segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Astrônomos descobrem planeta gigante oculto 3 vezes mais massivo que Júpiter


O planeta gigante de gás, semelhante a Júpiter, foi encontrado por um astrônomo da Universidade da Califórnia em Riverside

16 de janeiro de 2022, 22:03 h Atualizado em 16 de janeiro de 2022, 23:52

www.brasil247.com - (Foto: Nasa)

Sputnik - O planeta encontrado é o TOI-2180 b, que tem o mesmo diâmetro de Júpiter, contudo é três vezes mais massivo.

De acordo com os pesquisadores, o planeta tem 105 vezes a massa da Terra em elementos mais pesados que o hélio e o hidrogênio. Além disso, o planeta leva 261 dias para completar uma órbita.

Os astrônomos usaram algoritmos de computador para escanear dados coletados por diversos telescópios. Os pesquisadores procuravam mudanças no brilho das estrelas, o que pode indicar que uma estrela está sendo orbitada por um planeta.

Tom Jacobs, um astrônomo amador, no dia 1º de fevereiro de 2020, enquanto inspecionava os dados coletados pelo telescópio TESS, notou que a luz da estrela chamada TOI-2180 diminuiu e depois retornou ao seu nível de brilho anterior em um período de 24 horas.

Posteriormente, os cientistas observaram o empuxo gravitacional do planeta sobre a estrela, o que permitiu calcular sua massa e estimar diversas possibilidades para sua órbita.

Fonte: https://www.brasil247.com/mundo/astronomos-descobrem-planeta-gigante-oculto-3-vezes-mais-massivo-que-terra

sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

A noite em que 21 óvnis invadiram o espaço aéreo brasileiro e foram perseguidos por caças da FAB


  • André Bernardo
  • Do Rio de Janeiro para a BBC Brasil

Registro de suposto óvni feito pelo fotógrafo Adenir Britto

Crédito, Acervo Jackson Camargo

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Registro de suposto óvni feito pelo fotógrafo Adenir Britto

Quando chegou para trabalhar no dia 19 de maio de 1986, no Aeroporto Internacional Professor Urbano Ernesto Stumpf, em São José dos Campos (SP), o controlador de tráfego aéreo Sérgio Mota da Silva não imaginava que aquele plantão entraria para a história da ufologia como a "A Noite Oficial dos Óvnis".

Na noite daquela segunda-feira, 21 objetos voadores não identificados, alguns deles com até 100 metros de diâmetro, foram avistados por dezenas de testemunhas, civis e militares, em quatro Estados: São Paulo, Rio, Minas e Goiás. Só no interior de São Paulo, foram registrados avistamentos em Caçapava, Taubaté e Mogi das Cruzes.

Em Guaratinguetá (SP), o avistamento foi coletivo. Quem conta é o ufólogo Edison Boaventura Júnior, presidente do Grupo Ufológico do Guarujá (GUG).

"Por volta das 20h, cerca de dois mil militares, entre cadetes e oficiais, da Escola de Especialistas da Aeronáutica (EEAR), testemunharam o fenômeno, a olho nu ou de binóculo", relata.

Não parou por aí. Os óvnis, sigla usada para designar "objetos voadores não identificados", foram detectados por radares do Centro Integrado de Defesa Aérea e de Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta). O que significa que, em outras palavras, tais objetos eram sólidos.

Cinco caças da Força Aérea Brasileira (FAB) foram acionados pelo Centro de Operações da Defesa Aérea (CODA) para interceptar os supostos invasores.

Segundo os pilotos, os pontos multicoloridos conseguiram, entre outras manobras, pairar estáticos no céu, voar em zigue-zague, fazer curva em ângulo reto, mudar de cor, trajetória e altitude e atingir velocidades de até 15 vezes à do som.

"O número de objetos avistados naquela noite foi bem maior do que 21", acredita o controlador de tráfego aéreo Sérgio da Silva Mota.

"Às vezes, os pilotos tinham contato visual dos alvos, mas os radares não registravam nada. Outras, os radares até captavam a presença de objetos, mas os pilotos não conseguiam avistá-los. A Aeronáutica considerou apenas os avistamentos que tiveram confirmação simultânea. Os demais foram descartados", conta ele.

Capitão Armindo Sousa Viriato de Freitas

Crédito, Acervo Edison Boaventura Júnior

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Capitão Armindo Sousa Viriato de Freitas em caça da FAB

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Em São José dos Campos (SP), a "A Noite Oficial dos Óvnis" teve início por volta das 20h, quando o sargento Sérgio Mota da Silva começou a gerenciar a decolagem do voo 703 da extinta empresa aérea Rio Sul, com destino ao Rio de Janeiro (RJ). Foi quando avistou uma estranha luz, semelhante a um farol, parada no céu.

Intrigado, ligou para a torre do Aeroporto Internacional de Guarulhos para checar se alguma aeronave seguia em direção a São José dos Campos. A resposta foi negativa.

Enquanto os dois conversavam, o objeto sumiu e, dali a pouco, voltou a aparecer, com um brilho ainda mais intenso. Sérgio apanhou um binóculo para observá-lo melhor. Era cintilante e multicolorido, recorda.

A certa altura, o sargento reduziu a intensidade das luzes da pista de pouso e decolagem do aeroporto. Nisso, os artefatos se aproximaram. Quando ele aumentou o brilho, se afastaram.

"Se estavam tentando interagir comigo, não sei. O que eu sei é que se comportaram de modo inteligente", observa.

Pânico a bordo

Pelo menos três aeronaves relataram avistamentos naquela noite. A primeira foi um modelo Bandeirante, da TAM, que fazia a rota de Londrina (PR) a São Paulo (SP).

O piloto chegou a informar ao Centro de Controle de Área de Brasília (ACC-BS) que havia um artefato se aproximando dele, em aparente rota de colisão.

A segunda, da Transbrasil, também avistou um UFO (sigla em inglês para objeto voador não identificado - unidentified flying object) sobre a região de Araxá, no interior de Minas.

O voo seguia de Guarulhos (SP) para Brasília (DF).

A terceira e última foi um avião bimotor Xingu, prefixo PT-MBZ, que voltava de Brasília (DF) com destino a São José dos Campos (SP).

A bordo estavam o coronel Ozires Silva, que voltava de uma reunião com o presidente da República, José Sarney, e seu copiloto, Alcir Pereira da Silva.

