quinta-feira, 30 de março de 2023

Passageiro de avião filma um OVNi Tic Tac na Califórnia

 

cife.ca

Passageiro de avião filma um OVNi Tic Tac na Califórnia(Vídeo) - CIFE - Canal informativo de fontes/fenômenos Extraterrestres e Espaciais

C. Andrade

OVNi Tic Tac foi visto de um avião sobre Stratford, Califórnia (ilustração)

Um vídeo recente capturado por um passageiro de avião sobre Stratford, Connecticut, despertou interesse e debate entre entusiastas de OVNIs e céticos.

O vídeo mostra um objeto branco de formato oval voando em alta velocidade e altitude, sem asas, cauda, ​​motor ou escapamento aparentes. O objeto se assemelha aos chamados OVNIs “Tic Tac” que foram encontrados por pilotos da Marinha dos EUA em 2004 e 2015, e que ainda não foram explicados pelo governo.

Veja o vídeo abaixo

Créditos Youtube 
https://youtu.be/O5aU4Gv2zS8

A testemunha ocular declara: “No sábado, 11 de março de 2023, eu estava voando para o sul sobre o centro da Califórnia na Southwest Airlines 2463 do Aeroporto de Sacramento (SMF) para San Diego (SAN). Eu estava sentado no assento da janela, no lado esquerdo no meio do avião, logo atrás da asa esquerda.

“Na metade do nosso voo, eu estava olhando pela janela e vi um tic tac ufo à distância viajando perpendicularmente a nós. Era uma nave cilíndrica branca, sem asas, janelas, marcações ou características discerníveis. Era um cilindro branco liso sem meios visíveis de propulsão ou escape, plumas.

“Ele estava se movendo em um caminho constante. Não havia nada de notável nisso – não se movia rápido, nem pairava, apenas se movia a uma velocidade constante e logo desaparecia nas nuvens. Estava alguns graus acima do nosso avião, então em uma altitude semelhante.”

“Usei o Flight Aware e converti desta vez para Dom 12 de março, 1h58 UTC e isso colocou o avião perto de Selma, no condado de Fresno. Não havia aviões nas imediações, nem que correspondessem à orientação que o tic tac foi visto da minha janela (orientação NW em relação ao nariz do avião, que estava viajando para o sul).”

O vídeo atraiu milhares de visualizações e comentários, com algumas pessoas sugerindo que o objeto é uma espaçonave alienígena, um projeto militar secreto, um drone, um balão ou uma farsa.

O vídeo também chamou a atenção de especialistas e pesquisadores que estudam o fenômeno dos veículos aéreos não identificados (UAVs), ou OVNIs, há anos.

Eles compararam o vídeo com as imagens desclassificadas e relatos de testemunhas oculares dos incidentes do Tic Tac que ocorreram em 2004 na costa da Califórnia e em 2015 na costa da Flórida.

Em ambos os casos, os pilotos da Marinha relataram ter visto e perseguido objetos brancos e ovais semelhantes que exibiam capacidades extraordinárias de velocidade, agilidade e altitude, e que desafiavam as leis da física e da aerodinâmica.

De acordo com esses especialistas, o vídeo de Stratford é consistente com as características e comportamento dos OVNIs Tic Tac, mas não é uma evidência conclusiva de sua origem ou natureza.

Eles dizem que mais investigações e análises são necessárias para determinar se o vídeo é genuíno, se o objeto é feito pelo homem ou extraterrestre e se representa alguma ameaça ou oportunidade para a humanidade.

Eles também pedem ao governo que divulgue mais informações e dados sobre suas próprias investigações sobre esses encontros misteriosos, que devem ser incluídos em um próximo relatório ao Congresso.

O artigo pode ser encontrado no site anomalien.

Fonte:  https://cife.ca/passageiro-de-aviao-filma-um-ovni-tic-tac-na-californiavideo/?fbclid=IwAR0u5uz9vSIXsPKTMuUBKSfvBtWXTsOWLk4NjQPs8T08m8ysUwsSfs7HobQ

sábado, 18 de março de 2023

A Biblioteca de Metal da Cueva de Los Tayos • Alienigenas do Passado

 alienigenasdopassado.com.br


Na região amazônica chamada Morona Santiago há uma caverna muito profunda conhecida por Cueva de los Tayos. A caverna tem esse nome por ser moradia dos pássaros Tayos que vivem em suas profundezas.

As informações mais antigas da caverna remontam ao ano de 1860 quando o general e explorador Victor Proano enviou uma breve descrição da caverna ao então presidente do Equador, Garcia Moreno.

Mas a caverna só foi popularizada em 1973, por Erich von Daniken, em seu livro “O Ouro dos Deuses”, no qual ele escreveu sobre o pesquisador Juan Moricz que alegou ter explorado a “Cueva de los Tayos” em 1969 e descoberto um verdadeiro tesouro, objetos de ouro, prata e bronze, discos, placas e alguns capacetes, esculturas incomuns e uma incrível biblioteca metálica feita de folhas de ouro maciço com escritas hieroglíficas que ele acredita terem sido criados por uma civilização perdida com a ajuda de seres extraterrestres.

A Descoberta da Caverna

Placa com inscrições descoberta na caverna durante a expedição de Hall.

Segundo consta, Juan Moricz foi levado à entrada da caverna pelos índios Shuar, graças à amizade que mantinha com eles. Moricz acreditava que uma civilização perdida havia vivido no interior das cavernas, cuja rede de túneis subterrâneos, com diversas entradas ocultas, se espalhavam sob a América Latina inteira ligando todo o continente.

Essa crença existe na maioria das culturas indígenas do continente americano. Os índios do Equador, como os Shuaras e os Coangos, acreditam que os tuneis foram usados num passado distante por seus antepassados, permitindo assim, o contato entre os povos de terras distantes, contudo ao deixarem as cavernas para viverem sobre a terra, o conhecimento das entradas ocultas foram se perdendo.

Conforme o relato de Juan Moricz, ao adentrar determinado local da caverna, ele se deparou com diversos blocos de pedras incrustados com pedras preciosas e lâminas de ouro de tamanhos que variam de 1 a 1,5 m de comprimento e 25 a 50 cm de largura, com alguns milímetros de espessura. Nessas peças estavam gravados símbolos incomuns, que supostamente teriam sido deixados por um povo antigo e incrivelmente avançado para a época.

Juan Moricz registrou no cartório da cidade de Cuenca uma escritura na presença de várias testemunhas que confirmaram a sua incrível descoberta. A escritura afirma: “Na região oriental, província de Morona-Santiago, dentro dos limites da República do Equador, descobri preciosos objetos de grande valor cultural e histórico para a humanidade. Ela contêm, provavelmente, o resumo da história de uma civilização desaparecida da qual, até essa data, não tínhamos o menor indício. Os objetos consistem principalmente de lâminas metálicas gravadas com signos e escrituras ideográficas, verdadeira biblioteca metálica que contém a relação cronológica da história da humanidade. Tais objetos se encontram espalhados dentro das diversas cavernas e são de natureza variada”.

Em 1972, Moricz levou Erich von Daniken para conhecer uma entrada secreta e que dava acesso a um grande labirinto e este escreveu: “Todas as passagens formam ângulos retos perfeitos. Às vezes eles são estreitos, às vezes largos. As paredes são lisas e muitas vezes parecem ser polidas. Os tetos são planos e às vezes parecem cobertos por uma espécie de esmalte. Minhas dúvidas sobre a existência dos túneis subterrâneos desapareceram como por magia e me senti extremamente feliz. Moricz disse que passagens como aquelas pelas quais íamos estendiam-se por centenas de quilômetros sob o solo do Equador e do Peru”.

A Expedição

Neil Armstrong e outros membros da expedição de Hall.

Como resultado das afirmações publicadas no livro de Daniken, uma investigação da Cueva de los Tayos foi organizada por Stan Hall em 1976.

Foi uma das maiores e mais caras explorações de cavernas já realizada. A expedição reuniu mais de cem pessoas, incluindo especialistas em uma variedade de campos, militares britânicos e equatorianos, uma equipe de filmagem e o astronauta Neil Armstrong.

