segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

OVNI observado no Aeroporto de Viracopos em 1973



Data: 20 de fevereiro de 2021Autor: bancodedadosufologicosecientificos 0 Comentários

Um objeto voador não identificado foi visto no aeroporto de Viracopos – Campinas – SP, por volta das 23 horas em novembro de 1973, por alguns policiais que lá estavam a serviço.

O objeto não identificado, foi visto pelo cabo da Polícia Militar, José Carlos de Moraes, de 38 anos, pelo tenente Marinho e cabo Russo.

Segundo declarações do cabo José Carlos de Moraes, que estava na noite de terça-feira em serviço de rotina de patrulhamento no aeroporto Internacional de Viracopos, juntamente com seus companheiros, quando se dirigiu à cabeceira da pista de aterrissagem do aeroporto, junto com o cabo Russo, foi surpreendido por uma forte luminosidade refletida no asfalto da pista. Quando, ao notarem a intensa luz refletida no asfalto, procuraram localizá-la, confirmaram, para sua surpresa, que vinha de um estranho objeto de forma arredondada, que pairava sobre a cabeceira da pista.

Imediatamente, os dois cabos da Polícia Militar procuraram chamar seus colegas de patrulhamento, alguns inclusive, apesar de estarem fiscalizando as imediações da pista de Viracopos, já também haviam visto o estranho objeto, e estavam apressadamente se dirigindo ao encontro de seus colegas, localizados, segundo o cabo José Carlos de Moraes, “debaixo da luz”.

Cinco componentes da polícia estavam então presentes ao local onde oferecia a melhor possibilidade de admiração do objeto luminoso, e passaram então a descrevê-lo.

“Era bastante estranho o objeto. A princípio pensei tratar-se de um helicóptero, mas logo notei suas dimensões e conclui que não podia ser”, disse o cabo Moraes.

Alguns funcionários do aeroporto também foram testemunhas oculares do fato e, juntamente com os policias militares da fiscalização, descreveram o objeto como de forma arredondada, achatada, “parecendo um Disco Voador”, como declarou uma das testemunhas.

Sobre seu tamanho e cor disseram: “Era bastante grande, maior do que a figura dos aviões naquela mesma altura, porém seu barulho era pouco alto, semelhante a um zumbido de abelha”. O que mais impressionou as testemunhas do objeto não identificado, foram suas cores que segundo declarações, eram tonalidades de um vermelho alaranjado, “super luminoso”, e de vez em quando emitia raios esverdeados, tornando o espetáculo ao mesmo tempo maravilhoso e espantoso.

Estas cores variavam de tonalidade, de acordo com a posição do observador, visto que vários relatos de observadores de várias posições estratégicas, confirmaram o alaranjado e os raios verdes como principal fato visual, sendo que outros, os da cabeceira da pista, disseram ser vermelho forte a cor predominante.

Tudo isso ocorreu durante cerca de três minutos, conta um dos observadores, mesmo assim a torre do centro de controle do Aeroporto, situada não muito longe da posição inicial das observações, foi avisada por um dos policiais militares, e esta, por sua vez, começou a procurar uma identificação desesperadamente, o que no entanto foi inútil, pois o objeto voador não identificado, não conseguia ser identificado de modo algum, assustando o pessoal da torre.

O objeto continuava ainda pairando sobre o ar, imóvel, notando-se apenas as variações de cor e os raios esverdeados emitidos pelo estranho objeto.

Nada podendo fazer para uma possível identificação, os observadores continuaram apenas a observá-lo, esperando que algo sucedesse, o que não demorou a acontecer.

“De repente, enquanto não tirava os olhos da luz cor de laranja, as cores passaram a se misturar e o estranho aparelho se deslocou para o lado da cidade de Itu, numa velocidade superior a de qualquer avião a jato que tenha visto, parecendo mais um foguete, que enquanto se afastava subia aos céus em velocidade inacreditável”, declara a principal testemunha ocular, o cabo da Polícia Militar José Carlos de Moraes.

Nos dias após a aparição, depois do interesse já ter sido levantado, todos em serviço procuravam ver novas aparições, o que não aconteceu.

“Da próxima vez que `ele` aparecer, estarei com minha câmara fotográfica”, declarou um funcionário do aeroporto.

FONTE: averdadeoculta1

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