Às 21h04, Sérgio fez contato com o piloto do bimotor. Perguntou se ele tinha avistado "algo de esquisito no ar". Pelo radar, o controlador tinha detectado três UFOs sobre São José dos Campos.

Registro de suposto óvni feito pelo fotógrafo Adenir Britto

Crédito, Acervo pessoal

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Registro de suposto óvni feito pelo fotógrafo Adenir Britto

Quando avisou que tentaria fazer uma manobra de aproximação do alvo, descrito como "ponto luminoso" e "bem enorme", Ozires ouviu de Alcir, visivelmente apavorado: "Todo mundo que tenta perseguir um negócio desses acaba desaparecendo, sabia?"

Dessa vez, quem desapareceu, para alívio do copiloto, foi a luz misteriosa. Sumiu, assim que o piloto começou a manobrar a aeronave.

No dia seguinte, Ozires Silva tomou posse como o novo presidente da Petrobras. Na coletiva de imprensa, nenhum jornalista lembrou de perguntar algo sobre petróleo. Todos queriam saber apenas sobre discos voadores. Procurado pela reportagem, Ozires Silva não quis comentar o episódio.

"A Noite Oficial dos Óvnis é um dos mais importantes casos da ufologia mundial. É o caso com o maior número de testemunhas em todo o planeta", explica o ufólogo Jackson Luiz Camargo, autor de A Noite Oficial dos UFOs no Brasil (2021).

"Não definiria o que aconteceu como invasão. Em nenhum momento, houve qualquer comportamento hostil por parte das inteligências que operavam aqueles aparelhos", disse ele.

Edson Boaventura Júnior ao lado de um Super Tucano A-29

Crédito, Acervo pessoal

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Edson Boaventura Júnior ao lado de um Super Tucano A-29

A verdade está lá fora

Quem também estava de plantão naquela noite era o repórter fotográfico Adenir Britto. Por volta das 21h, ele atendeu uma ligação na redação do extinto Vale Paraibano.

"Tem um disco voador sobre o jornal", disse uma voz masculina. Britto imaginou que fosse trote. Mas, na dúvida, ele e a repórter Iara de Carvalho resolveram investigar.

No pátio do jornal, avistaram luzes multicoloridas, que se movimentavam em todas as direções. Munido de uma Nikon, com lente teleobjetiva de 500 mm e filme de 6.400 asas, tirou algumas fotografias.

"Entre surpreso e emocionado, registrei aquele momento. Nunca mais avistei nada igual. Aquela aparição jamais será apagada da minha memória", diz Britto.

Um mês depois, dois oficiais do Centro Técnico Aeroespacial (CTA), acompanhados do ufólogo americano James J. Hurtak, compareceram à redação e pediram ao editor-chefe os negativos das fotos.

O material, explicou Hurtak, seria analisado pela Nasa, a agência espacial norte-americana. Trinta e seis anos depois, nunca foi devolvido.

"A que conclusão eu cheguei? Bem, acredito que aqueles objetos fossem mesmo do 'espaço sideral'. E, a meu ver, estavam monitorando instalações militares e industriais do Brasil", observa Hurtak.

Sérgio Mota da Silva na torre de controle de São José dos Campos

Crédito, Acervo pessoal

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Sérgio Mota da Silva na torre de controle de São José dos Campos

Brincadeira de gato e rato

O risco de um desastre aéreo era iminente. Os tais objetos, além de intensa luminosidade, eram capazes de manobras impossíveis para qualquer aeronave. Para agravar a situação, sobrevoavam instalações estratégicas para a defesa aérea, como o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e o Centro Técnico Aeroespacial (CTA), em São José dos Campos (SP), e a Academia de Força Aérea (AFA), em Pirassununga (SP).

Por essas e outras, o então ministro da Aeronáutica, brigadeiro Octávio Júlio Moreira Lima (1926-2011), foi logo notificado do que estava acontecendo. Dali a instantes, três caças da FAB, dois F-5 e um Mirage, entraram em ação.

O primeiro deles, um F-5, prefixo FAB-4848, pilotado pelo tenente Kleber Caldas Marinho, partiu da Base Aérea de Santa Cruz (RJ), às 22h34.

O segundo caça, um Mirage F-103, prefixo-4913, comandado pelo capitão Armindo Sousa Viriato de Freitas, às 22h48, decolou da Base Aérea de Anápolis (GO).

O terceiro, um F-5, prefixo FAB-4849, pilotado pelo capitão Márcio Brisolla Jordão, às 22h50, da Base Aérea de Santa Cruz (RJ).

Os três aviões de combate receberam a mesma missão: interceptação não agressiva. Ou seja, embora estivessem munidos de armamento pesado, tentariam uma aproximação pacífica. Não conseguiram.

Quando os caças tentavam se aproximar dos alvos, eles desapareciam da vista dos militares e das telas dos radares. E, dali a pouco, reapareciam em outro lugar.

"Tudo ali foi muito curioso e inusitado. Desde o tamanho dos objetos, o maior deles, provavelmente a nave mãe da frota, tinha 11 quilômetros de extensão, até sua tecnologia era imensamente superior à nossa", analisa o jornalista e ufólogo José Ademar Geveard, editor da revista UFO.

"Em nenhum momento, eles tentaram nos atacar. Brincaram de 'gato e rato' conosco", acrescentou.

Pelo sim pelo não, os pilotos foram orientados a acionarem o "modo rojão". Ou seja, manobrar as aeronaves com as luzes de navegação apagadas e o sistema de armas ativado.

"Ao longo dos anos, tive a oportunidade de entrevistar militares de alta patente que, entre outras coisas, me disseram: 'No Brasil, não se atira em UFO porque não representa ameaça' e 'Não sabemos como eles reagiriam se fossem atacados'", relata o ufólogo Marco Antônio Petit.

"Ao contrário do que é divulgado oficialmente, eles sabem muito bem com o que estão lidando", disse ele.

Sérgio Mota da Silva na torre de controle de São José dos Campos

Crédito, Acervo pessoal

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Sérgio Mota da Silva na torre de controle de São José dos Campos

Além da velocidade do som

Um dos operadores do Centro de Operações Militares (COpM) chegou a cogitar a hipótese de que os artefatos observados pelo tenente Marinho eram, na verdade, aeronaves de espionagem. Em relatório, o piloto solicitou que fosse averiguado se havia algum porta-avião de bandeira estrangeira no litoral brasileiro. Nada foi encontrado.