Neil Armstrong entrou na caverna e chegou até 70 metros de profundidade, junto com os outros exploradores atraídos pela ideia de que ela poderia ter sido a morada de uma civilização antiga e desconhecida, ou talvez até a presença de seres extraterrestres. Na época, Armstrong relatou que a sua estada no interior da caverna foi mais significante que a sua própria ida à Lua.

A equipe também incluiu oito espeleólogos britânicos experientes que exploraram a caverna e conduziram um levantamento preciso para produzir um mapa detalhado da caverna e alguns itens de interesse zoológico, botânico e arqueológico foram encontrados.

“Gosto de dizer que, no fundo, todos os seres humanos têm essas duas dimensões: a visão mística e científica. E sobre La Cueva de los Tayos é colocar o debate nos dois planos. É muito impressionante, como original, sentir uma força primitiva. E para quem não é especialista, vemos galerias nas quais é difícil imaginar como isso poderia ser criado”, disse o cineasta Miguel Garzón que fez parte da expedição e entrou na caverna com sua equipe de filmagem para criar o documentário “Tayos”, que lança luz sobre os mistérios que abrigam essas cavernas no sudeste do Equador.

No fundo da caverna dos Tayos eles encontraram um poço cujo caminho leva a uma caverna inundada, e entrar nele implica submergir cerca de cinco metros sob a água quando não estiver em tempo chuvoso, o que requer conhecimento de mergulho e acima de tudo coragem.

“O Poço” encontrado no fundo da caverna dos Tayos.

“Uma das pessoas que veio conosco, Oscar Leonel Arce, voltou mais tarde e passou por esse ponto e percorreu mais dois quilômetros. Ainda há muito a se explorar”, diz Garzón em seu documentário.

Durante a expedição, Stan Hall tornou-se amigo do equatoriano Patronio Jaramillo que afirmou ter entrado na biblioteca em 1946, quando tinha 17 anos de idade, levado por um tio que era amigo do povo Shuar. Ele alegou que nas profundezas da caverna teve que mergulhar na água, nadar por um túnel subaquático e então subir.

Jaramilo contou que viu uma biblioteca composta de milhares de grandes livros de metal empilhados em prateleiras, cada um com um peso médio de cerca de 20 quilos, cada página continha um lado com ideogramas, desenhos geométricos e inscrições em uma linguagem desconhecia.

Ainda mais interessante em seu relato é que ele disse haver uma segunda biblioteca, com livros pequenos, mas pesados e translúcidos como cristal, dispostos em prateleiras inclinadas cobertas de folhas de ouro. Haviam também estátuas zoomórficas e humanas, barras de metal de diferentes formas, portas lacradas cobertas de misturas de pedras coloridas e semipreciosas, e um sarcófago, esculpido em material duro, contendo um esqueleto dourado de um ser humano bem grande, entretanto, Jaramillo nunca produziu evidências físicas de suas alegações.

Jaramillo e Hall juntaram-se para finalmente chegar a Biblioteca de Metal e organizaram uma expedição, mas esta nunca chegou a acontecer pois Hall recebeu a notícia da morte de Petrônio Jaramillo e abandonou as expedições até o ano 2000, quando encontrou mapas aéreos que apontavam uma curva no rio juntando-se a uma falha, conhecida por se abrir em um sistema de cavernas que percorria vários quilômetros, sugerindo que um antigo terremoto poderia ter aberto a rede subterrânea, e que alguém em algum momento do passado descobriu e usou o local para instalar a biblioteca metálica.

Stan Hall chegou a ir até esse local e percebeu que ele se encaixava perfeitamente na descrição de Jaramillo, no entanto, ele não era um “caçador de tesouros” e acreditava que esta história não era para ele, e não quis seguir adiante. Sendo assim, em 17 de janeiro de 2005, Hall informou ao governo equatoriano a localização da caverna com esperanças de que ela fosse foco para alguma expedição futura.

Os Artefatos do Padre Crespi

Uma das peças da coleção do Padre Crespi.

O missionário italiano Padre Carlo Crespi viveu por mais de 60 anos entre os indígenas da amazônia equatoriana e, além do trabalho religioso, dedicou-se à educação, ao cinema, à antropologia e à arqueologia, e é considerado um dos primeiros pesquisadores da Cueva de los Tayos.

Segundo o próprio Padre Crespi, ele teria sido levado pelo povo Shuar até as misteriosas passagens que conduziam por quilômetros e mais quilômetros de câmaras e túneis que interligavam todo o continente americano, conforme a lenda indígena, e mantinha consigo muitos artefatos encontrados no interior da caverna que lhe foram dados de presente pelos índios. Muitos desses artefatos, alguns feitos de ouro ou outros metais preciosos, apresentam entalhes e símbolos elaboradamente esculpidos que não estão associados ao povo Shuar. Um dos presentes foi uma placa de metal com 36 símbolos que ninguém conseguiu traduzir até hoje.

Segundo ele, a caverna “não possuía fundo” e os artefatos passados a ele pelos índios vieram de uma grande pirâmide escondida em uma das câmaras da caverna. Por receio de futuros saques e depredações ao local da pirâmide, o Padre Crespi teria pedido aos índios que mantivessem o local a salvo, ocultando sua localização para que nunca fosse descoberta.

Fonte: https://alienigenasdopassado.com.br/a-biblioteca-de-metal-da-cueva-de-los-tayos/?fbclid=IwAR0732HWBzW293TyzdK69wCyBB-VVJ_ZHCpokFWCnMkv3mEOtr69_v2KIC0

quinta-feira, 16 de março de 2023

Em 1982, um jogo do Vasco no Brasileirão foi eternizado por suposto avistamento de OVNI

 

Wallacy Ferrari


Com 24 mil pagantes lotando o estádio, o caso chamou atenção por tratar-se do maior avistamento coletivo de um OVNI

Na noite de 6 de março de 1982, o estádio Pedro Pedrossian, popularmente conhecido como Morenão, no Mato Grosso do Sul, recebia uma partida de relevância nacional pelo Campeonato Brasileiro ao ver o time local, o Operário, enfrentar o Vasco da Gama, do Rio de Janeiro.

Em fase eliminatória, a partida reuniu mais de 24 mil pagantes nas arquibancadas da estrutura que, além de presenciar uma vitória da equipe sul-mato-grossense por 2 a 0, acabaram participando do maior avistamento coletivo de um OVNI na história brasileira.

Ainda no primeiro tempo da partida, surgia um objeto não identificado com luzes fortes, sobrevoando o estádio de maneira constante, sem nenhuma movimentação ou desequilíbrio em uma época onde os drones estavam longe de serem criados, como registrou a revista esportiva Lance em reportagem.

O clarão estava direcionado no meio do campo, chamando atenção não apenas dos milhares de torcedores que apoiavam o Operário, mas também dos atletas, que desaceleraram o jogo de maneira a prestar atenção no surgimento dos ares, como disse o árbitro da partida, José de Assis Aragão, à Lance.

Coincidiu de ser em um momento de paralisação da partida, sabe? Assim que iam cobrar uma falta, alguém olhou para cima. Depois, todos que estavam por perto começaram a ver também. Aí a gente nota aquela luz enorme lá em cima. [...] O clarão estava no meio de campo, pendendo um pouco para a esquerda. Todo mundo ficou apreensivo na hora", explica.

Depoimentos

As desconfianças inicialmente suspeitaram de alguma ação da Força Aérea Brasileira durante a interrupção da partida, visto que uma base do FAB estava próxima do estádio, mas não realizaria testes num sábado a noite, ainda mais com tantas pessoas presentes.

Outros relatos, dados ao Globo Esporte, como dos ex-jogadores Cocada e Amarildo, que atuavam pelo Operário, e Rondinelli, do Vasco, detalham que o voo era baixo e sumiu da vista em uma velocidade supersônica, longe de qualquer tecnologia da época. Na mesma reportagem, dois torcedores que testemunharam a intervenção corroboraram a explicação.

Manchete ilustra visualização de OVNI / Crédito: Divulgação / Correio do Estado

A partida era transmitida ao vivo pela TV Globo que, ao revisitar o caso quatro décadas depois, conseguiu localizar o jogo em seu acervo, mas as câmeras não deixaram de capturar o campo, sem registros visuais do avistamento sobrepondo a marquise do estádio.

