aprovado por unanimidade pela Assembleia-Geral das Nações Unidas, em 1979, e assinado por uns poucos países. Os EUA e a Rússia não ratificaram esse acordo, mas de qualquer maneira ele tem um peso razoável e não pode ser ignorado, e diz claramente que a exploração dos recursos naturais dos corpos celestes – a Lua e asteroides – só poderá ser feita depois de criada uma autoridade internacional com a participação dos interessados. Ou seja, a proposta é criar um sistema como o que hoje administra as riquezas dos fundos marinhos e instituir uma autoridade internacional. E a empresa que estiver interessada em participar da exploração faz um estudo com a autoridade internacional que supervisiona essa exploração, de tal maneira que ela não prejudique os outros países.

S: Então, é preciso criar um organismo regulador?

JMF: A melhor solução, no meu entender, é aquela que foi proposta pelo Acordo da Lua, mas os países têm liberdade de discutir esta questão. O que não se pode de maneira alguma é estabelecer uma lei nacional para resolver um problema internacional. É uma pressão unilateral. Essa não é a primeira lei aprovada, nesta área, nos EUA. Recentemente foi aprovado pela Câmara dos Representantes um projeto de lei que diz claramente que quem chegar a um asteroide e recolher a sua riqueza será dono desses recursos. Como entender que um país possa estabelecer como serão explorados os asteroides, que são terras de todo o mundo, não pertencem a alguém em particular. É uma lei interna dos EUA, vale para qualquer empresa americana, mas está se sobrepondo aos demais países.

Leia mais: http://br.sputniknews.com/opiniao/20151112/2736689/EUA-nao-tem-direito-de-explorar-sozinhos-recursos-naturais-do-espaco.html#ixzz3rU9UDxkK