O capitão Jordão realizava buscas visuais na região de São José dos Campos quando, às 22h59, foi informado pelo seu controlador de voo, o sargento Nelson, de que havia "numerosos tráfegos a seis horas de sua aeronave". No linguajar militar, significa que os alvos voavam atrás dele.

O piloto realizou uma manobra de 180° na tentativa de visualizar seus perseguidores, mas não conseguiu avistar nada. Segundo imagens do radar, 13 UFOs, sete de um lado e seis do outro, "escoltavam" o F-5 do capitão Jordão.

Jornal Vale Paraibano

Crédito, Acervo Adenir Britto

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Jornal Vale Paraibano

A cerca de 800 quilômetros dali, em Goiás, o capitão Viriato continuava sua missão de interceptação. Às 23h09, surgiu um sinal não identificado, a 22 quilômetros de distância, em seu radar de bordo. Imediatamente, o piloto enquadrou seu alvo e se preparou para disparar contra o suposto inimigo.

Logo, o Mirage do capitão Viriato atingiu a velocidade de Mach 1.3, algo em torno de 1.600 km/h. Quando estava a nove quilômetros do alvo, algo impensável aconteceu: o artefato acelerou de maneira brusca. Pelos cálculos do piloto, chegou a inacreditáveis Mach 15, o equivalente a 18.375 km/h.

"Se existe avião que possa desenvolver essa velocidade, eu desconheço", declarou o capitão Viriato em entrevista ao programa Globo Repórter, da TV Globo, em 1993.

A título de comparação, o avião mais rápido da história é o North American X-15. Em outubro de 1967, atingiu sua velocidade máxima: 7.274 km/h.

"Até hoje, não sabemos quem eram, de onde vieram ou o que queriam. Mas, sabemos que, além de reais, aquelas aeronaves eram controladas por alguma forma de inteligência", observa o ufólogo Thiago Luiz Ticchetti, presidente da Comissão Brasileira de Ufólogos (CBU).

Ao longo da noite, mais dois caças Mirage foram acionados: um, prefixo FAB-4918, pilotado pelo capitão Rodolfo Silva e Souza, e outro, FAB-4917, comandado pelo capitão Júlio Cézar Rozemberg.

O primeiro decolou às 23h17, e o segundo, às 23h46, ambos da Base Aérea de Anápolis, em Goiás. Nenhum dos dois teve qualquer contato, visual ou através do radar de bordo, com qualquer objeto voador.

Jackson Luiz Camargo

Crédito, Acervo Pessoal

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Jackson Luiz Camargo

Não estamos sós

No dia 23 de maio de 1986, às 16h30, o então ministro da Aeronáutica, o brigadeiro Octávio Júlio Moreira Lima, convocou uma coletiva para comunicar à imprensa que cinco caças da FAB perseguiram 21 UFOs.

"Não se trata de acreditar ou não [em seres extraterrestres ou em discos voadores]. Só podemos dar informações técnicas. As suposições são várias. Tecnicamente, diria aos senhores que não temos explicação", declarou, à época.

Ao fim da coletiva, que contou com a presença dos cinco pilotos da FAB e dos controladores de voo que estavam de plantão naquela noite, o ministro da Aeronáutica declarou que o episódio seria apurado e que, dentro de 30 dias, divulgaria um dossiê completo.

Apenas 23 anos depois, em 25 de setembro de 2009, um relatório sobre o caso, assinado pelo interino do Comando da Aeronáutica (COMDA) José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque e datado de 2 de junho de 1986, foi divulgado.

"Como conclusão dos fatos constantes observados, em quase todas as apresentações, este Comando é de parecer que os fenômenos são sólidos e refletem de certa forma inteligência, pela capacidade de acompanhar e manter distância dos observadores, como também voar em formação, não forçosamente tripulados", dizia o documento.

Relatório do Caso

Crédito, Acervo Edison Boaventura Júnior

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Relatório do Caso

Em geral, os relatos sobre o caso são inconclusivos. Ninguém sabe dizer ao certo o que aconteceu na noite de 19 de maio de 1986. Na dúvida, ninguém descarta a hipótese de vida inteligente em outros planetas.

"Nós, seres humanos, somos muito presunçosos. Achamos que somos os donos do universo", declarou o coronel Ozires Silva ao programa 95 On-Line, da rádio 95,7 FM de Curitiba, em 2014.

Por meio de nota, a Aeronáutica informou que todo o material disponível sobre óvnis já foi encaminhado ao Arquivo Nacional. E mais: não dispõe de profissionais especializados para realizar investigações científicas ou emitir parecer a respeito deste tipo de fenômeno aéreo.

Hoje, o acervo sobre óvnis é o segundo mais acessado do Arquivo Nacional - só perde para os relatórios da ditadura militar. O material abrange um período de 64 anos e vai de 1952, quando dois repórteres da extinta revista O Cruzeiro avistaram um óvni sobrevoando a Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro (RJ), até 2016, quando um piloto da FAB relatou um suposto avistamento. Ao que parece, a verdade continua lá fora.

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-59953278

quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

Bomba! Ufólogo apresenta ex-militar que diz ter visto ET de Varginha de perto


Por: Redação Vigília

Saulo Machado, à esquerda, entrevistado pelo pesquisador Edison Boaventura. Depoimento inédito traz revelação bombástica sobre o Caso Varginha. No destaque, desenho feito pela testemunha (Reprodução Canal Enigmas e Mistérios) Saulo Machado, à esquerda, entrevistado pelo pesquisador Edison Boaventura. Depoimento inédito traz revelação bombástica sobre o Caso Varginha. No destaque, desenho feito pela testemunha (Reprodução Canal Enigmas e Mistérios/Youtube)

Um vídeo lançado no Youtube pelo Canal Enigmas e Mistérios, do ufólogo Edison Boaventura Júnior, nesta quarta-feira, 12 de janeiro de 2022, deve balançar a ufologia brasileira com revelações inéditas sobre o Caso Varginha. Há tempos prometendo novidades bombásticas sobre o incidente ocorrido em 20 de janeiro de 1996, na cidade do Sul de Minas, finalmente o experiente pesquisador apresentou aos seus seguidores um ex-militar que garante ter ficado cara a cara com uma das estranhas criaturas.

Trata-se de ex-soldado Saulo José Machado, chamado pelo canal de “ex-recruta” — um soldado iniciante, com a mais baixa patente — que diz ter visto uma das criaturas a cerca de um metro e meio de distância, quando participava de uma suposta operação de captura.