Mesmo assim, o fato foi noticiado junto ao resultado do jogo pelo principal jornal do estado com ênfase: “Um OVNI, espetáculo na Capital”, apontou a manchete. Desde então, ufólogos reuniram relatos sobre o episódio, apontando que outros sinais de OVNIs foram visualizados em municípios próximos. Contudo, não há registros ou apontamentos oficiais sobre o tal facho de luz, tornando objeto de enigma local.

Fonte: https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/em-1982-um-jogo-do-vasco-no-brasileirao-foi-eternizado-por-suposto-avistamento-de-ovni.phtml?fbclid=IwAR1WQgpFIn7cj3sYpAGVik5ygyeOGwhJUBlHP7EvAQwhJWfHrLRDDyR8Yec

quinta-feira, 9 de março de 2023

Cientistas criam Federação para buscar por vida extraterrestre

 


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Tempo de leitura: 4 min.

As universidades de Cambridge, na Grã-Bretanha, Harvard e Chicago, nos Estados Unidos, e ETH Zurich, na Suíça, anunciaram no último final de semana na reunião anual da American Association for the Advancement of Science a formação da Origins Federation . Veja o artigo publicado no site da Cambridge:

Cientistas criam Federação para buscar por vida extraterrestre
Da esquerda para a direita – Emily Mitchell, Didier Queloz, Kate Adamal, Carl Zimmer. Paisagem com a Via Láctea. Nascer do sol e vista da Terra do espaço com a Via Láctea. (Elementos desta imagem fornecidos pela NASA). Crédito: ETH Zurich

Por milhares de anos, a humanidade e a ciência contemplaram as origens da vida no Universo. Embora os cientistas de hoje estejam bem equipados com tecnologias inovadoras, a humanidade tem um longo caminho a percorrer antes de entender completamente os aspectos fundamentais do que é a vida e como ela se forma.

Estamos vivendo um momento extraordinário na história”, diz Didier Queloz, que dirige o Leverhulme Center for Life in the Universe em Cambridge e o ETH Zurich’s Center for Origin and Prevalence of Life. Ainda estudante de doutorado, Queloz foi o primeiro a descobrir um exoplaneta – um planeta orbitando uma estrela do tipo solar fora do sistema solar da Terra. Uma descoberta pela qual ele mais tarde receberia o Prêmio Nobel de Física.

Em uma geração, os cientistas já descobriram mais de 5.000 exoplanetas e preveem a existência potencial de trilhões a mais apenas na Via Láctea. Cada descoberta inspira mais perguntas do que respostas sobre como e porque a vida surgiu na Terra e se ela existe em outras partes do universo. Avanços tecnológicos, como o Telescópio Espacial James Webb e as missões interplanetárias a Marte, aceleram o acesso a um volume avassalador de novas observações e dados, de forma que será necessária a convergência de uma rede multidisciplinar para entender o surgimento da vida no universo.

Cambridge, ETH Zurich, Harvard e Chicago fundaram a “Federação das Origens”

Unindo forças com o químico e ganhador do Prêmio Nobel, Jack Szostak e o astrônomo Dimitar Sasselov, Didier Queloz anunciou a fundação de uma nova “Origins Federation” (“Federação de Origens”) durante a Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS). Embora uma federação interestelar fictícia possa vir imediatamente à mente, essa aliança internacional reúne a experiência de pesquisadores que trabalham nas origens dos centros de vida e iniciativas na Universidade de Cambridge, ETH Zurich, Universidade de Harvard e Universidade de Chicago.

Juntos, os cientistas explorarão os processos químicos e físicos dos organismos vivos e as condições ambientais propícias à manutenção da vida em outros planetas.

Queloz comentou:

“A Origins Federation baseia-se em um relacionamento colegial de longa data fortalecido por meio de uma colaboração compartilhada em um projeto recentemente concluído com a Fundação Simons”.

O que a humanidade poderia aprender com as bioassinaturas extraterrestres

Tais colaborações apoiam o trabalho de pesquisadores como a professora de Zoologia, Emily Mitchell. Mitchell, que trabalha com Queloz no Leverhulme Center for Life in the Universe, em Cambridge, é uma viajante do tempo ecológico. Ela usa varredura a laser baseada em campo e ecologia matemática estatística em fósseis de 580 milhões de anos de organismos do fundo do mar para encontrar os fatores determinantes que influenciam os padrões macroevolutivos da vida na Terra. Falando durante a sessão Origins of Life da ETH Zurich no AAAS, Mitchell levou os participantes de volta no tempo para 4 bilhões de anos atrás, quando a atmosfera primitiva da Terra – desprovida de oxigênio e rica em metano – mostrou seus primeiros sinais de vida microbiana. Ela falou sobre como a vida sobrevive em ambientes extremos e depois evolui, oferecendo potenciais insights astrobiológicos sobre as origens da vida em outras partes do universo.

Mitchell diz:

“À medida que começamos a investigar outros planetas, por meio das missões a Marte, as bioassinaturas podem revelar se a origem da própria vida e sua evolução na Terra é apenas um feliz acidente ou parte da natureza fundamental do universo, com todas as suas complexidades biológicas e ecológicas.”

Colonizando o espaço com células sintéticas

Embora as células biológicas complexas ainda não sejam totalmente compreendidas, as células sintéticas permitem que os bioquímicos, como Kate Adamala, do Laboratório de Protobiologia da Universidade de Minnesota, desconstruam sistemas complexos em partes mais simples. Peças que permitem aos cientistas entender os princípios básicos da vida e da evolução não apenas na Terra, mas potencialmente a vida em outros planetas do sistema solar.

Adamala lançou sua busca para construir a vida do zero como estudante de pós-graduação em Harvard, trabalhando com o Prêmio Nobel, Jack Szostak. Ela se esforça para criar biorreatores simples semelhantes a células, semelhantes às primeiras formas de vida, aplicando os princípios da engenharia à biologia.

Durante o AAAS, Adamala explicou como as células sintéticas permitem aos cientistas estudar o passado, presente e futuro da vida no universo. Ao contrário das células biológicas, é possível digitalizar células sintéticas e transmiti-las por grandes distâncias para criar, por exemplo, medicamentos ou vacinas sob demanda – uma “astro-farmácia” que poderia potencialmente sustentar a vida em uma nave espacial ou até mesmo uma futura colônia marciana. Até esse momento, as células sintéticas oferecem aplicações práticas para a humanidade em termos de sistemas de energia sustentável, maior rendimento das culturas e terapias biomédicas.

O que é a vida?

Embora ainda não haja uma definição abrangente de vida, a busca para descobrir suas origens inspirou entusiasmo, novas colaborações e abriu as portas nos salões mais sagrados da comunidade científica.

O Prof. Andy Parker, chefe do Laboratório Cavendish de Cambridge, disse:

“O trabalho pioneiro do Prof. Queloz permitiu que astrônomos e físicos fizessem avanços impensáveis ​​há apenas alguns anos, tanto na descoberta de planetas que poderiam abrigar vida quanto no desenvolvimento de técnicas para estudá-los. Mas agora precisamos trazer toda a gama de nossa compreensão científica para entender o que a vida realmente é e se ela existe nesses planetas recém-descobertos.

O Laboratório Cavendish tem o orgulho de hospedar o Leverhulme Center for Life in the Universe e fazer parceria com a Origins Federation para liderar esta missão.”

Outras informações

Didier Queloz anunciou a Federação das Origens no Encontro Anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS) durante a sessão: ‘Origins of Life: Humanity’s Quest to Discover the Nature of Life in the Universe‘ apresentado por Carl Zimmer, colunista do The New York Times e autor de “Life’s Edge: The search for what it meanings be alive”.

Observação: Este Blog do CSPU não se responsabiliza por esta matéria 

Fonte: https://www.ovnihoje.com/2023/03/08/cientistas-criam-federacao-para-buscar-por-vida-extraterrestre/

domingo, 5 de março de 2023

Analistas apontam riscos ligados à IA, mas defendem que regulamentação não pode travar seus avanços

Inteligência artificial (imagem referencial) (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 24.02.2023

© Foto / Pixabay / geralt

Especiais

À Sputnik Brasil, especialistas destacam que a regulamentação do uso da inteligência artificial deve ser feita sem cessar sua evolução e apontam que a conscientização do compartilhamento de informação é um dos maiores desafios deste século.