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

A Terra e o Universo são seres vivos e inteligentes


Imagens do Google
A Terra é um organismo vivo e nós, seres viventes nela e somos essenciais para sua vida. Nossas atuações, as mais diversas, são importantes para alterar ou transformar a matéria prima (a qual nós chamamos de natureza) deste lindo ser, que é nosso planeta. Assim como os vermes, germes, bactérias, fungos e vírus existentes em nosso interior são essenciais para a sobrevivência das pessoas, assim também somos, com relação à Terra. A Terra é muito importante na mecânica não só do sistema solar, mas na harmonia desse universo. Portanto nós seres viventes somos importantes na composição do Universo, que acredito ser um imenso ‘Corpo Vivo e Inteligente’. Nós seres viventes, somos importantes na composição e ordem desse nosso Universo Vivo. Tal Ordem precisa ser mantida para o bom funcionamento e proveito de todos que o compõem. Como nossos vírus e bactérias precisam serem controlados para a manutenção do equilíbrio (saúde) de nossos corpos, assim também a Terra enquanto ser vivente, precisa controlar os desequilíbrios provocados pelos serem que vivem nela, para que não venham a causar desordem no seu equilíbrio e do Universo.
Para manter a ordem interna de nosso corpo e dar a ele recursos e tranquilidade para desenvolver esforços necessários para o desempenho de suas funções, existem diversos elementos orgânicos capacitados para atuar na defesa de nosso organismo (gânglios e anticorpos), que desempenham suas funções sem qualquer sentimentalismo, apenas pelo dever de ofício, para que a força essencial de vida que atua através dele, disponha de um equipamento no melhor estado possível para o desempenho de suas atividades. Os seres extraterrestres que nos visitam, são nada mais nada menos que elementos deste universo vivo que, como nossos glóbulos vermelhos, glóbulos brancos, enzimas, cromossomos e tantos outros elementos de que dispomos para nos manter vivo e atuante, eles têm com certeza as funções também de regular, defender, organizar, redistribuir seres viventes onde for necessário, criar outros com novas funções e manter vigilância permanente sobre o bom ou mau funcionamento deles em qualquer parte do Universo, para que sejam tomadas as providências necessárias para restabelecer a harmonia das coisas. Fazem isto como os elementos de nosso organismo, sem sentimentos egoístas, sem se apegar demais a esta ou aquela parte, mas com o amor de quem têm a consciência de que desempenhando bem a sua função, está restabelecendo a ordem do todo. Eles estão atentos a qualquer ação humana ou animal, que possa de alguma maneira afetar demais outras vidas, outros astros ou outros universos (os universos são definidos e separados por padrões de frequência). Cada parte do todo têm sua especificidade. O corpo humano nasce pequeno e se desenvolverá aos poucos e em datas diferentes. Porem, a Força Essencial de Vida (alma espírito ou consciência, como queiram chamar) que atuará nele e através dele já existe, porém ela irá aos poucos aprendendo a manusear este que servirá para a sua atuação neste plano, como um veículo que será usado para o desempenho de uma missão. À medida em que houver uma harmonização entre a Força Essencial de Vida e esta máquina, as capacidades tecnológicas vão surgindo, se aperfeiçoando e almentando cada vez mais as habilidades. No caso do Universo Vivo, também não é muito diferente, muitas partes surgiram primeiro e os componentes destas partes adquiriram habilidades que, para nós, que somos muito novos (sendo nossa terrinha recém formada, nós estamos ainda no desabrochar da vida), ficamos admirados diante das habilidades das entidades (ETs) que acompanham nosso desenvolvimento, que muitas vezes não admitimos como sendo tecnologia e sim magia, ou coisa sobrenatural. Posso afirmar que não existe nada sobrenatural, tudo que vemos ou sentimos é natural, porém, o que nos falta é o conhecimento do fato. Toda vez adquirimos as informações corretas sobre um fenômeno misterioso, ele deixará de ser mistério. Como nossos visitantes extraterrestres vêm de partes mais antigas do universo, se apresentam com muito mais habilidades e tecnologias. As vezes temos muito medo, medo de que queiram nos destruir ou tomar alguma coisa que achamos que é de nossa propriedade. Quando caçamos na mata e atiramos em um animal qualquer para matar a fome com ele, achamos que ele não tinha dono, mas quando uma entidade dessas apanha uma cabra ou outro animal qualquer de nossa propriedade ficamos furiosos. Isto por que não conhecemos (talvez o trabalhos deles com aquele animal tenha o propósito de garantir a vida no futuro para essa mesma comunidade, e ainda não compreendemos) o propósito deles e ficamos zangados, achando que eles têm que respeitar as nossas regras de comportamento comunitário. Não entendemos que eles trabalham também para nós humanos, mas num nível que não entendemos ainda. A forma como os extraterrestres desenvolvem seu trabalho utilizando seres humanos é a mesma de quando eles se utilizam de animais ou plantas. O conceito de humanos e animais irracionais é nosso e não deles. Eles trabalham para uma causa maior. Esta concepção do Universo, da Consciência Cósmica, da atuação de Extraterrestres, foi adquirida nas pesquisas de campo e na leitura de muitos livros, durante minhas pesquisas ufológicas, que já ultrapassa os trinta anos. Apesar de ter lido tanto sobre ciências ocultas e também das ciências que não são ocultas, por quê ainda me apego a metodologias cientificas quando tento identificar um aparecimento de Óvnis? Primeiro é que tudo que acontece deve ser motivo para investigação científica, até as minhas crenças. Afinal, a pesquisa científica só faz aumentar cada vez mais o conhecimento humano, a ciência nunca deve discriminar qualquer área ou campo. Com relação aos fenômenos ufológicos, eu prefiro me comportar como cientista de verdade, pesquisando e anotando tudo que for possível. As Leis são feitas sempre no topo das pirâmides do poder, sejam elas universal ou cósmica, ou sejam elas no nosso mundo ou país. Mas, as coisas acontecem mesmo com você, é na sua comunidade. Observado o que acontece na sua comunidade, ajuda a descobrir as razões e os propósitos de tais atos. Vejamos: Já sabemos que somos importantes para os extraterrestres, pois eles poderiam observar e conhecer tudo dos humanos usando sua fantástica tecnologia, decodificando as nossas comunicações ou vendo tudo la do alto com seus equipamentos, mas eles preferem vir aqui no local onde vivemos e conhecer todo o contexto que nos envolve, mesmo correndo risco de se contaminarem em nosso ambiente. Se eles quisessem nos exterminar, roubar nossas coisas ou tomar nosso planeta, não tínhamos tecnologias para impedir que isso acontecesse. Por isto precisamos nos dedicar mais, estudando tudo sobre suas visitas. Pois, estudando de que forma eles vem aqui, a frequência com que eles vem, os lugares visitados por eles, que tipo de material ou elementos da natureza eles procuram, e as peculiaridades dos contatos mantidos com as pessoas, talvez venhamos a descobrir o que estar na iminência de acontecer conosco e não com eles. Talvez se descobrirmos os motivos e as razões deles nos visitarem, suas preocupações, quem sabe, talvez mudássemos um pouco nossas atitudes com relação aos outros, ao ambiente, a espiritualidade e ao Universo.
 
Por Jacinto Pereira de Souza. 
Aguardo os comentários dos leitores.