“Fiquei olhando aquilo. Já extasiado. Bobo com aquela estranheza, aquele ser estranho diferente de tudo que eu conhecia”, descreveu Machado.

A data da operação segundo ele não foi o fatídico dia 20, do famoso avistamento pelas três meninas no Jardim Andere. Ele diz que não consegue ser preciso, mas acredita que se deu um ou dois dias depois, pois neste dia lembra-se de ter falado por telefone com uma tia da família que fazia aniversário.

Mas logo no início do dia, por volta das duas horas da madrugada, o então soldado havia sido acordado às pressas. Junto com seus colegas de pelotão em Belo Horizonte, fora convocado sem maiores explicações, colocado num caminhão com capota de lona fechada (segundo ele incomum) e enviado em uma uma viagem de 4 horas para a missão que parecia “comum”.

Ex-militar não sabia que estava em Varginha

Até então, exceto pelo horário e o tempo de viagem, a rotina era similar a outras operações de treinamento de “montanha” (especialidade de seu grupo) que já havia participado.

Na chegada, o ex-militar conta que ainda não sabia que estava em Varginha, mas foi ordenado iniciar uma varredura de formação em V na descida de um barranco, na mata. Curiosamente, todos portavam um fuzil sem munição.

Ele estava numa ponta da da formação, quando ouviu um grito de um dos oficiais mais acima, próximo ao caminhão. Naquele momento, segundo ele, dois militares de outro grupamento que já estava na área surgiram do meio da mata ao seu lado, carregando uma das criaturas de Varginha ainda viva, numa rede.

Um dos militares escorregou no mesmo momento, aumentando a dramaticidade daquele instante para o ex-recruta.

“A primeira coisa que me chamou a atenção foi a cabeça muito grande. A cabeça totalmente desproporcional ao corpo. E um olho vermelho muito grande. E aí, naqueles mais ou menos 10 segundos que tive para observar aquilo, notei que era bem oleoso. Escuro, um avermelhado mais cor de ferro, mas bem oleoso, e um cheiro esquisito que me lembrava acetona”.

Ao longo do vídeo, o pesquisador Edison Boaventura incentiva Machado a fornecer mais detalhes da operação. Mostra um desenho da suposta criatura que revela ter sido feito pela testemunha e ouve do entrevistado outros pormenores.

O Portal Vigília fez contato com o pesquisador e aguarda seus comentários sobre o processo de aproximação da testemunha, a checagem da história e suas análises a respeito do que Boaventura chama de “mais uma peça do quebra-cabeças”. Em breve traremos atualizações.

Enquanto isso, veja na íntegra o vídeo exclusivo do Canal Enigmas e Mistérios:

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Equipe de documentário sobre ET de Varginha é recebida com ameaça de tiros

Por: Redação Vigília

Fonte: https://www.vigilia.com.br/bomba-ufologo-apresenta-ex-militar-que-diz-ter-visto-et-de-varginha-de-perto/?fbclid=IwAR2idoNHCMrXPQI29MBRQKoIWP_2t2dTf58gQ4mQIcy08UAoQZQHm9ecW7g

segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

Caso Ufológico 001 do CSPU

Aconteceu em Junho 1967 – Na localidade de Córrego da onça, Sobral. O senhor Manoel Rodrigues Bezerra que na época era comerciante no Mercado Público de Sobral-CE, Informou ele que viu uma grande luz branca e redonda quando estava caminhando com um grupo de amigos e todos esconderam-se da tal luz debaixo de um pé de oiticica e só saíram de lá ela se afastou, mas deixou todos apavorados.

“Celeiro de ETs”, Bahia é referência nacional em aparições; conheça as histórias


Data: 9 de janeiro de 2022Autor: bancodedadosufologicosecientificos 0 Comentários

Romero e Paranhos – Junto com Alberto Romero, que faleceu em 2019, o ufólogo Emanuel Paranhos é uma lenda nos estudos ufológicos na Bahia.(foto: Reprodução Correio 24h)

Equivalente a Varginha, queda de OVNI em Feira de Santana teria mobilizado até o Exército há exatos 27 anos

Autor: Correio 24 Horas via O Povo

É mais suave assistir a Retrospectiva 2021, Especial de Roberto Carlos ou um filme de terror? Este ano teve covid-19, chuva, terremoto, desastres naturais, violência, um pacote completo para apocalipse nenhum botar defeito. Fala a verdade: se chegasse um disco voador querendo te levar, você iria ou esperaria um 2022 melhor?

A cada dia que passa, as aparições de OVNIs e ETs deixam de ser um medo e se tornam uma esperança de escapar dessa confusão toda. E não é um sonho distante. Em setembro, a NASA advertiu, ao estudar o solo de Marte, que deveríamos nos preparar para a descoberta do século: existe vida fora da nossa órbita. Contudo, aqui na Bahia não há nenhuma novidade nisso.

Se a NASA realmente levar a sério que o brasileiro deveria ser estudado, eles deveriam começar pela Bahia. Há 25 anos, o país parava para acompanhar o aparecimento do ET de Varginha (MG), o caso mais famoso da ufologia no país. Talvez o mais conhecido, mas não foi o primeiro.

Varginha do sertão

Todo mundo sabe que tudo pode acontecer em Feira de Santana, mas poucos conhecem o caso de uma queda de ovni na Princesinha do Sertão, em 1995, um ano antes da cidade mineira. Teve de tudo: ETs supostamente capturados, Forças Armadas, helicópteros, ameaças e muito mistério.

O caso da espaçonave caída em Feira é um dos episódios que mais intrigam a ufologia brasileira até hoje, apesar de pouco conhecido entre os leigos. No dia 15 de janeiro de 1995, doze meses antes do Caso Varginha, o fazendeiro Beto Lima ligou para alguns veículos de imprensa de Feira, alegando ter visto uma nave caída no açude de sua propriedade, enquanto caçava tatu. Dentro da espaçonave teriam dois seres de outro planeta, um morto e outro agonizando.