A inteligência artificial (IA) faz parte do cotidiano e vem ganhando mais espaço rapidamente. Ela está presente em aplicativos que usam cliques para direcionar futuras pesquisas, em eletrodomésticos que funcionam sozinhos e acionados à distância, na segurança pública, por meio de câmeras de reconhecimento facial, e até mesmo na saúde, com procedimentos cirúrgicos que hoje contam com auxílio de robôs.

Em entrevista à Sputnik Brasil, Claudio Miceli, professor do Instituto Tércio Pacitti de Aplicações e Pesquisas Computacionais (NCE) e do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação (PESC), ambos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); e Vandor Rissoli, professor de engenharia de software da Universidade de Brasília (UnB) e coordenador do Laboratório de Tecnologias Educacionais (LaTEd), também da UnB, explicam que a inteligência artificial tem potencial para melhorar em grande escala a qualidade de vida do ser humano, mas vem acompanhada de riscos e necessita de regulamentação.

Vandor Rissoli destaca que, embora seja mais comentada nos últimos anos, a IA já faz parte da rotina humana há décadas. Ele explica que a tecnologia surgiu na década de 1950, “com o objetivo de desenvolver ou evoluir tecnologias que tivessem a capacidade de imitação do comportamento inteligente humano”, e desde então vem aumentando sua presença no cotidiano.

“Os recursos e lógicas provenientes da IA já fazem parte do nosso dia a dia, embora muitas vezes nós não os percebamos. Eles contribuem desde a melhor escolha do sinal do seu celular para comunicação, assim como tarefas que proporcionarão sua maior produtividade, até a otimização de processos, que tenham a participação humana ou de robôs que realizam atividades repetitivas com maior eficiência, reduzindo possíveis falhas” diz Rissoli.

Inteligência artificial (imagem referencial) - Sputnik Brasil, 1920, 16.01.2023

Ciência e sociedade

Inteligência Artificial revela nanoestruturas que contribuem para o avanço microeletrônico (FOTO)

16 de janeiro, 05:05

Porém ele acrescenta que, apesar dos inúmeros avanços, “o elevado potencial de processamento da IA se apresenta ainda bem limitado quando comparado ao cérebro humano”. Ele cita como exemplo os chatbots, que são robôs de conversação muito usados em atendimentos on-line. “Na interação inusitada, quando são misturados dados que são reais mas não têm vínculo entre si, um robô de conversação vai produzir um retorno incoerente.”

Claudio Miceli concorda que a inteligência artificial traz facilidades no acesso a serviços. “A gente vê isso desde em coisas como ChatGPT […] até […] aplicativos de banco, que vão oferecer um tipo melhor de interação que não temos, às vezes, indo à agência bancária.”

Porém Miceli alerta que toda essa comodidade traz consigo o risco de expor dados pessoais a sistemas desconhecidos de empresas que não se sabe o que farão com essa informação. Ele acrescenta que “essa hipermecanização faz com que, rapidamente, empregos desapareçam, sem que haja uma transição de trabalho”. “A tecnologia traz muitos empregos, com certeza. Mas desde que você capacite a mão de obra, então tem que ter uma política para que isso aconteça”, argumenta Miceli.

Atualmente, o Senado debate algumas propostas para regulamentar o uso da IA no Brasil, discutindo, por exemplo, o uso de câmeras para reconhecimento facial. Questionado sobre quais são os desafios para a regulamentação dos sistemas de IA, Miceli destaca dois pontos que considera principais.

“Nosso principal desafio é a gente entender o que significa IA. O robô aspirador da sua casa pode estar usando IA para aprender qual cômodo deve varrer. Mas, ao mesmo tempo, será que a empresa que está coletando esses dados não tem agora um mapa da sua casa? Ou, quando dizemos ‘Hello, Siri’ ou ‘Oi, Google’, esses sistemas começam a coletar suas informações? Regulamentar significa regulamentar a IA ou esse tráfego de informação que ela pode tomar?”, questiona Miceli.

Em segundo lugar ele aponta a regulamentação do que chama de culpabilidade da decisão tomada pela IA, pois a tecnologia, embora avançada, também é passível de erros.

“Imagina que uma câmera de reconhecimento facial diz que alguém é um bandido, quando na verdade não é. Como é que a polícia vai acreditar nisso? A pessoa vai ser detida, presa para posterior averiguação”, diz Miceli, acrescentando já terem acontecido casos como esse.

Inteligência artificial (IA) - Sputnik Brasil, 1920, 02.02.2023

Panorama internacional

Apesar de sanções, empresas dos EUA investiram cerca de US$ 40 bi no setor de IA chinês, diz mídia

2 de fevereiro, 14:19

Segundo ele, a regulamentação tem o desafio de garantir que o uso da IA seja responsável e ético. “Garantir que ela [a IA] não seja discriminatória, que seja possível analisar o processo de decisão [tomado pelo sistema]. Ou seja, o resultado é interpretável, como foi que ela chegou a essa conclusão? São desafios muito grandes, alguns são até desafios de pesquisa. Por isso tenho um pouco de receio de como essa regulamentação vai ser feita.”

Rissoli destaca que a regulamentação “corresponde a um grande desafio, que deve contar com a participação de todos os interessados”. No entanto ele destaca que, em sua área específica, a IA é uma tecnologia relativamente nova, por isso “a regulamentação não pode restringir sua evolução”. Ele afirma que a regulamentação deve focar “em fazer da IA uma área centrada nas demandas humanas“.

“Procurar contribuir com os aspectos de inovação dessa tecnologia no nosso país. Promover, com a regulamentação, a utilização dela para desenvolvimento sustentável, segurança jurídica, proteção dos direitos humanos, respeito à privacidade”, explica Rissoli.

Ele também considera importante que “a regulamentação imponha punição aos que desrespeitarem as regras de responsabilidade”.

A inteligência artificial pode cimentar a privacidade como um conceito obsoleto?

Questionado sobre se será possível acomodar a privacidade ao avanço do uso da IA, Miceli diz que esse tema foi debatido durante a discussão da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), em que se abordou quais dados são públicos e quais não são.

Porém ele afirma que ainda tem “muitas reticências sobre essa questão, sobre o que é privacidade no mundo digital”.

“Para ter privacidade em uma era de dados devassados, é preciso ter muita consciência de quais serviços você está acessando, do que você disponibiliza nas redes sociais, de quais permissões dá para que as redes acessem esses dados.”

Ele acrescenta que considera ser necessário investir em educação digital, que inclui essas questões. “Uma educação digital diferente da que a gente tem dado à população. A gente tem dado cada vez mais novos produtos, mas sem alertar para os riscos”, explica Miceli.

Na avaliação de Miceli, um dos principais desafios do começo deste século será a conscientização do compartilhamento de dados. Ele explica que nos sistemas de IA o aprendizado da máquina depende do fornecimento de dados. Miceli diz que o importante é que esse compartilhamento seja uma escolha do usuário. Nesse contexto, “a privacidade deixa de ser algo inato e passa a ser uma opção consciente”.

Inteligência artificial (IA) (imagem ilustrativa) - Sputnik Brasil, 1920, 15.01.2023

Ciência e sociedade

China supera os EUA em produção e qualidade de pesquisa sobre IA, diz estudo

15 de janeiro, 19:49

“Tem de haver uma campanha de conscientização do compartilhamento de informação, coisa que hoje, na sociedade, infelizmente não tem. E é muito severo, acho que é um dos grandes problemas do começo deste século, a gente ainda não está entendendo o boom de informações deste mundo digital que está se formando.”

Rissoli concorda com a importância de se investir em educação digital, “para que as pessoas tenham um melhor esclarecimento do uso contínuo dos recursos tecnológicos”.

“Porque, com todas as potencialidades desses recursos, pessoas com interesses não tão nobres também podem utilizá-los para obter alguma vantagem. É importante um melhor esclarecimento dos usuários não só no aspecto da inteligência artificial, mas da tecnologia de um modo geral, a fim de que possam se expor menos.”

Ele conclui afirmando que a questão da regulamentação do uso da IA não pode se tornar uma dificuldade.

“A inteligência artificial continua em evolução, é muito jovem a ciência em si. Se, de repente, ocorrer uma regulamentação nacional sem ouvir, sem abrir espaço para todos que têm interesse e que podem se beneficiar dela, [a regulamentação] pode causar restrições e conter um pouco da evolução que ela [a IA] pode atingir e toda a inovação que ela vem produzindo não só no nosso país, mas em nível mundial.”

OVNIs no Brasil e tecnologias "extraterrestres" com @EnigmaseMisterios #...

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023

OVNIs? Pilotos relatam luzes estranhas no céu de Porto Alegre

Enki: O Deus Anunnaki

 Grifo meu: Leia, pesquise e tire suas próprias conclusões

Enki: O Deus Anunnaki • Alienigenas do Passado

alienigenasdopassado.com.br

Alienigenas do Passado


Os sumérios eram conhecidos por sua adoração a muitos deuses e entre eles estava Enki, um deus conhecido por ser o patrono e fundador da cidade de Eridu, possivelmente a primeira cidade da Mesopotâmia, estabelecendo assim o início da civilização na Terra.

Enki era um deus muito poderoso e tinha a ajuda de seres místicos a seu serviço, as lendas descrevem uma variedade de criaturas como sereias, gigantes e até demônios que o ajudaram em seus empreendimentos terrestres.

Enki representava cura, a fertilidade e a criação na cultura suméria e sua magia inteligente frequentemente incluía truques para beneficiar a raça humana e é amplamente retratado na arte e na literatura da antiga Suméria, incluindo o épico da criação Enuma Elish, A Epopéia de Gilgamesh e outros textos sagrados da cultura mesopotâmica.

Devido à sua proeminência em tais obras, é justo presumir que ele desempenhou um grande papel na cultura suméria, mas muito do que se sabe sobre a figura de Enki permanece envolto em mistérios. Ele era conhecido por vários nomes com Enkig, Ea, Nissiku e Nudimmud, que têm uma variedade de traduções como “Príncipe”, “Senhor da Terra” e “Criador”.

Além de suas contribuições para a criação, Enki é conhecido por sua inteligência, sabedoria e dom para as artes e ofícios divinos que representam a espiritualidade. Seu conhecimento sobre rituais incluía exorcismo, bem como orações e cânticos de cura e diz-se que ele veio à Terra para compartilhar o conhecimento da “vida após a morte” com os seres humanos.

Linhagem Anunnaki

Os Anunnakis eram seres de consciência superior e tecnologia avançada e, segundo a lenda, esses deuses ou extraterrestres vieram à Terra em busca de ouro e, enquanto os deuses mais velhos desfrutavam de uma vida de lazer, os deuses mais jovens trabalhavam na mineração de ouro, então o inteligente Enki teria sugerido que os deuses criassem outros seres para extrair o ouro para eles.

Considerados mestres em clonagem, engenharia genética e fertilização artificial, os Annunakis buscavam criar seres menores, como a raça humana, para fazer seu trabalho. Embora Enki tenha contribuído para a criação da raça humana por meio da manipulação genética, ele foi bem intencionado e forneceu aos seres humanos informações sobre como restaurar o equilíbrio da Terra após secas e fome devastadoras. Enki foi atraído pelo perdão, compaixão e humanidade.

Enki tinha uma linhagem familiar cósmica substancial. Sua família incluía pai, mãe, irmão, esposa e quatro filhos, sendo que mais oito nasceram mais tarde, conforme mencionado na literatura mesopotâmica.

A mitologia suméria se refere ao pai de Enki como Anu, que significa “deus do céu” e sua mãe era Nammu, a “deusa do mar”, mãe de todos os deuses e deusas e retratada como a força feminina que deu à luz aos céus e a Terra.

Enki era irmão de Enlil, o “deus do ar, do clima e das tempestades”, que era considerado muitas vezes como um adversário, causando problemas para Enki consertar criativamente.

Mais tarde, Enki casou-se com a deusa Ninhursag, que também é conhecida pelos nomes Ninmah, Damgalnuna e Damkina. Juntos, eles tiveram quatro filhos: Asarluhi, o “deus do conhecimento mágico”, Enbhlulu, o “deus dos diques e canais”, Adapa, o “deus da sabedoria” que recusou a imortalidade e foi o criador da linguagem escrita, e Marduk, que derrotou a deusa Tiamat.

Os antigos textos mencionam que Enki e Ninhursag tiveram mais oito filhos em um esforço para curar Enki depois que ele ficou gravemente doente. Os oito filhos com poderes de cura incluíam Abu, o “deus das plantas e do crescimento”, Nintulla, o “deus dos metais preciosos”, Ninsitu, a “deusa da cura”, Ninkasi, a “deusa da cerveja”, Nanshe, a “deusa da adivinhação, interpretação dos sonhos, justiça e fertilidade”, Azimua, “deusa da cura”, Emshag, o “deus da fertilidade” e Ninti, a “doadora de vida”.

Uma figura importante na história mitológica, Enki continua sendo uma das maiores lendas sumérias e um dos deuses sumérios mais complexos.

Fonte: https://alienigenasdopassado.com.br/enki-o-deus-anunnaki/?fbclid=IwAR3EUqhTreuR8EpBUfqQxyEl3YnZKdTsmaJno6CxlhRInoblw6gs1MRXniQ

sábado, 18 de fevereiro de 2023

Vários aviões comerciais foram seguidos por OVNIs próximo da capital Córdoba, da província do pampa argentino de Córdoba

Vários aviões comerciais foram seguidos por OVNIs próximo da capital Córdoba, da província do pampa argentino de Córdoba

Data: 18 de fevereiro de 2023Autor: bancodedadosufologicosecientificos 0 Comentários

Os misteriosos dispositivos foram vistos pela tripulação dos voos que chegavam ao aeroporto internacional da província mediterrânea. Rádios amadores conseguiram gravar as conversas entre as aeronaves.

Por Marco Bustamante

Há algumas horas chegaram à nossa redação inquietantes registros de comunicações entre vários aviões comerciais que se deslocavam pelo céu de Córdoba. No alto das nuvens, as tripulações se depararam com um mistério: por alguns minutos, viram duas luzes, objetos voadores não identificados (OVNIs), movendo-se em grande velocidade, subindo e descendo, desafiando todas as leis da física conhecida. A notícia é impressionante, mais uma vez as aeronaves com passageiros com destino a uma das cidades mais importantes do nosso país se deparam com aparelhos de fabricação presumivelmente desconhecida. O material nos foi trazido por um “spotter”, uma pessoa que tem como hobby passar as noites ouvindo intermináveis ​​conversas do tráfego aéreo nacional. Em alguns casos, eles conhecem o movimento de aeronaves comerciais em nossos céus quase tão bem quanto muitos controladores profissionais.

A rigor, eles não falam de um artefato, mas de duas luzes que apareciam e desapareciam, que subiam e desciam. Ultrajante, incapaz de imitar mesmo com nossas aeronaves mais avançadas.

A frequência usada pelo spotter para escutar é “ LU3FMM “, os pilotos dizem que estes dois holofotes “estão girando” e que “podem ​​ver as luzes quando apontam diretamente para eles”. O piloto alerta que a frequência de Córdoba já os havia informado. Eles estão localizados a cerca de 45.000 pés, cerca de 13.700 metros. Isso ocorre cerca de 30 quilômetros a sudeste da capital provincial, pelo que se entende nos áudios.

Eles continuam falando sobre o que estão vendo, agora ouvimos a voz de outro dos comandantes, desta vez ele indica que “é como se fosse outra aeronave, mas tem grande velocidade, move-se de oeste para leste, durante uma curto período de alguns dez segundos, eles desaparecem; depois reaparecem, fazem o mesmo movimento e desaparecem”, modula.

Entra em cena o voo LAN 773 , que se comunica com a torre Córdoba, informa cerca de 18 milhas do final da pista e “estão vendo as luzes”.