Em 1995, um ano antes do caso de Varginha, um disco voador com duas criaturas teriam caído na zona rural de Feira de Santana (Foto: Alberto Romero/Acervo Francisco Reis)

Argentino radicado na Bahia, o ufólogo Alberto Romero também foi procurado pelo proprietário. Lima disse que, ao se aproximar da nave, uma escotilha se abriu e apareceram “dois bichos”. Um com a aparência que já conhecemos de ETs, semelhante ao de Varginha, mas outro era peludo, como um bicho-preguiça. Alberto então disse que sairia de Salvador e iria imediatamente à fazenda. Foi aí que começou o mistério. Meia hora depois, o telefone toca novamente, desta vez a esposa de seu Beto, dizendo para esquecer o ocorrido, pois o marido estava bêbado e não era mais para falar sobre o assunto.

Logo após o telefonema da esposa, testemunhas relataram a presença do Exército no local, além de helicópteros sobrevoando o lugar, como registrou Romero em um dos seus livros, Verdades que Incomodam. O 35º Batalhão de Infantaria do Exército, em Feira, teria isolado a área, ameaçado testemunhas e recolhido todas as evidências, incluindo os seres do outro planeta, levados para o Porto de Aratu, em Salvador. Nunca mais a família quis falar e o ufólogo Romero morreu em 2018 sem elucidar o caso.

“Parecia enredo de ficção científica, mas tudo isso realmente aconteceu. Segundo informações, toda a ação serviu de modelo [das autoridades] para os casos que se seguiram, incluindo o de Varginha. Além da família que viu tudo, várias outras testemunhas e pesquisadores foram ameaçados [incluindo Romero], perseguidos e tiveram seus telefones grampeados”, disse o ufólogo baiano Ivan Medeiros, que continua investigando o fenômeno.

Ufólogo baiano Ivan Medeiros (Foto: Correio 24h)

“O curioso é que tanto a nave quanto as E.B.E.s (Entidades Biológicas Extraterrestres, os ETs) foram descritas pelas testemunhas, que não tinham o menor conhecimento ufológico, exatamente iguais a casos antigos ocorridos fora do Brasil e, tempos depois, em Varginha”, afirma Ivan, que ainda busca informações do Exército sobre o caso, mas recebe a mesma resposta: “não sabemos de nada”.

Roswell do Jacuípe

O caso não terminou em Feira. Coincidentemente, no mesmo período do episódio feirense, ainda em 1995, um vaqueiro da Fazenda Volta do Rio, em Riachão do Jacuípe, se queixava ao proprietário Virgílio Pereira de constantes aparições de luzes douradas no local.

“Ele chamava de ouro encantado e dizia que a mulher queria se mudar por causa das luzes. Meu funcionário nem sabia o que era um disco voador. Meus filhos ficaram com medo e acabei pedindo ao vaqueiro para não contar mais estas histórias mentirosas. Ninguém queria dormir mais lá. Sinceramente, não acreditava, até o dia que eu mesmo vi”, lembra Pereira, hoje com 64 anos. Em 1996, ele chamou dois casais para passarem uns dias na fazenda, que na época não tinha luz elétrica.

“Me arrepio até hoje sobre o assunto e nem gosto muito de comentar. A região não tinha luz elétrica. Estávamos jogando buraco e as crianças brincavam, quando vimos um clarão passando pela casa. Não era avião, mas o tal círculo que o vaqueiro tanto dizia. Parou no ar e depois foi na direção sul da fazenda, onde tem a serra”, relata ele.

“Conseguimos ver vultos descendo, como se estivessem buscando algo no lugar. Foi assustador, nos trancamos em casa e só abrimos no outro dia”, completa Pereira, que viu sua fazenda virar ponto de peregrinação de curiosos.

“Eram constantes as aparições. Vinham ufólogos e imprensa de todos os lugares. Eles continuaram aparecendo alguns anos depois, até sumirem de vez. Acho que eles encontraram o que queriam”, completa Virgílio, que disse ter perdido dois vaqueiros na fazenda, que ficaram com medo e pediram demissão.

Em Riachão do Jacuípe, funcionários da fazenda falavam para o proprietário sobre pontos dourados sobrevoando o lugar. O patrão só acreditou depois que viu também (Foto: : Alberto Romero/Acervo Francisco Reis)

De fato, 1995 e 1996 foram anos marcantes. Há 25 anos, na madrugada do dia 14 de outubro de 1996, pelo menos oito municípios baianos tiveram relatos de avistamentos de objetos voadores não identificados: Salvador, Lauro de Freitas, Itaparica, Entre Rios, Itaetê, Morro do Chapéu, Araçás e Alagoinhas relataram aparecimentos de ovnis.

Área 71

Em Salvador, o radialista Emídio Pinto lembra bem do dia em que avistou. “Nunca acreditei nessas coisas de discos voadores. Até o dia que estava no Rio Vermelho e vi uma espaçonave vindo da Barra sentido Aeroporto. Achei que era um avião, mas, de repente, ele parou no ar. Tinha muita luz no entorno dele. Cerca de 30 segundos depois, disparou e sumiu. No outro dia soube que outras pessoas tinham visto em diversos pontos do estado também”, lembra Emídio, que mudou sua opinião sobre o tema.

“Tudo que é desconhecido assusta, né? Não somos evoluídos o suficiente para entendermos isto tudo fora de nossa visão. Seria preciso reescrever muita coisa que conhecemos e acreditamos. Na própria Bíblia diz que na casa do senhor existem diversas moradas. Não diz onde são, né?”, lembra o radialista.

Se engana quem acha que o Brasil nunca levou a sério o assunto. Inclusive já tivemos até uma divisão especial que estudava o tema nas Forças Armadas. Uma espécie de Arquivo X brasileiro.

Entre 1969 e 1972 (dizem que foi desativado), a Aeronáutica criou o Sistema de Investigação de Objetos Aéreos Não Identificados (Sioani), que estudava aparecimentos de ovnis. O setor era secreto, ninguém sabia de sua existência. Em 2018, a Força Aérea abriu parte de seus documentos secretos e revelou que existia essa divisão. Foram disponibilizados 743 registros de aparições, entre 1952 e 2016, incluindo alguns casos baianos. São mais de 20 mil páginas. Os documentos estão disponíveis no site do Arquivo Nacional (Código: BR DFANBSB ARX). Perguntamos sobre os motivos que levaram ao fim da unidade, mas a Força Aérea não respondeu até o fechamento dessa edição.