Airbus A320 LATAN

A dada altura, nota-se que o operador da torre de controle pergunta se porventura poderão estar a observar uma das formações Starlink de Elon Musk , ao que um dos pilotos responde: “isto está a mover-se da direita para a esquerda, de cima para baixo em uma maneira incrível. Não sei o que pode ser”, parece intrigado.

Logo surge um avião da Boliviana de Aviación, que também relata ter visto a mesma coisa e não sabem o que pode ser.

Boeing 767 da Boliviana de Aviacíon – JETPHOTOS

Outro piloto dá mais detalhes: “ estamos vendo 1 ou 2, como se estivessem girando, com uma luz muito intensa, praticamente com a luminosidade da lua. Aparece e desaparece ”. Outra aeronave que vem de Mendoza relata ver exatamente a mesma coisa: ” Eles vêm e vão, mas mantêm a mesma posição em relação a nós “.

Mais uma vez o avião da Boliviana de Aviación quebra o silêncio do rádio. Ele nos dá uma margem de tempo, diz que o veem por pelo menos 5 minutos e que aparecem e desaparecem.

FONTE: La Opinion Austral, Alto Misterio

Fonte: https://bancodedadosufologicosecientificos.wordpress.com/2023/02/18/varios-avioes-comerciais-foram-seguidos-por-ovnis-proximo-da-capital-cordoba-da-provincia-do-pampa-argentino-de-cordoba/

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

O que é exatamente um OVNI? - Planeta

 

Eduardo

Imagem de vídeo do balão chinês que sobrevoou os EUA antes de ser abatido na costa leste do país

Logo após o abate de um balão chinês suspeito de espionar os EUA em 4 de fevereiro de 2023, caças americanos abateram três objetos adicionais dentro ou perto do espaço aéreo dos EUA.

Quando a mídia perguntou a Glen VanHerck, o general da Força Aérea responsável por supervisionar o espaço aéreo norte-americano, sobre esses eventos, ele se recusou a descartar a presença de forças extraterrestres. Outros oficiais militares esclareceram depois que as origens sobrenaturais não são uma consideração séria, mas o comentário destacou a falta de conhecimento do governo dos EUA sobre esses objetos.

Como especialista em política espacial, muitas vezes sou confrontada com perguntas sobre OVNIs e homenzinhos verdes. No entanto, como esses episódios recentes mostraram, é muito mais provável que um OVNI seja feito pelo homem, em vez de se originar de algum lugar distante no universo.

Em 2020, a Marinha dos EUA divulgou vários vídeos de fenômenos aéreos não identificados, despertando o interesse do público e do governo. Crédito: US Navy

O que significa OVNI?

Objeto voador não identificado, ou OVNI para abreviar [UFOs, na sigla em inglês], é o termo historicamente usado para descrever aeronaves que não são facilmente identificadas ou explicadas. A mania moderna de OVNIs nos EUA data do final dos anos 1940 e início dos anos 1950, coincidindo com o desenvolvimento de novas tecnologias como foguetes e mísseis.

Hoje, o governo dos EUA usa a expressão fenômenos aéreos não identificados, ou UAPs, na sigla em inglês. Essa mudança é parcialmente para tentar desassociar o termo de alienígenas de ficção científica. O termo também incentiva um maior estudo científico e reflete o fato de que muitos desses “objetos” acabam sendo estranhos fenômenos atmosféricos ou truques de equipamentos fotográficos.

Olhando a sério

Há milhares de avistamentos de UAPs não confirmados pelo público a cada ano, mas até recentemente não havia uma maneira formal de os EUA rastrearem esses avistamentos. Essa falta de interesse começou a mudar em 2020, quando o Pentágono divulgou oficialmente três vídeos tirados das cabines de caças mostrando objetos não identificados se movendo de maneiras misteriosas.

No ano seguinte, em 2021, o Congresso dos EUA determinou a criação de uma avaliação sobre UAPs. Como parte desse relatório, o diretor de inteligência nacional identificou 144 relatos em primeira mão de UAPs de aviadores militares e sensores do governo entre 2004 e 2021.

O relatório identifica várias explicações potenciais para UAPs, incluindo bagunça – um termo abrangente que inclui, por exemplo, pássaros, balões e drones. Outras explicações incluem fenômenos atmosféricos naturais, como cristais de gelo e flutuações térmicas, bem como tecnologias secretas desenvolvidas pelos EUA ou outras nações.

É esta última categoria que tem chamado a atenção, com os militares americanos abatendo uma série de balões e objetos não identificados na última semana. Países como China e Rússia podem coletar uma quantidade significativa de inteligência usando satélites, mas balões – e potencialmente outras tecnologias ainda desconhecidas pelo público americano – representam outra maneira de coletar dados confidenciais. Se os militares ou o governo dos EUA não conseguem identificar uma nova tecnologia, é fácil classificar um objeto como um UAP.

Capacidade de detecção

Somente em 2022, o Pentágono recebeu 247 novos relatórios de UAPs, cerca de metade dos quais foi posteriormente atribuída a balões ou “entidades semelhantes a balões”.

Ao mesmo tempo, também é fácil perder os UAPs se as pessoas não souberem o que procurar, como parece ser o caso dos balões espiões anteriores que a China enviou ao redor do mundo.

Quer os futuros UAPs sejam balões, tecnologia secreta ou qualquer outra coisa, continuará a haver um maior foco dos EUA no estudo dos UAPs e uma capacidade crescente de detectá-los. É provável que os relatórios continuem a chegar e as aeronaves dos EUA continuem rastreando-os.

* Wendy Whitman Cobb é professora de Estratégia e Estudos de Segurança na Air University (EUA).

** Este artigo foi republicado do site The Conversation sob uma licença Creative Commons. Leia o artigo original aqui.


Veja também

Conheça J. Allen Hynek: o astrônomo do Projeto Blue Book - Conexão UFO

 Antonio K.


Astrofísico da Universidade Northwestern J. Allen Hynek, 1966.

Setembro de 1947, a Força Aérea dos EUA tem um problema. Uma série de relatos sobre objetos misteriosos nos céus deixa o público tenso e os militares perplexos. A Força Aérea precisa descobrir o que está acontecendo e rápido e inicia uma investigação que chama de “Project Sign” (Projeto Sinal).

No início de 1948, a equipe percebe que precisa de algum conhecimento externo para examinar os relatórios que está recebendo – especificamente um astrônomo que pode determinar quais casos são facilmente explicados por fenômenos astronômicos, como planetas, estrelas ou meteoros.

Para J. Allen Hynek, então aos 37 anos de idade e diretor do Observatório McMillin da Universidade Estadual de Ohio, seria um caso clássico de estar no lugar certo e na hora certa ou, como ele ocasionalmente lamentava, no lugar errado e na hora errada.

O Começo da Aventura

Hynek havia trabalhado para o governo durante a guerra, desenvolvendo novas tecnologias de defesa como o primeiro fusível controlado por rádio, então ele já tinha uma alta autorização de segurança e era a escolha natural.

“Um dia, recebi a visita de vários homens do centro técnico da base da Força Aérea de Wright-Patterson, que ficava a apenas 100 quilômetros de Dayton”, escreveu Hynek mais tarde. “Com algum embaraço óbvio, os homens acabaram trazendo o assunto de ‘discos voadores’ e me perguntaram se eu gostaria de servir como consultor da Força Aérea sobre o assunto. O trabalho não parecia que tomaria muito tempo, então eu concordei”.

Hynek mal sabia que estava prestes a começar uma jornada para toda a vida que o tornaria um dos cientistas mais famosos e, às vezes, controversos do século 20. Tão pouco poderia ter adivinhado o quanto suas próprias ideias sobre os OVNIs mudariam ao longo desse período, enquanto ele persistia em trazer rigorosa investigação científica ao assunto.

“Eu mal ouvia falar em OVNIs em 1948 e, como qualquer outro cientista que eu conhecia, presumia que eles eram bobagens”, lembrou ele.

O Projeto Sign durou um ano, durante o qual a equipe analisou 237 casos. No relatório final de Hynek, ele observou que cerca de 32% dos incidentes poderiam ser atribuídos a fenômenos astronômicos, enquanto outros 35% tinham outras explicações, como balões, foguetes ou pássaros. Dos 33% restantes, 13% não ofereciam evidências suficientes para fornecer uma explicação. Os 20% restantes forneceram aos investigadores algumas evidências, mas que ainda não podiam ser explicadas.

A Força Aérea detestava usar o termo “objeto voador não identificado”, de modo que os misteriosos 20% foram simplesmente classificados como “não identificados”.

Em fevereiro de 1949, o Projeto Sign foi sucedido pelo Project Grudge (Projeto Rancor). Embora o Projeto Sign oferecesse pelo menos uma pretensão de objetividade científica, o Grudge parecia ter desprezado a ciência desde o início, assim como seu nome, que sugere “raiva”. Hynek, que não participou do Projeto Grudge, disse que a premissa deste “era que os OVNIs simplesmente não poderiam existir”. Talvez não surpreendentemente, o relatório, publicado no final de 1949, concluiu que os fenômenos não representavam perigo para os Estados Unidos e eram resultado de histeria em massa, fraudes deliberadas, doenças mentais ou objetos convencionais que as testemunhas interpretaram mal como sobrenaturais. Também sugeriu que o assunto não valia mais estudos.

Isso poderia ter sido o fim, mas os incidentes com OVNIs continuaram, incluindo alguns relatos intrigantes dos próprios operadores de radar da Força Aérea. A mídia nacional começou a tratar o fenômeno com mais seriedade; A revista LIFE publicou uma reportagem de capa em 1952, e até o respeitado jornalista de TV Edward R. Murrow dedicou um programa ao tópico, incluindo uma entrevista com Kenneth Arnold, um piloto que em 1947 avistou objetos misteriosos sobre o Monte Rainier, no estado de Washington, e popularizou o termo “Disco Voador” – para saber mais sobre este caso leia aqui. A Força Aérea tinha pouca escolha a não ser reviver o Projeto Grudge, que logo se transformaria no Project Blue Book (Projeto Livro Azul).

Projeto Blue Book

Hynek ingressou no Projeto Blue Book em 1952 e permaneceria com ele até seu fim em 1969. Para ele, foi um show paralelo, enquanto continuava a lecionar e buscar outras pesquisas não-OVNI, no estado de Ohio. Em 1960, ele se mudou para a Universidade Northwestern, em Evanston, Illinois, para presidir seu departamento de astronomia.

Como antes, o papel de Hynek era revisar os relatórios de avistamentos de OVNIs e determinar se havia uma explicação astronômica lógica. Normalmente, isso envolvia muita papelada sem glamour; mas de vez em quando, para um caso especialmente intrigante, ele tinha a chance de sair em campo.

Lá, ele descobriu algo que talvez nunca tivesse aprendido simplesmente lendo os arquivos: o quão normais as pessoas que relataram terem visto OVNIs tendiam a ser. “As testemunhas que entrevistei poderiam estar mentindo, poderiam ser loucas ou poderiam ter alucinado coletivamente – mas acho que não”, lembrou ele em seu livro de 1977, The Hynek UFO Report.

“A posição deles na comunidade, a falta de motivo para perpetrar uma farsa, a própria perplexidade com a virada dos eventos que eles acreditavam ter testemunhado e muitas vezes a grande relutância em falar da experiência – tudo isso empresta uma realidade subjetiva à sua experiência com OVNIs”.

Pelo resto da vida, Hynek conviveria com o ridículo que as pessoas que relatavam um avistamento de OVNIs frequentemente tinham que suportar – o que, por sua vez, fazia com que incontáveis ​​números de outras pessoas nunca se manifestassem. Não era apenas injusto para os indivíduos envolvidos, mas significava uma perda de dados que poderia ser útil para os pesquisadores.

“Dada a natureza controversa do assunto, é compreensível que cientistas e testemunhas relutem em avançar”, diz Jacques Vallee, co-autor, junto com o Dr. Hynek, do livro The Edge of Reality: A Progress Report on Unidentified Flying Objects. “Porque a vida deles vai mudar. Há casos em que a casa deles é invadida. As pessoas jogam pedras nos filhos. Existem crises familiares, divórcio e assim por diante. Você se torna a pessoa que viu algo que outras pessoas não viram. E há muita suspeita ligada a isso”.

De Olho nos Céus e nos Soviéticos

No final da década de 1950, a Força Aérea enfrentou um problema mais urgente do que UFOs hipotéticos. Em 4 de outubro de 1957, a URSS surpreendeu o mundo ao lançar o Sputnik, o primeiro satélite espacial artificial e um sério golpe no senso de superioridade tecnológica dos americanos.

Nesse ponto, Hynek havia se mudado do estado de Ohio para trabalhar em um sistema de rastreamento de satélites em Harvard, observa Mark O’Connell em sua biografia de 2017, The Close Encounters Man. De repente, Hynek estava na TV e realizando entrevistas coletivas frequentes para garantir aos americanos que seus cientistas estavam monitorando de perto a situação. Em 21 de outubro de 1957, ele apareceu na capa da Revista LIFE com seu chefe, o astrônomo de Harvard, Fred Whipple e seu colega Don Lautman. Foi seu primeiro gosto da celebridade nacional, mas não seria o último.

Os cientistas do Smithsonian Astrophysical Observatory, doutores J. Allen Hynek e Fred Whipple analisando a órbita do Sputnik I no campus da Universidade de Harvard em 1957.

Com o Sputnik circulando a Terra a cada 98 minutos, muitas vezes visível a olho nu, muitos americanos começaram a olhar para o céu, e os avistamentos de OVNIs continuaram inabaláveis.

Na década de 1960, Hynek havia emergido como o maior especialista em OVNIs do país e talvez do mundo, citado amplamente em sua capacidade de consultor científico do Projeto Blue Book. Mas nos bastidores, ele se irritou com o que considerava ser o ponto principal do projeto, desmerecer os avistamentos de OVNIs. Ele também criticou seus procedimentos, julgando a equipe do Blue Book “grosseiramente inadequada”, sua comunicação com cientistas externos era “assustadora” e seus métodos estatísticos “nada menos que uma farsa”.

O sentimento, aparentemente, era mútuo. Em um manuscrito não publicado, descoberto pelo biógrafo O’Connell, o major da Força Aérea Hector Quintanilla, que chefiou o projeto de 1963 a 1969, escreve que considerava Hynek um “tendencioso”.

Então por que ele ficou? Hynek ofereceu várias explicações: “O mais importante, o Blue Book tinha o armazenamento de dados (por mais pobres que fossem), e minha associação com ele me deu acesso a esses dados”, escreveu ele.

Se Hynek frequentemente irritava desmascaradores de OVNIs, como Quintanilla, ele nem sempre agradava aos crentes.

Em 1966, por exemplo, ele foi para o Michigan para investigar vários relatos de luzes estranhas no céu. Quando ele ofereceu a teoria de que poderia ter sido uma ilusão de ótica envolvendo gás do pântano, ele se viu amplamente ridicularizado pela imprensa e o “gás do pântano” se tornou um motivo de piadas para os cartunistas de jornais. Mais seriamente, dois congressistas de Michigan, incluindo Gerald R. Ford (que mais tarde se tornou presidente), ficaram ofendidos com o aparente insulto aos cidadãos de seu estado e pediram uma audiência no Congresso.

Testemunhando na audiência, Hynek viu uma oportunidade de defender o caso que vinha apresentando à Força Aérea há anos, mas com pouco sucesso. “Especificamente, é minha opinião que o conjunto de dados, acumulados desde 1948, merecem um exame minucioso por parte de um grupo civil de cientistas físicos e sociais com o propósito expresso de determinar se realmente existe um grande problema”.

Hynek logo alcançaria seu desejo, ou assim parecia. Agora enfrentando maior escrutínio no Congresso, a Força Aérea estabeleceu um comitê civil de cientistas para investigar os OVNIs, presidido pelo físico da Universidade do Colorado, Dr. Edward U. Condon. Hynek, que não estaria no comitê, estava esperançoso no começo. Mas ele perdeu a fé dois anos depois, quando o comitê divulgou o que ficou conhecido como Relatório Condon.