Chapada, point de ET

Principal nome da ufologia brasileira, Ademar Gevaerd afirma que a Bahia tem uma importância fundamental na história dos ovnis no Brasil. Ele inclusive revela que a Chapada Diamantina é considerada uma hotspot, termo para definir um local de constantes aparições. “A Bahia é uma referência na ufologia desde sempre. O caso de Feira é tão importante quanto o de Varginha. Feira só não foi tão pesquisado porque aconteceu numa área remota, enquanto Varginha foi em área urbana”, explica Ademar. “É na Bahia que temos a Chapada Diamantina, considerada uma referência no avistamento em todo o mundo”, completa Gevaerd, fundador da Revista Ufo, fundada há 36 anos e até hoje o único especialista no assunto.

Segundo ele, que também é presidente do Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores (CBPDV), diversos amigos resolveram se mudar para a Chapada com a esperança de terem alguma experiência ufológica. Em Mucugê, por exemplo, existem locais que prometem turismo para avistamento de objetos voadores. O repórter José Raimundo cobriu praticamente todos os grandes eventos ufológicos na Chapada, alguns até temas do Fantástico nos anos 80 e 90. Até hoje ele se impressiona com o assunto.

“Uma das coisas que mais me deixou impressionado nestas andanças ufológicas foi um fenômeno próximo de Mucugê. No final dos anos 90, uma luz estranha surgia toda noite na Serra do Capa Bode. Fomos lá com a câmera e com uma equipe de ufólogos. Vimos, de fato, o objeto de luz pairando no ar, mudando de cor e numa região que não tinha nenhuma luz elétrica, tampouco cidade no perímetro. Ele ficava um tempo ali e depois sumia, aparecendo mais tarde novamente. Já na ilha de edição, aproximamos a imagem e parecia algo que girava em altíssima velocidade. Me deixou encabulado. São muitos casos interessantes. Tem um cara muito bom de conversar sobre isso. O nome dele é Alonso”, lembra.

José Raimundo citou Alonso Valdi Régis, pernambucano de 82 anos que mora há 40 em Morro do Chapéu e também é ufólogo (Foto: Correio 24h)

José Raimundo citou Alonso Valdi Régis, pernambucano de 82 anos que mora há 40 em Morro do Chapéu e também é ufólogo. Régis construiu um disco voador de 40 toneladas no quintal de sua casa, ainda na década de 90, que retrata o ovni que ele viu em Recife, aos 12 anos. Para homenagear Régis, a prefeitura está revitalizando a nave, que se tornará ponto turístico no centro de Morro do Chapéu, na Chapada Diamantina. Para Alonso, porém, a homenagem não será para ele, mas para os seres de outros planetas.

“Seria um grande desperdício imaginar que só existe vida na Terra, né? Nós, seres humanos, estamos em decadência evolutiva, ecológica e moral. A Terra é um fractal de um universo complexo, onde existem planetas sem vida, com vidas ainda microscópicas, mas outros muito mais evoluídos que a Terra e que conseguem, de certa forma, tentar este contato conosco. Contudo, ainda não temos uma evolução cósmica suficiente para esta relação. E eles sabem disso”, disse Alonso, que avisa: “os extraterrestres também possuem personalidades. Alguns bons, outros ruins. Mas não como é tratado nos filmes americanos, que querem destruir a Terra. Isso só prejudica e diminui a importância da ufologia”.

Bahia também foi o primeiro estado a ter uma universidade que trata sobre o assunto: a Unikósmica, mantida pelo Centro de Estudos Exobiológicos Ashtar Sheran (CEEAS) (Foto: Correio 24h)

Unikósmica

Como se não bastasse as aparições, a Bahia também foi o primeiro estado a ter uma universidade que trata sobre o assunto: a Unikósmica, mantida pelo Centro de Estudos Exobiológicos Ashtar Sheran (CEEAS). Este centro foi fundado pelo conquistense Paulo Fernandes, em 1973. Este baiano teve uma experiência marcante nas dunas de Stella Maris, em Salvador. Segundo relatos de Paulo, ele se encontrou com Ashtar Sheran, “um ser extraterrestre com elevada evolução espiritual”, como consta nos relatos. O curioso é que, alguns anos depois do encontro, este mesmo Sheran teria aparecido para outras pessoas pelo mundo.

“Focamos na humanidade, na natureza e no cosmos. Nós ampliamos o pensamento ufológico, aprofundando uma consciência de cidadania cósmica e espiritual. Ufólogos trabalham muito as questões de aparições, nós queremos saber também quem está dentro destes ovnis e o que querem dizer para nós, buscando o lado científico, filosófico e espiritualista”, disse Ana Santos, presidente do CEEAS. Paulo Fernandes, que faleceu em 1981, deixou um livro sobre sua experiência ufológica com Sherman, chamado Mensagens Cósmicas. Seu contato lembra muito experiências mediúnicas no espiritismo, apesar de Sherman ter chegado num disco voador.

Apesar de ser um campo rico na área ufológica aqui na Bahia, a velha guarda teme pelo fim dos estudos no estado. O ufólogo Ivan Medeiros tenta manter viva esta prática em Lauro de Freitas. E não ganha nada por isso.

Ivan tem no quartinho do fundo de sua casa um verdadeiro aparato de equipamentos que monitoram objetos voadores não identificados. “É um campo muito bom, mas que precisa de dedicação. Hoje o que mais temos são ufólogos de internet, que pegam vídeos prontos, não confrontam se é verdadeiro e publicam nas redes, muitas vezes distribuindo fakes news. A maior parte dos avistamentos registrados hoje em dia tem explicações lógicas. Apenas 1% se encaixa no perfil ufológico”, assegura Ivan.

Os ufólogos são como investigadores autônomos, que não têm parceria com nenhum órgão oficial, tampouco monitoramentos, salvo em casos como o de Ivan, que tirou do próprio bolso o dinheiro para seus equipamentos. A Rede Brasileira de Monitoramento de Meteoros (Bramon), que monitora 24 horas objetos que caem do céu, não possui vínculo com ufólogos, apesar do respeito pela ufologia.

“Algo importante nesse sentido é que a imensa maioria dos astrônomos acredita que exista vida fora da Terra. Muitos acreditam, inclusive, que a vida permeia todo o Universo. Entretanto, a vida complexa e inteligente parece ser algo muito mais raro”, disse Marcelo Zurita, astrônomo e diretor técnico da Bramon. “A gente não tem nenhum caso registrado de algo que não conseguimos identificar e, geralmente, quando nos trazem vídeos de terceiros, se tem as informações (data, horário, local), conseguimos identificar também”, completa Zurita.

Tudo bem se você não acredita em vida fora da Terra. Porém, pense conosco. Mesmo existindo mais de dois trilhões de galáxias detectadas pelo telescópio Hubble, além de cerca de 2.300 planetas fora do sistema solar descobertos pelo telescópio Kepler, você acha mesmo que só existe vida na Terra e o Iphone 13 é a maior tecnologia já inventada em todo universo?

UFOLOGIA NA BAHIA E NO MUNDO

A Nasa abre (quase) tudo

Sem dúvida 2021 foi um ano de (quase) abertura sobre o tema ufologia nos Estados Unidos. Em julho, o pentágono divulgou um relatório sobre 144 objetos voadores não identificados sobrevoando o país, incluindo casos de pilotos militares que foram seguidos. Destes relatos, apenas um foi identificado (Era um balão). mesmo afirmando que um OVNI não significa necessariamente ser um alienígena, o Pentágono também não descartou a possibilidade.

Piatã e Boca do Rio

Entre as décadas de 50 e 60, Salvador relatava casos frequentes de aparições de OVNIs, principalmente no litoral, com direito a avisos e perda da voz. No dia 24 de abril de 1959, quando o bairro de Piatã ainda era lugar de veraneio, Hélio Vieira de Aguiar avistou um OVNI. Ele conseguiu fazer algumas fotos, quando recebeu um clarão e desmaiou. Quando acordou, o OVNI tinha sumido. Em sua mão, uma mensagem escrita por ele mesmo que alertava sobre os perigos da bomba atômica. Segundo Hélio, suas fotografias foram roubadas e ele recebeu um telefonema dos EUA perguntando sobre o caso. Sua história chegou a ser publicada na revista O Cruzeiro.

Dez anos depois, na Boca do Rio, lavadeiras estavam trabalhando nas primeiras horas da manhã quando avistaram um grande disco prateado no céu. Ele chegou a sobrevoar o local e pairava no ar. Foi um pânico, todos correram e uma das lavadeiras chegou a perder a voz por dias, como relata o ufólogo Emanuel Paranhos, que investigou o acontecimento. Veja a ilustração do caso abaixo.

Feitas há 18 mil anos, pinturas rupestres da Lapa do Sol, em Iraquara, são consideradas por ufólogos como possíveis evidências de visitas pré-históricas de OVNIs na região da Chapada Diamantina (Foto: Reprodução Correio 24h)

Alienígenas do passado na Chapada Feitas há 18 mil anos, pinturas rupestres da Lapa do Sol, em Iraquara, são consideradas por ufólogos como possíveis evidências de visitas pré-históricas de ovnis na região da Chapada Diamantina. Os desenhos, de fato, lembram discos voadores, apesar de não ser possível provar a hipótese. Oficialmente, o desenho é considerado um sol feito pelos antigos povos da região, justamente o que dá nome à gruta.

Divisão de ufologia na ONU

Em 1977, a ONU recebeu uma sugestão para criação de uma agência que coordenasse estudos mundiais sobre o fenômeno OVNI. O projeto foi aprovado e teve até a formação de um grupo com astrofísicos, engenheiros e astronautas. Parecia que finalmente a ufologia teria uma divisão na organização das nações unidas, mas os estados unidos fizeram um estardalhaço e disseram que não dariam 1 real, ou melhor, 1 dólar para a divisão, que acabou engavetada.

Romero e Paranhos – Junto com Alberto Romero, que faleceu em 2019, o ufólogo Emanuel Paranhos é uma lenda nos estudos ufológicos na Bahia. (Foto: Reprodução Correio 24h)

Romero e Paranhos – Junto com Alberto Romero, que faleceu em 2019, o ufólogo Emanuel Paranhos é uma lenda nos estudos ufológicos na Bahia. Contudo, com falta de apoio e reconhecimento, desistiu. Desativou o centro de estudos ufológicos UFO Bahia e não sabe o que fazer com tantos documentos guardados. Sempre solícito, nos ajudou nos casos contados. Todo o acervo das ilustrações de Romero estão sob os cuidados de outro ufólogo, o advogado Francisco Reis, que nos cedeu gentilmente para a capa e reportagem.

Desenho: Alberto Romero Desenho: Alberto Romero

FONTE: Correio 24 Horas via Rede Nordeste (O Povo)

Veja também: Acesse mais pesquisas dos ufólogos Emanuel Paranhos e Alberto Romero clicando aqui.

Fonte: https://bancodedadosufologicosecientificos.wordpress.com/2022/01/09/celeiro-de-ets-bahia-e-referencia-nacional-em-aparicoes-conheca-as-historias/?fbclid=IwAR22Ed2VlnBx4y_8arUllO5z1-ypfKNIgVrNgXfQ50jzUIPdKWN7dE3vcZU

quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

ANUNNAKI - EPISÓDIO 8 - A OITAVA TABULETA

ANUNNAKI - EPISÓDIO 7 – A SÉTIMA TABULETA

ANUNNAKI - EPISÓDIO 6 – A SEXTA TABULETA

ANUNNAKI - EPISÓDIO 5 – A QUINTA TABULETA

ANUNNAKI - EPISÓDIO 4 – EM BUSCA DO OURO

ANUNNAKI - EPISÓDIO 3 - A Segunda Tabuleta

ANUNNAKI - EPISÓDIO 2 - A Primeira Tabuleta

Alienígenas e a fé: NASA recruta teólogos para saber como as religiões podem reagir a um encontro com seres do espaço


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Olhar Digital > Ciência e Espaço > Alienígenas e a fé: NASA recruta teólogos para saber como as religiões podem reagir a um encontro com seres do espaço


Rafael Arbulu 27/12/2021 17h12

A agência espacial americana (NASA) vem buscando consultoria com teólogos, padres e outros especialistas da fé, no intuito de antecipar como o eventual encontro com raças alienígenas inteligentes pode impactar as religiões humanas.

De acordo com uma matéria veiculada no jornal britânico The Times, 24 especialistas entre padres católicos, pastores evangélicos, budistas, muçulmanos, hinduístas e até alguns representantes de religiões africanas estão participando de uma pesquisa veiculada pela agência. A ideia é estipular maneiras sobre como as religiões podem se preparar para um “encontro de terceiro grau”, que pode vir a desafiar algumas doutrinas de fé.