Ele chamou o relatório de “desmedido” e “mal organizado” e o resumo introdutório de Condon de “singularmente inclinado”. Embora o relatório cite vários incidentes de OVNIs que seus pesquisadores não puderam explicar, conclui que “um estudo mais aprofundado sobre OVNIs provavelmente não poderia ser justificado”. Era exatamente o que Hynek não queria.

No ano seguinte, em 1969, o Projeto Blue Book foi encerrado definitivamente.

Um Novo Capítulo

O final do Projeto Blue Book provou ser um ponto de virada para Hynek. Como O’Connell escreveu: “ele se viu repentinamente liberado das frustrações, compromissos e pressões da Força Aérea dos EUA. Ele era um homem livre.”

Enquanto isso, avistamentos continuavam em todo o mundo. Hynek mais tarde brincou: “Os OVNIs aparentemente não leram o Relatório Condon”, e ele continuou sua pesquisa.

Em 1972, publicou seu primeiro livro, The UFO Experience. Entre suas contribuições na área, ele introduziu as classificações de Hynek sobre incidentes de OVNIs, que ele chamou de “Contatos Imediatos”.

  • Contatos Imediatos do Primeiro Grau: OVNIs vistos de perto o suficiente para perceber alguns detalhes;
  • Contatos Imediatos do Segundo Grau: o OVNI teve um efeito físico, como queimar árvores, assustar animais ou fazer com que os motores dos carros subitamente parassem;
  • Contatos Imediatos do Terceiro Grau: testemunhas relatam ter visto ocupantes dentro ou perto de um OVNI.

Embora menos lembrado agora, Hynek também forneceu três classificações para os contatos mais distantes. Aqueles envolvendo OVNIs vistos à noite (“Luzes Noturnas”), durante o dia (“Discos Diurnos”) ou em telas de radar (“Radar/Visual”).

O especialista em OVNIs, Dr. J. Allen Hynek segura seu cachimbo e um de seus editoriais de revista, enquanto trabalha como consultor técnico do filme ‘Contatos Imediatos do 3º Grau’.

A mais dramática das classificações de Hynek, Contatos Imediatos do Terceiro Grau, se tornaria, é claro, o título de um filme de Steven Spielberg lançado em 1977. O’Connell relata que Hynek recebeu US$ 1.000 pelo uso do título, outros US$ 1.000 pelos direitos de usar histórias de seu livro e US$ 1.500 por três dias de consultoria técnica – dificilmente uma sorte inesperada para os padrões de Hollywood. Ele também teve uma breve participação especial no filme, interpretando um cientista impressionado quando a nave alienígena aparece de perto.

Em 1978, Hynek se aposentou do ensino, mas continuou a coletar e avaliar relatórios de OVNIs para o Center for UFO Studies, que ele havia fundado em 1973. A organização continua até hoje.

Hynek morreu em 1986, aos 75 anos, resultado de um tumor cerebral. Ele não havia resolvido o enigma dos OVNIs, mas, talvez mais do que qualquer outra pessoa, ele fez da tentativa de resolvê-lo uma busca científica legítima.

“A principal coisa que recebi de meu pai nessa coisa toda foi a importância de manter a mente aberta”, diz seu filho, Joel Hynek, que, como jovem operador de rádio amador, costumava gravar muitas das entrevistas de testemunhas de seu pai. Ele completou: “Ainda não sabemos tudo o que há para saber sobre o Universo, podem haver muitos aspectos da física que ainda desconhecemos”.

Fonte:  https://conexaoufo.com/conheca-j-allen-hynek-o-astronomo-do-projeto-blue-book/?fbclid=IwAR3scDAwrNXz8mHUlTP9TAupoi-Ko_TmbTrvWeUWEb2to5wCDbT3FQlbkbE

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023

Especialistas: política de abate de OVNIs de Biden visa distrair o público de crises reais

 

Operação para derrubar o balão chinês foi transmitida ao vivo pela mídia americana. EUA, 4 de fevereiro de 2023 (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 14.02.2023

© Foto / Reprodução / Fox News

Para especialistas em política externa, foco dado a supostas ameaças vindas do céu visam desviar atenção de casos como a explosão do Nord Stream.

A nova política do governo do presidente dos EUA, Joe Biden, de abater regularmente misteriosos objetos voadores não identificados é provavelmente parte de uma operação psicológica para desviar a atenção do público de crises e escândalos reais, como o artigo do jornalista Seymour Hersh sobre os EUA supostamente atacando os gasodutos Nord Stream, disseram analistas à Sputnik.
Os EUA derrubaram pelo menos três objetos não identificados no espaço aéreo americano ou canadense no último fim de semana. O Pentágono disse que a nova abordagem se deve a uma maior conscientização sobre o tema, depois que os EUA detectaram o que alegaram ser um balão de vigilância chinês sobre Montana no início deste mês, que foi abatido sobre o Atlântico em 4 de fevereiro.
Pequim disse que o balão era um dirigível envolvido em pesquisas científicas que explodiu e, por sua vez, acusou os EUA de enviar balões para espionar a China.
Os EUA disseram que os objetos não estavam relacionados a fenômenos alienígenas, embora, em princípio, não descartassem a possibilidade.
O vice-presidente da Rising Tide Foundation, Matthew Ehret, duvida que a nova política tenha sido desencadeada por qualquer ameaça real.

Sergei Lavrov, ministro das Relações Exteriores da Rússia, após a reunião dos chanceleres do G20 à margem da cúpula do G20 em Bali, na Indonésia, em 15 de novembro de 2022 (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 12.02.2023

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EUA assumiram responsabilidade por explosões no Nord Stream e ‘estão felizes’, diz Lavrov

12 de fevereiro, 11:26

“É uma operação psicológica para desviar as mentes das pessoas pensantes dos problemas reais [como] o colapso sistêmico moldando seu futuro sombrio e preparando o cenário para um novo conjunto de ‘grandes narrativas'”, disse Ehret.

A inteligência dos EUA e do Ocidente, acrescentou Ehret, trabalhou cuidadosamente para atiçar as chamas da histeria pública sobre isso nos últimos anos, incluindo os esforços do Pentágono para desclassificar os arquivos de OVNIs.

O ex-analista da CIA Philip Giraldi sugeriu que o presidente Biden e seus conselheiros queriam explorar os incidentes para reforçar o apoio político doméstico, que está cada vez menor.

“[O] governo Biden os está promovendo [os objetos voadores] como uma ameaça para demonstrar como está nos protegendo”, disse Giraldi.

O comentarista político Alex Krainer, fundador da Krainer Analytics, observou como a cobertura de alto nível coincide com notícias como o artigo polêmico de Hersh alegando que os EUA explodiram os gasodutos Nord Stream.

“Suspeito que seja tudo uma emergência planejada para distrair as pessoas de crises e problemas reais e/ou outra coisa que está passando despercebida. Acho que devemos prestar atenção não para onde os ilusionistas querem que olhemos, mas para onde eles querem que não olhemos”, disse Krainer.

Ilustração de balão de alta altitude na estratosfera - Sputnik Brasil, 1920, 14.02.2023

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Especialista: сomplexo industrial-militar dos EUA usa pesquisas de OVNIs para aumentar seu orçamento

14 de fevereiro, 09:12

Krainer também indicou que os descarrilamentos de trens em Ohio, Carolina do Sul e Texas estão entre os eventos que os EUA provavelmente querem minimizar.

“No momento, há tantos fatos, desde o desastre ambiental ignorado em Ohio até as consequências da bomba de Seymour Hersh”, disse ele.

O historiador e analista de política externa Jeremy Kuzmarov acha que é muito possível que os EUA tenham deliberadamente alimentado o medo de OVNIs para atender a seus próprios propósitos políticos.

“Eu diria exercícios de bandeira falsa. Não acredito que haja alienígenas vindo para o planeta Terra”, disse ele.

A maioria dos supostos OVNIs eram, na realidade, objetos militares de algum tipo sendo testados por diferentes governos, incluindo frequentemente os próprios Estados Unidos, disse Kuzmarov.

“Eles estão tentando criar um pretexto para a guerra com a Rússia e/ou a China, como no incidente do Golfo de Tonkin, e usando esses incidentes para fazer o público acreditar que os chineses ou russos estão enviando aviões espiões e armas futurísticas para potencialmente atacar os EUA”, disse Krainer.