Ilustração mostra alienígenas de corpo cinzento, corpos esguios e braços longos saindo de um disco voador e acenando para a humanidadeEncontros com alienígenas, por enquanto, ainda estão no campo das ideias mais distantes da ciência, mas especialistas antecipam que a mera aparição de uma raça extraterrestre possa desafiar dogmas religiosos (Imagem: DanieleGay/Shutterstock)

“Eu estou pesquisando e escrevendo um estudo sobre os principais tópicos da fé cristã – o que muitas vezes é referido como ‘teologia sistemática’ – do ponto de vista de outros lugares do universo”, disse Andrew Davidson, pesquisador da teologia cristã pela Universidade de Cambridge, doutor em bioquímica pela instituição e um dos especialistas consultados.

“Estou pensando nisso levando em consideração as doutrinas que falam sobre a criação, pecado, a pessoa e o trabalho de Jesus Cristo, redenção, revelação, escatologia e assim por diante”, ele comentou.

Segundo Davidson, que tem um livro sobre a relação da fé e da vida extraterrestre para sair em 2022, diante de um encontro com aliens, a maioria das pessoas “buscaria direcionamento em sua fé”.

Uma outra pesquisa publicada em 2017 afirma que pessoas que não têm uma grande aderência a qualquer religião específica, mas que trazem um senso de espiritualidade próprio, são as mais propensas a acreditar na existência de uma raça alienígena. A pesquisa estabelece que a crença pela fé e a crença na vida extraterrestre podem partir do mesmo impulso humano de “encontrar significado”.

A pesquisa é fruto de uma parceria entre a NASA e os teólogos do Centro de Pesquisas Teológicas (CTI), localizado em Nova Jersey, EUA. Segundo o diretor do centro, Will Storrar, a expectativa é a de que ela gere “trabalho acadêmico sério sendo publicado em jornais e livros”.

Os detalhes da pesquisa ainda não foram divulgados.

Fonte: https://olhardigital.com.br/2021/12/27/ciencia-e-espaco/alienigenas-e-a-fe-nasa-recruta-teologos-para-saber-como-as-religioes-podem-reagir-a-um-encontro-com-seres-do-espaco/

sábado, 25 de dezembro de 2021

Como presente de natal para meus leitores eu doarei o tempo que dedico a escolher, produzir e divulgar a boa informação

por Jacinto Pereira de Souza

Quero abraçar a todos que me acompanham nas redes sociais e também aos leitores das postagens que divulgo nos meus blogs e sites. Meu trabalho de selecionar matérias já divulgadas em outros mecanismos de mídia e algumas que escrevo, é uma forma de fazer chegar até você as boas informações que encontro. Faço isso com muito prazer e sem ajuda financeira de ninguém até agora. Enquanto eu puder estarei fazendo isso como uma forma de disseminar conhecimentos que ajudarão a melhorar o mundo em que vivemos.

Segue alguns dos endereços da internet pelos quais eu levo até você todos os dias, as informações que considero importante que sejam socializadas:

 http://www.jacintopereira.com/

http://blogdafolha.blogspot.com/

http://programaradiodebate.blogspot.com/

http://cavalobravo.blogspot.com/

http://cspu.blogspot.com/

https://jacintomistico.blogspot.com/

Obrigado, que o futuro seja sempre melhor que o passado para todos.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

Em mais de sete anos de pesquisa ufológica, não encontrei argumentos que me fizessem mudar de opinião


Jacinto Pereira de Souza

Sou Ufólogo, gosto muito das estrelas. Acredito que existem civilizações em muitas delas. Talvez hajam civilizações mais avançadas cientificamente do que em nosso planeta, até porquê se não fosse assim, não vinham aqui. Minhas pesquisas me levam a acreditar que muitas civilizações já nos visitaram no passado e nos observam até hoje. Não cabe mais em nós, a ideia de que só a Terra é habitada. Acredite, Existem mais páginas na internet falando de Óvnis, Ufos e ET, do que falando em Jesus Cristo. Sou uma pessoa que não acredita em Extraterrestres, Eu tenho certeza que eles existem.

Isto foi publicado por mim em 10 de fevereiro de 2015 no face book, mas foi escrito a bem mais tempo e eu continuo pensando assim

domingo, 19 de dezembro de 2021

Gigantesca nave espacial chinesa terá um quilômetro de comprimento


Ela deverá ser montada em partes em órbita para viajar além dos confins do Sistema Solar

Por History Channel Brasil em 17 de Setembro de 2021 às 17:02

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O governo da China anunciou planos para a criação de naves espaciais gigantescas. Segundo uma agência vinculada ao Ministério de Ciência e Tecnologia do país, os pesquisadores esperam produzir uma espaçonave que ultrapasse um quilômetro de comprimento. As autoridades afirmaram ainda que o objetivo do projeto é desenvolver "um grande equipamento aeroespacial estratégico para o uso futuro dos recursos espaciais, exploração dos mistérios do universo e vida longa em órbita".

Espaçonave modular

A Fundação Nacional de Ciências Naturais da China quer que os cientistas conduzam pesquisas sobre métodos de design novos e leves e técnicas inovadoras para montar com segurança essas estruturas massivas no espaço. Se financiado, o estudo de viabilidade duraria cinco anos e teria um orçamento de US$ 2,3 milhões. A ideia é premiar os pesquisadores que apresentarem os melhores projetos.

Segundo as autoridades, a nave, por ser tão grande, precisaria ser modular e lançada por partes para depois ser montada em órbita. O desafio principal será minimizar o peso da nave o máximo possível para que haja uma menor quantidade de lançamentos e reduzir os custos gerais do projeto. Dessa forma, os cientistas precisarão garantir a resistência da estrutura central e o controle das diferentes peças, para que a montagem seja a mais simples possível.

Esse é apenas mais um dos planos ambiciosos da China para a exploração do espaço. Recentemente, a agência espacial do país conseguiu enviar um rover para Marte. Para o futuro, o país pretende colonizar a Lua, em parceria com a Rússia.

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Fontes: Live Science e El Español

Imagens: iStock

Fonte: https://history.uol.com.br/ciencia-e-tecnologia/gigantesca-nave-espacial-chinesa-tera-um-quilometro-de-comprimento?fbclid=IwAR3cMvmvlfHcrJ9N5x1cFEekVCBRB5oyXwX-GZMsuGgGi6QgEDlPXGd7gP4

Vai encarar? Nave permite voar em gravidade zero | NIKOLA TESLA: ARQUIVO...